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Em Nelas, na Feira do Vinho do Dão

por Raul Lufinha, em 15.09.19

Feira do Vinho do Dão

A celebração do Vinho do Dão

Feira do Vinho do Dão

Concurso de Vinhos da Feira do Vinho do Dão 2019 - Troféu Eng. Alberto Vilhena

Feira do Vinho do Dão

Luís Lopes, diretor da revista VINHO Grandes Escolhas e coordenador do concurso

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Os 15 provadores membros do júri

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João Ibérico Nogueira, na Casa da Lenha…

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… do Santar Garden Village

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Jardim da Casa dos Condes de Santar e Magalhães

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Jantar no Hotel Urgeiriça…

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… com os vinhos do Centro de Estudos Vitivinícolas do Dão

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Eurico Ponces de Amaral…

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… na visita à Quinta da Fata

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Região Demarcada do Dão

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A prova do vinho Pedra Cancela Vinha da Fidalga Encruzado 2018…

Feira do Vinho do Dão

… e também a visita à vinha, a Vinha da Fidalga, com a enóloga Sónia Martins

Feira do Vinho do Dão

Feira do Vinho do Dão

Feira do Vinho do Dão

Touriga Nacional

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Aragonez

Feira do Vinho do Dão

Alfrocheiro

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Jaen

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Rufete

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Malvasia-Fina ou Arinto do Dão

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Cerceal-Branco

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Encruzado

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Bical ou Borrado das Moscas

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Lusovini

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Quinta dos Carvalhais

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Casa da Passarella

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Quinta da Fata

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António Vicente Marques e os vinhos Dom Vicente

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Soito Wines

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Caminhos Cruzados…

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… com Lígia Santos

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Vinhos Borges

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Seminário no Centro de Estudos Vitivinícolas do Dão...

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... com prova de varietal de Barcelo...

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... e de varietal de Uva-Cão

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Almoço na Quinta do Barrocal, com duas novidades absolutas da Caminhos Cruzados:

Feira do Vinho do Dão

O Passado – Caminhos Cruzados Passado Branco Reserva 2015…

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… e o Clandestino – Vinho Clandestino Tinto 2017

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Os dois vencedores do Concurso de Vinhos da Feira do Vinho do Dão 2019 - Troféu Eng. Alberto Vilhena:

Feira do Vinho do Dão

Casa da Passarella O Oenólogo Encruzado 2018 (Melhor Vinho Branco) + Soito Wines Reserva 2015 (Melhor Vinho Tinto)

 


Ver também:

– Feira do Vinho do Dão 2019:

  • Em Nelas, na Feira do Vinho do Dão

– Feira do Vinho do Dão 2018:

 

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publicado às 22:19

PABE, o regresso de um clássico

por Raul Lufinha, em 29.08.19

Almiro Vilar e Luís Roque, os chefes de sala e cozinha do PABEAlmiro Vilar e Luís Roque, os chefes de sala e cozinha do PABE

 

Inaugurado em 1972, o histórico restaurante da Rua Duque de Palmela, ao Marquês de Pombal, em Lisboa, mudou recentemente de proprietários e esteve quase um ano fechado para uma renovação que lhe trouxe a alma de antigamente.

Um restaurante de luxo, muito acolhedor, com um requintado serviço de sala, e em que sobressai a excelência, quer dos produtos utilizados, quer da cozinha, que, nesta nova fase liderada pelo chef Luís Roque, continua a assentar nas origens e tradições gastronómicas portuguesas.

E que só encerra aos sábados de agosto – durante todo o ano, está aberto de segunda a domingo, do meio-dia à meia-noite.

 

PABE

Ambiente acolhedor…

PABE

… e requintado

PABE

A famosa mesa de Francisco Pinto Balsemão, ainda hoje sempre reservada até às 13h00 para o fundador do Expresso

PABE

O bar central e, ao fundo, a porta…

PABE

… para a sala de não-fumadores…

PABE

… onde estava a nossa mesa

PABE

Champagne Taittinger Brut Réserve

PABE

As boas-vindas…

PABE

… foram dadas com Champagne

PABE

Seleção de pães do dia…

PABE

… azeite e manteiga dos Açores

PABE

Amuse-bouche – salada de barriga de leitão

PABEOs excelentes croquetes do PABE, acabados de fritar e ainda quentes, com uma capa exterior bem crocante e com um intenso e especiado recheio de carne de rabo de boi que se desfaz na boca – tão bons, aliás, que ao longo do dia há muita gente que vai ao PABE só para, à mesa ou no balcão, comer uns croquetes e beber um copo de vinho

PABE

A ‘Sapateira do PABE’, desfiada e ao natural – deliciosa entrada fria DIY, com um apurado e complexo molho cocktail e, bem assim, com umas finas e extraordinárias crackers caseiras de pão integral com quinoa e outras sementes 

PABE

Para os dois momentos seguintes, o branco escolhido pela sommelier Susana Santos foi um varietal do Dão, o elegante e complexo Encruzado de 2018 da Quinta dos Carvalhais, com uma ótima acidez, assinado pela enóloga Beatriz Cabral de Almeida

PABE

Vieira braseada, espargo verde, cogumelo Eryngii, bacon crocante e um aveludado molho, bastante cítrico

PABE

Quando as portas da cozinha se abrem…

PABE

… vê-se o chef Luís Roque a cozinhar

PABE

Bacalhau à Minhota com presunto pata negra Cinco Jotas, em que também sobressai a avinagrada cebolada e ainda umas maravilhosas batatas bem fritas, com duas texturas, crocontes por fora, cremosas por dentro  

PABE

Novamente em copos Riedel e continuando com um vinho Sogrape, o tinto sugerido pela escanção Susana Santos foi o Vinha Grande de 2017 da Casa Ferreirinha, no Douro, assinado pelo enólogo Luís Sottomayor

PABE

Cabrito no forno com batata à padeiro e arroz de miúdos – os intensos sabores da aldeia

PABE

Para sobremesa, os clássicos Crepes Suzette, eximiamente preparados ao vivo na sala pelo Sr. Almiro

PABE

Lume aceso

PABE

Aguardente de vinho velha

PABE

Açúcar

PABE

Os ingredientes

PABE

Sumo de laranja

PABE

Cascas de laranja e limão

PABE

Manteiga

PABE

A primeira folha de crepe…

PABE

… e depois a segunda

PABE

Ambas ao lume

PABE

Drambuie

PABE

Grand Marnier

PABE

Triple-Sec

PABE

E já está – até parece fácil!

PABE

Depois é só colocar os crepes no prato...

PABE

… e juntar o delicioso molho!

PABE

Tendo a proposta de harmonização do Sr. Almiro sido o rico e complexo Moscatel Roxo de Setúbal da Bacalhôa com mais de cinco anos de estágio, pleno de notas de flor de laranjeira e de mel, assinado pela enóloga Filipa Tomaz da Costa

PABE

Entretanto, o Chef Luís Roque veio visitar sala

PABE

Finalmente, a terminar esta apresentação para o Mesa do Chef, passou o carrinho das mignardises...

PABE

... chiffon de leite condensado, panna cotta com mel trufado e merengue italiano,  brownie de chocolate e, ainda, trufa de chocolate

PABE

Muito obrigado a toda a inexcedível equipa do PABE e em especial ao Sr. Almiro Vilar, sempre um extraordinário anfitrião!

PABE

Até breve!

 

Fotografias: Marta Felino e Raul Lufinha

 

PABE
Rua Duque de Palmela, 27-A/B, Lisboa, Portugal
Chef Luís Roque

 

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publicado às 23:46

Mélange à 3, o novo vinho da Quinta dos Carvalhais

por Raul Lufinha, em 12.07.19

Fernando Cunha Guedes, Presidente da Sogrape, e a enóloga Beatriz Cabral de Almeida, no lançamento do primeiro Mélange à 3

Fernando Cunha Guedes, Presidente da Sogrape, e a enóloga Beatriz Cabral de Almeida, no lançamento do Mélange à 3

 

Há um novo tinto na Quinta dos Carvalhais.

Chama-se Mélange à 3.

Tem uma imagem de rutura com os outros vinhos da marca, apresentando um rótulo descontraído, num estilo assumidamente retro e elegante.

E é o resultado de um conceito não apenas inovador mas também dinâmico.

O de, a cada ano, a partir da mistura (“mélange”) de três elementos, criar um vinho de qualidade descomplicado e fácil de gostar, que sirva de porta de entrada ao Dão e atraia novos consumidores à região.

Para esta primeira edição, as castas escolhidas foram Touriga Nacional, Tinta Roriz e Alfrocheiro, da colheita de 2018.

Sendo um lote em que efetivamente predomina a Touriga Nacional – cada uma das outras duas variedades representa somente 15% do blend – e em que durante 6 meses 40% do vinho estagiou não em cubas de inox mas antes em barricas usadas de carvalho francês de 225 litros.

A cor é rubi, com tonalidades violeta.

No nariz, temos frutos encarnados maduros e também as notas florais típicas da casta dominante, mas num registo contido e elegante, bem como um pouco daquele bosque da Quinta dos Carvalhais, cheio de balsâmicos e de notas mentoladas.

Na boca, bom volume, ótima acidez.

E depois um final longo.

Mas o mais fascinante neste vinho – para além de já estar muito pronto, apesar de ser apenas de 2018 – é mesmo o seu equilíbrio, a sua extraordinária harmonia!

Daí também ser um tinto excelente para ser bebido por si só!

Algo que vai sucedendo com muitos brancos e rosés, mas não é assim tão comum nos tintos, em particular, nos tintos de qualidade.

Ou seja, de tão completo e equilibrado, é um vinho que não precisa de comida!

Claro que fica bem, por exemplo, com carne, especialmente grelhada.

Mas o mais notável é que, de facto, não precisa de comida alguma para funcionar maravilhosamente.

Daí ser tão fácil de se gostar!

E daí também ser tão fácil e descomplicado de se beber!

O único cuidado a ter, ainda para mais no verão, é o de se respeitar a temperatura de serviço recomendada no contrarrótulo – faz mesmo toda a diferença ser bebido entre os 14 °C e os 17 °C.

Quanto ao preço, tem o PVP recomendado de €5,99.

Carvalhais Mélange à 3 Tinto 2018Carvalhais Mélange à 3 Tinto 2018


Ver também:

 

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publicado às 15:51

Único 2015, terceira edição do topo de gama da Quinta dos Carvalhais

por Raul Lufinha, em 14.12.18

Enóloga Beatriz Cabral de Almeida

Enóloga Beatriz Cabral de Almeida

Produzido apenas em anos de excecional qualidade, acaba de ser lançada a terceira edição do Único, o tinto que melhor expressa o terroir da Quinta dos Carvalhais.

Topo de gama da Sogrape no Dão, é da colheita de 2015 e já tem a assinatura da enóloga Beatriz Cabral de Almeida, sucedendo aos 2005 e 2009 de Manuel Vieira.

Complexo, com enorme frescura, mas também muito elegante e delicado, é um vinho que nos traz em todo o seu esplendor o granito e as florestas do Dão.

Sendo um lote em que naturalmente predomina a Touriga Nacional da Vinha da Anta, complementada porém com 6% de Alfrocheiro e ainda com mais 6% de field blend.

Apresentando-se numa edição limitada de 5746 garrafas, com o PVP de 80€.

Quinta dos Carvalhais Único Tinto 2015

Quinta dos Carvalhais Único Tinto 2015

 

Ver também:

 

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publicado às 18:06

Visita à Quinta dos Carvalhais, com a enóloga Beatriz Cabral de Almeida

por Raul Lufinha, em 06.10.17

Enóloga Beatriz Cabral de Almeida

Enóloga Beatriz Cabral de Almeida

Para perceber verdadeiramente um vinho, não basta prová-lo.

É essencial conhecer o “terroir”.

Sendo completamente transformador compreender o local onde nascem as uvas que dão origem aos vinhos que apreciamos e, também, as pessoas que os criam – quando tal sucede, há claramente um antes e um depois.

Daí ter sido tão fascinante visitar a Quinta dos Carvalhais tendo como anfitriã a enóloga Beatriz Cabral de Almeida.

A partir de agora, abrir uma garrafa de Quinta dos Carvalhais traz-nos sempre à memória tudo o que aprendemos e vivenciámos… nesta extraordinária quinta do Dão!

Quinta dos Carvalhais

Dos mais de 100 hectares da Quinta dos Carvalhais, só metade são de vinha – há muitas sombras!

Quinta dos Carvalhais

Pelo que foi à sombra e em frente à vinha…

Quinta dos Carvalhais

… que a enóloga Beatriz Cabral de Almeida apresentou a Quinta dos Carvalhais, a referência da Sogrape no Dão.

Quinta dos Carvalhais

E, por entre umas avelãs torradas…

Quinta dos Carvalhais

… começou por dar a provar o Grão Vasco Branco de 2016, que tem uma nova marca e uma nova imagem, sendo a primeira vez que inclui uvas da Quinta dos Carvalhais.

Quinta dos Carvalhais

A seguir, um curto passeio a pé…

Quinta dos Carvalhais

… pelas vinhas em frente à casa da quinta…

Quinta dos Carvalhais

… onde iria continuar a prova.

Quinta dos Carvalhais

Com pão e queijo Serra da Estrela…

Beatriz Cabral de Almeida

… a enóloga Beatriz Cabral de Almeida abriu e deu a provar…

Quinta dos Carvalhais

… o Quinta dos Carvalhais Colheita Branco de 2016, que nos traz a elegância, a frescura e o equilíbrio do Dão.

Beatriz Cabral de Almeida

E depois apresentou toda a extensa gama…Quinta dos Carvalhais

… da Quinta dos Carvalhais.

Quinta dos Carvalhais

O almoço foi então servido à sombra de uma latada.

Beatriz Cabral de Almeida

Tendo sido a enóloga da Quinta dos Carvalhais... a trazer os vinhos!

Quinta dos Carvalhais

Para começar, uma sopa de cogumelos com bacon, feita na quinta.

Quinta dos Carvalhais Colheita Branco 2016

A seguir, continuando com o gastronómico Quinta dos Carvalhais Colheita Branco de 2016 assinado por Beatriz Cabral de Almeida…

Quinta dos Carvalhais

… quatro saladas.

Quinta dos Carvalhais

Salada de polvo; de grão com bacalhau; de alface com noz, figo e queijo Serra da Estrela curado; e ainda uma salada de tomate Coração de Boi.

Quinta dos Carvalhais Colheita Tinto 2015

Depois, com os taninos finos e elegantes do Quinta dos Carvalhais Colheita Tinto, de 2015…

Quinta dos Carvalhais

… cabrito assado!

Quinta dos Carvalhais

Assado, aliás, num forno a lenha que se vê da mesa... e em que a madeira utilizada era videira!

Quinta dos Carvalhais Jaen Tinto 2011

Entretanto, Beatriz Cabral de Almeida deu também a provar o sedutor Jaen de 2011.

Quinta dos Carvalhais

A fruta foi igualmente da quinta: uvas e figos.

Quinta dos Carvalhais

E depois um folhado de requeijão, com doce de abóbora e meia noz…

Quinta dos Carvalhais Colheita Tardia Branco 2011

… acompanhado pela acidez viva do elegante e untuoso Colheita Tardia Branco de 2011 da Quinta dos Carvalhais…

Quinta dos Carvalhais

… com o qual terminou o almoço!

Quinta dos Carvalhais

Pelo que, após assinarmos o livro de honra da quinta…

Quinta dos Carvalhais

… uma nova aventura!

Quinta dos Carvalhais

A enóloga Beatriz Cabral de Almeida iria conduzir-nos numa volta à quinta… em pick-up!

Quinta dos Carvalhais

De modo que deixámos a casa para trás…

Quinta dos Carvalhais

… e fomos ao longo das vinhas, por caminhos de terra batida.

Quinta dos Carvalhais

Tendo parado no topo de uma colina…

Quinta dos Carvalhais

… junto ao que resta…

Quinta dos Carvalhais

… da Orca dos Padrões…

Quinta dos Carvalhais

… um emblemático dólmen megalítico, construído na transição do IV para o III milénio a.C., que foi restaurado nos finais de 1990.

Quinta dos Carvalhais

Depois de também termos visitado a “Vinha da Anta”, de onde vem a Touriga Nacional para o Único da Quinta dos Carvalhais…

Beatriz Cabral de Almeida

… prosseguimos viagem, sempre com a enóloga ao volante!

Quinta dos Carvalhais

Atravessámos zonas de mata…

Quinta dos Carvalhais

… bem como vinhas…

Quinta dos Carvalhais

… e mais vinhas…

Quinta dos Carvalhais

… e ainda floresta!

Quinta dos Carvalhais

Passámos junto ao lago…

Quinta dos Carvalhais

… continuámos a ver vinhas…

Quinta dos Carvalhais

… e chegámos por fim à casa partida!

Beatriz Cabral de Almeida

Muito obrigado pela visita, Beatriz! E pela boleia!

 

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publicado às 14:00

No EMO, viagem pelos sabores da Tailândia

por Raul Lufinha, em 02.08.16

Na varanda do EMO, Adtavorn Charoonpontithi

Na varanda do EMO, Adtavorn Charoonpontithi

Adtavorn Charoonpontithi, chef executivo do Anantara Sathorn Bangkok Hotel, trouxe consigo da Tailândia uma equipa de mais três cozinheiros e esteve uma semana no Tivoli Victoria, em Vilamoura, para apresentar os sabores da autêntica cozinha tailandesa.

Foi no âmbito do Thai Food Festival, que culminava todos os dias com um jantar no restaurante EMO onde era possível escolher à carta ou então apreciar dois menus de degustação, um tradicional e outro contemporâneo com a assinatura do chef tailandês.

Mais interessante ainda, porém, foi ficar nas mãos do chef e deixar ao cuidado de Adtavorn Charoonpontithi a escolha dos pratos... de modo a que o jantar fosse simultaneamente representativo não apenas da sua cozinha moderna mas também dos sabores tradicionais tailandeses!

O resultado foi um jantar absolutamente único, em que Adtavorn Charoonpontithi foi escolhendo pratos... de um e de outro menu de degustação!

Tendo tudo começado com dois snacks que são uma homenagem do chef tailandês à vibrante street food de Bangkok!

Primeiro, o típico frango picante, com ovo e arroz fritos.

Mas que, nesta saborosa versão fine dining, Adtavorn Charoonpontithi faz sem arroz… e com o ovo – a que chama de “perfeito” – cozinhado a baixa temperatura!

Ovo perfeito | Ovo perfeito com frango picante e manjericão

Ovo perfeito | Ovo perfeito com frango picante e manjericão

E depois uma recriação do famoso Phad Thai, com todos os sabores que encontramos nas ruas de Bangkok mas que aqui no EMO Adtavorn Charoonpontithi apresenta sem… noodles!

Atum Phad Thai mas… | Atum cru com aromas Phad Thai

Atum Phad Thai mas… | Atum cru com aromas Phad Thai

O momento seguinte – uma sopa fabulosa – foi a primeira incursão de Adtavorn Charoonpontithi pela cozinha tradicional tailandesa, com um quente mas extremamente refrescante caldo de coco e galinha, com cogumelos.

Cítrica, salgada, doce e suavemente picante, é um excelente exemplo do modo saboroso como se cozinha na Tailândia.

Tom - Kha - Gai | Caldo de coco e galinha

Tom - Kha - Gai | Caldo de coco e galinha

Tom - Kha - Gai | Caldo de coco e galinha

Depois, o regresso à modernidade com um caril maravilhoso!

Mas em que Adtavorn Charoonpontithi trabalha individualmente cada um dos elementos, de modo a que os seus sabores não se percam no todo, abafados precisamente pelo caril.

Sobressaindo igualmente a revigorante frescura das líchias!

Caril vermelho de pato | Peito de pato assado com líchias e caril vermelho Thai

Caril vermelho de pato | Peito de pato assado com líchias e caril vermelho Thai

Caril vermelho de pato | Peito de pato assado com líchias e caril vermelho Thai

Caril vermelho de pato | Peito de pato assado com líchias e caril vermelho Thai

Continuando num registo contemporâneo, Adtavorn Charoonpontithi propôs que se cortassem os sabores com um granizado de gengibre e hibiscos.

Granizado | Gengibre e hibiscos

Granizado | Gengibre e hibiscos

Granizado | Gengibre e hibiscos

A seguir, dois pratos de mar numa linha tradicional e acompanhados por arroz.

Primeiro, sem qualquer picante, lula frita com molho de alho e pimenta.

Pla - Meuk - Tod - Gratiam - Prik Thai | Lula frita com molho de alho e pimenta

Pla - Meuk - Tod - Gratiam - Prik Thai | Lula frita com molho de alho e pimenta

E depois robalo frito, com o típico e saboroso molho agridoce levemente picante, bem como com a frescura das folhas de manjericão crocantes!

Pla - Rhad - Prik | Peixe do dia frito com molho de chili doce

Pla - Rhad - Prik | Peixe do dia frito com molho de chili doce

País sem tradição vínica, na Tailândia as duas bebidas mais populares são a cerveja e o rum locais.

Não sendo fácil o vinho conseguir acompanhar com sucesso uma cozinha que conjuga, em cada prato, sabores tão díspares e intensos, desde o doce ao salgado, passando pelo cítrico e pelo picante.

Daí que uma boa opção seja... um branco com madeira!

Como sucedeu com o sublime Encruzado da Quinta dos Carvalhais de 2011, um varietal da mais emblemática casta branca do Dão que estagiou durante seis meses em barricas de carvalho novo e continuou a evoluir em garrafa, surgindo com notas de fruta fresca, nomeadamente maçã, e também de fruta tropical – que o ligam tão bem com a exótica cozinha tailandesa – e que apresenta uma acidez vibrante e uma excelente estrutura, bem como uma untuosidade que nos enche a boca e renova a vontade de continuarmos a viajar por estes sabores orientais.

Quinta dos Carvalhais Encruzado branco 2011

Quinta dos Carvalhais Encruzado branco 2011

Passando para as sobremesas, Adtavorn Charoonpontithi começou por apresentar dois doces tradicionais que, conforme explicou, só existem devido à passagem dos Portugueses pela Tailândia na época dos Descobrimentos.

Com efeito, até esse momento, os tailandeses não utilizavam ovos nas sobremesas!

Khao - Niao - Nah - Sang - Kha -Ya | Arroz doce em leite de coco com creme de ovo // Tub - Tim - Krob | Castanha de água com pérolas de tapioca e xarope de coco

Khao - Niao - Nah - Sang - Kha -Ya | Arroz doce em leite de coco com creme de ovo // Tub - Tim - Krob | Castanha de água com pérolas de tapioca e xarope de coco

Tendo Adtavorn Charoonpontithi finalizado a visita aos sabores modernos e tradicionais da Tailândia com uma sobremesa contemporânea que inclui o seu famoso 'palm sugar ice cream', denso e saboroso!

Adtavorn Charoonpontithi

Adtavorn Charoonpontithi…

Coco, manga e arroz | Flã de coco com infusão de jasmim, manga e creme de arroz doce

… Coco, manga e arroz | Flã de coco com infusão de jasmim, manga e creme de arroz doce

 

Na deslumbrante varanda do EMO, sobre o campo de golfe e os lagos, foi uma extraordinária viagem pela cozinha de Adtavorn Charoonpontithi!

O qual nos deu a conhecer o quão fascinante a cozinha tailandesa é!

Sabores fortes e intensos!

Mas sempre muito límpidos e equilibrados, conjugando de forma bastante delicada e apelativa o doce, o salgado e o picante!

E com a fascinante característica de ser uma cozinha muito refrescante!

Muito obrigado ao chef Adtavorn Charoonpontithi e também ao chefe de sala Rui Carlos.

Foi mais uma grande experiência no EMO!

 

Fotografias: Raul Lufinha e Marta Felino 

EMO - Thai Food Festival | Tivoli Victoria, Vilamoura, Portugal | Chef Adtavorn Charoonpontithi

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publicado às 00:48

Frederico Guerreiro, o cordeiro e as ervas picantes

por Raul Lufinha, em 13.12.13

Chef Frederico Guerreiro

No PEDRO E O LOBO, há que experimentar o cordeiro – é um dos grandes pratos do novo chef Frederico Guerreiro para a actual carta do restaurante.

"Perna de Cordeiro Confitada, Rosti de Batata & Esparregado"

Sobre o crocante rosti de batata, uma saborosíssima perna de cordeiro desossada, que ficou 24 horas a cozinhar… e se desfaz na boca.

Acompanhada ainda por esparregado…

… e por várias ervas cruas, todas elas espectacularmente amargas e picantes, a cortar a gordura do cordeiro – folhas de mostarda, raiz-forte, rúcula e azedas, da Quinta do Poial, ou seja, biológicas.

Quinta dos Carvalhais Colheita tinto 2009

A copo, bebeu-se o tinto Quinta dos Carvalhais Colheita 2009, do Dão – que, tal como o cordeiro, foi uma sugestão do chefe de sala Ricardo Meyrelles.

 

Ver também:

Ostras, Gin & Algas

A finalização do atum-patudo

Frederico Guerreiro e a sua tarte merengue de limão

Frederico Guerreiro e a sobremesa de chocolate do PEDRO E O LOBO

A equipa de Frederico Guerreiro no PEDRO E O LOBO

 

Fotografias: Marta Felino / Flash Food

PEDRO E O LOBO | Rua do Salitre, 169, Lisboa, Portugal | Chef Frederico Guerreiro

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publicado às 00:29


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