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Novos brancos Parceiros Na Criação: ESTEIRA, CASA DA ESTEIRA e um DOTE que junta Douro e Tejo

por Raul Lufinha, em 22.03.21

Parceiros Na Criação

Três novos brancos, muito gastronómicos

Este ano, os sempre especiais e muito gastronómicos brancos da Parceiros Na Criação – do casal Joana Pratas e João Nápoles de Carvalho – têm uma grande novidade.

A estreia do DOTE.

Um branco original, que reúne o Douro e o Tejo na mesma garrafa – concretamente, o Douro do João e o Tejo da Joana.

E que se junta, assim, às mais recentes edições do Esteira e do Casa da Esteira Vinhas Velhas.

Parceiros Na Criação

Parceiros Na Criação

Esteira branco 2019

O novo Esteira de 2019 é um fresco, cítrico e salivante branco do Douro, feito em altitude, a mais de 500 metros, com as castas Rabigato, Viosinho, Códega (Síria, Roupeiro) e Gouveio (Verdelho).

«Na cor, é citrino esverdeado. No todo, é um branco explosivo e funky. No nariz sobressai muita frescura, com aromas primários de melão, à entrada, seguidos de lima, limão e flor de laranjeira, mas também notas de líchia. Na boca, tem uma acidez natural bastante marcada e persistente, oriunda das vinhas em altitude, e que faz envolver e salivar nas laterais da boca. Com alguma mineralidade, vai ganhando notas de sabão».

1800 garrafas.

PVP 9 €.

Parceiros Na Criação

Parceiros Na Criação

Casa da Esteira Vinhas Velhas branco 2018

Mais complexo, o novo Casa da Esteira Vinhas Velhas da colheita de 2018 é um branco muito elegante e equilibrado, feito a partir de uma mistura de castas autóctones do Douro plantadas em vinhas velhas (1970 e 1977), que fermentou e estagiou durante onze meses em barricas de carvalho húngaro de 500 litros de primeiro e segundo ano.

«Na cor, é amarelo palha. No nariz, é fresco e sedutor, com aromas de maçã assada caramelizada, louro e notas de resina. Na boca, apresenta marmelo, mas também notas de louro bem integradas. Um branco complexo, com um bom equilíbrio entre acidez e madeira, que lhe conferem volume de boca e persistência. Termina longo, intenso e com elegância.»

900 garrafas.

PVP 17 €.

Parceiros Na Criação

Parceiros Na Criação

Parceiros Na Criação DOTE branco 2018

Já o surpreendente DOTE 2018 – uma estreia absoluta – junta a untuosidade das vinhas velhas do Douro (do João) à garra da casta Fernão Pires do Tejo (da Joana).

«À semelhança do que acontece com o casal Joana Pratas e João Nápoles de Carvalho, “parceiros na criação” na vida e no vinho, este é um néctar que resulta da união de duas regiões vinhateiras, ao casar Vinhas Velhas do Douro (DO) e Fernão Pires do Tejo (TE).

Um casamento que dá origem ao nome ‘DOTE’, que, por coincidência, remete também para a génese desta história vinhateira. Situada em Barcos, no concelho de Tabuaço e região Douro, a Quinta de Monte Travesso foi oferecida à avó paterna do João, como dote de casamento. É ali que a dupla João e Joana vivem e dão vida à PNC, um projeto familiar, que conta com a participação ativa dos seus filhos, a Maria Teresa e o António Maria.

Em 2018, a família PNC idealizou um vinho especial que refletisse, na garrafa, o (seu) casamento entre o Douro do João e o Tejo da Joana, resultando num branco singular: em Portugal é o primeiro e único a juntar vinhos de duas regiões “numa só garrafa”. O ‘Parceiros Na Criação DOTE branco’ é feito com uvas de Vinhas Velhas de uma parcela da ‘Vinha da Casa’, plantada em 1977 na Quinta de Monte Travesso de Cima, e Fernão Pires de uma vinha de um primo de Joana, no Cartaxo. Fermentado e estagiado em barricas de carvalho húngaro, de 500 litros, este branco apresenta uma inusitada e bonita cor amarelo palha, a lembrar vinhos mais velhos, mas, na realidade, a indicar que dará cartas daqui a mais alguns anos: pronto a beber, mas com guarda prometida. Um branco fresco e bastante aromático, mas intenso, com boa acidez e mineralidade. No nariz, revela flor de amendoeira, camomila, calcite e fósforo. O próprio vinho reflete o casamento entre vinhas de diferentes altitudes e castas, com a Fernão Pires a puxar pela madeira, que, embora persistente, está bem integrada. Sobressai a mineralidade, com muita cremosidade e untuosidade. Encorpado, enche a boca e tem um final persistente. Bebe-se muito bem por si só, mas à mesa é bom companheiro de peixes gordos (grelhados ou assados), bacalhau, comida asiática, caça e queijos intensos.

Pela sua singularidade, estre branco inaugura a marca de vinhos com o nome da empresa: ‘Parceiros Na Criação’. De referir que a PNC tem outras referências – de vinhos e azeite – sob as marcas ‘Casa da Esteira’ (nome como é conhecida a cada onde vivem, situada no seio da Quinta de Monte Travesso), ‘Esteira’ e ‘h’OUR’ (colheitas mais antigas)».

1300 garrafas.

PVP 20 €.

Parceiros Na Criação

Apresentação on-line

Da apresentação on-line via Zoom destes três novos brancos dos Parceiros Na Criação – e subsequente prova conjunta – ficaram ainda duas interessantes pistas para o futuro.

1) DOTE... tinto

Uma, é a possibilidade de também vir a surgir um DOTE tinto!

E feito com… Castelão!

Com efeito, se o DOTE branco junta a mais expressiva casta branca do Tejo – Fernão Pires – às uvas brancas de vinhas velhas do Douro… tal também poderá vir a acontecer com uvas tintas! Ou seja, juntando uvas tintas de vinhas velhas do Douro… à mais expressiva casta tinta do Tejo, presente em cerca de 80% dos vinhos da região: Castelão!

2) Trincadeira das… Pratas

Uma outra possibilidade que João Nápoles e Joana Pratas estão a avaliar é o lançamento de um varietal daquela rara casta branca que tem a curiosa coincidência de o nome ser… Trincadeira-das-Pratas!

O tempo dirá acerca destas duas possibilidades!

Parceiros Na Criação

Joana Pratas, fevereiro de 2021

 

Ver também:

 

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publicado às 19:50

O primeiro rosé… dos Parceiros Na Criação

por Raul Lufinha, em 14.07.16

Joana Pratas e João Nápoles de Carvalho

Joana Pratas e João Nápoles de Carvalho

Um rosé até nem estava nas prioridades de João Nápoles.

Mas os pedidos do distribuidor algarvio para que este verão a Parceiros Na Criação acrescentasse um vinho rosado ao portefólio h’OUR levaram-no a aceitar o desafio de criar um rosé do Douro – mas sempre com a condição de ser um rosado seco e gastronómico!

E assim foi!

Da colheita de 2015 nasceu o primeiro rosé h’OUR, apenas 757 garrafas de um lote de “Vinhas Velhas” (50%) e Touriga Nacional (50%), sem madeira, que surpreende pela sua estrutura, pelo volume de boca e pela complexidade, tendo uma marcada vocação gastronómica!

Com efeito, é um vinho que pede comida, não é um rosé de piscina!

Sendo claramente uma aposta ganha, que irá ter continuidade nos próximos anos!

h’OUR Rosé 2015

h’OUR Rosé 2015

 

Ver também:

h’OUR, o vinho e o azeite de Joana Pratas e João Nápoles (2013)

Chegou a hora... do h'OUR branco 2013 (2014)

Touriga Nacional, o novo h’OUR dos Parceiros na Criação (2014)

 

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publicado às 01:37

O Douro Superior é um festival

por Raul Lufinha, em 26.05.15

Festival do Vinho do Douro Superior

EXPOCÔA, Vila Nova de Foz Côa

O Festival do Vinho do Douro Superior é uma excelente altura para ir a Foz Côa!

São três dias dedicados a conhecer os vinhos únicos da sub-região mais a montante do Douro, que se estende desde o Cachão da Valeira até à fronteira com Espanha.

Quinta e Museu

Quinta de Ervamoira (Ramos Pinto)

Ervamoira

… que teria ficado submersa se a barragem do Côa tivesse avançado

25 anos de Duas Quintas

Histórica prova dos 25 Anos do Duas Quintas

João Nicolau de Almeida

João Nicolau de Almeida (Ramos Pinto)

Castelo Melhor

Quinta de Castelo Melhor (Duorum)

Duorum

O Douro visto da parte de cima da Quinta de Castelo Melhor (Duorum)

José Maria Soares Franco

José Maria Soares Franco (Duorum)

Quinta da Leda

Quinta da Leda (Sogrape)

Luís Sottomayor

Enólogo Luís Sottomayor… e alguns dos talhões utilizados para fazer o Barca-Velha

Quinta da Leda

O Douro visto da Vinha das Lebres (Sogrape)

Ferreira

Pic-nic

caixa aberta

Carrinhas de caixa aberta

Colóquio

Fernando Melo conduzindo o colóquio ‘Vinho e Turismo no Douro Superior’… e Filipa Correia apresentando ‘A Quinta de Ervamoira na estratégia da Ramos Pinto’

Feira

Provas de vinhos…

queijo

… e de queijos

Animação de rua

Animação de rua

Francisco Pavão

Francisco Pavão e a prova comentada de azeites do Douro Superior

Luís Antunes

Luís Antunes e a prova comentada dos Portos LBV do Douro Superior

Joana Pratas

A 'generala' Joana Pratas levando água para as suas tropas

 

Ver também:

A Quinta de Ervamoira

25 anos de Duas Quintas

Almoço na Quinta de Castelo Melhor

Descer a Quinta de Castelo Melhor até ao Douro... com José Maria Soares Franco ao volante

Estação de Castelo Melhor, futuro Hotel Duorum?

A nova adega... do Palato do Côa

Visita à Quinta da Leda

Pic-Nic... no Douro

Porto... tónico

Prova comentada de Portos... LBV

 

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publicado às 23:52

Touriga Nacional, o novo h’OUR dos Parceiros na Criação

por Raul Lufinha, em 16.12.14

Joana Pratas e João Nápoles de Carvalho .JPG

Joana Pratas e João Nápoles de Carvalho

A Parceiros na Criação, produtora de vinhos e azeite do Douro do casal Joana Pratas e João Nápoles de Carvalho…

… lançou o seu primeiro monocasta!

São 900 garrafas de um Touriga Nacional da colheita de 2012…

… feito a partir de uvas provenientes de uma vinha plantada por João Nápoles de Carvalho no ano de 2007 em Barcos, concelho de Tabuaço, a 500 metros de altitude…

… e que estagiou durante 14 meses em barricas de carvalho francês.

h’OUR Touriga Nacional  .JPG

h’OUR Touriga Nacional tinto 2012

 

Ver também:

h’OUR, o vinho e o azeite de Joana Pratas e João Nápoles

Chegou a hora... do h'OUR branco 2013

 

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publicado às 23:46

Chegou a hora... do h'OUR branco 2013

por Raul Lufinha, em 18.05.14
Joana Pratas, João Nápoles... e o António, ainda na barriga da Mãe!

Já chegou o h'OUR branco da colheita de 2013.

Feito a partir de Vinhas Velhas plantadas a 500 metros de altitude – com predominância de Códega, Rabigato e Viosinho – e de Verdelho, é um DOC Douro... guloso, com frescura e acidez!

h'OUR branco 2013 
 
Ver também:
h’OUR, o vinho e o azeite de Joana Pratas e João Nápoles
 
 

h’OUR | Quinta de Montravesso, Barcos, Tabuaço, Douro, Portugal

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publicado às 00:01

h’OUR, o vinho e o azeite de Joana Pratas e João Nápoles

por Raul Lufinha, em 05.11.13

Joana Pratas e João Nápoles

Há uma nova marca no Douro que promete dar que falar: h’OUR, o vinho e o azeite de quinta do jovem casal Joana Pratas e João Nápoles.

Privilegiando a qualidade e apostando na exportação, a h’OUR entrou este ano no mercado português com três referências produzidas no Douro a partir de vinhas velhas e oliveiras centenárias – um tinto da colheita de 2010, bem como um branco e um azeite ambos de 2012.

h’OUR tinto 2010 e h’OUR branco 2012

As três referências são:

– h’OUR tinto 2010, 3066 garrafas, PVP 9 €: conjuga 80% de uvas de vinhas velhas entre os 35 e 60 anos cultivadas em Barcos (Cima Corgo) e Valdigem (Baixo Corgo) com Touriga Nacional e Sousão, tendo estagiado 12 meses em madeira e apresentando potencial de envelhecimento em garrafa;

– h’OUR branco 2012, 1333 garrafas, PVP 7 €: um DOC Douro feito a partir de vinhas velhas – nas quais se destaca a presença de Códega, Rabigato e Viosinho – e Verdelho (50%), plantadas em altitude (450 a 550 metros); e

– h’OUR Azeite Virgem Extra, 300 garrafas, PVP 5 €: azeite de categoria superior produzido no Douro com azeitonas de oliveiras centenárias e autóctones, onde predominam as variedades Cobrançosa, Madural, Negrinha e Verdeal.

h’OUR branco 2012

h’OUR tinto 2010

h’OUR Azeite Virgem Extra

Fotografias: Marta Felino / Flash Food

h’OUR | Quinta de Montravesso, Barcos, Tabuaço, Douro, Portugal

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publicado às 00:55


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