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Tendências de Copenhaga

por Raul Lufinha, em 01.07.13

A capital dinamarquesa é uma cidade efervescente em termos gastronómicos. Eis algumas tendências que ficam de Copenhaga.

Cozinheiros a servir os pratos. Se os pratos têm que ser explicados ao cliente, então ninguém melhor para tal do que quem os confeccionou.

Sem toalhas. Informalidade total. O destaque está na comida.

Vegetais. E mais peixe do que carne. Mais vegetais do que proteínas animais – e mais peixe do que carne.

Práticas recolectoras. Os vegetais não provêm apenas da agricultura – muitas vezes são recolhidos directamente na natureza.

Biológicos. Para além de ser a cidade das bicicletas, Copenhaga é também a capital do biológico. Tudo pode ser 100% biológico. Até os cabeleireiros…

Alimentos fermentados. A prática ancestral de fermentação dos alimentos é um dos caminhos do futuro.

Vinhos naturais. Vinhos com a menor manipulação humana possível e sem químicos. Ser biológico é necessário mas muitas vezes já não é suficiente.

Cerveja artesanal. Sabores únicos.

Sobremesas muito pouco doces. A tendência é para reduzir drasticamente o consumo de açúcar. E utilizar antes a acidez dos produtos lácteos.

Fornecedores respeitados. Os fornecedores são vistos como parceiros, sendo expressamente mencionados nos menus e utilizados como símbolos de qualidade dos restaurantes.

Divulgação dos resultados das inspecções sanitárias. Todos os restaurantes estão obrigados à divulgação, inclusivamente on-line, dos resultados das inspecções sanitárias – as quais utilizam um sistema de smileys, de fácil leitura para o consumidor.

Fotografias: Denmark.dk e Findsmiley.dk

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publicado às 00:07

Um chef na capa da Time

por Raul Lufinha, em 17.03.12

 

O chef dinamarquês René Redzepi está esta semana na capa da revista Time.

 

Expoente máximo da nova cozinha nórdica, René Redzepi utiliza exclusivamente produtos locais em busca da verdadeira autenticidade, recusando ostensivamente o uso de ingredientes não-nórdicos como o azeite, o foie-gras, o tomate seco, as azeitonas ou o vinho.

 

Contudo, mesmo no seu país natal, é um chef polémico, que divide opiniões – para muitos um herói, para outros um hábil gestor da sua imagem. De tal forma que, apesar de ter sido considerado o melhor chef do mundo em 2010 e 2011 pelo júri da revista Restaurant, o guia Michelin voltou a atribuir ao NOMA apenas 2 ** em 2012.

 

NOMA | Strandgade 93, Copenhaga, Dinamarca | Chef René Redzepi

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publicado às 00:00

Cozinhas sem quatro estações

por Raul Lufinha, em 30.01.12

 

"Como europeu do sul, apesar do óptimo jantar que tive no NOMA, tendo a desconfiar das cozinhas provenientes de países sem as quatro estações bem definidas, onde faz demasiado frio ou demasiado calor."

 

DUARTE CALVÃO, gastrónomo, in Mesa Marcada, 27 Jan. 2012

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publicado às 00:39


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