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Nespresso Gourmet Weeks no GUSTO: morango e chocolate

por Raul Lufinha, em 15.05.16

Heinz Beck

Heinz Beck

A sobremesa…

… teve a assinatura do chef do GUSTO.

Giacomo Troisi

Giacomo Troisi

Giacomo Troisi

Giacomo Troisi

Giacomo Troisi, chef pasteleiro do GUSTO

Tendo Heinz Beck proposto…

… os sabores do morango…

… e do chocolate!

Com a frescura...

... da menta e do alcaçuz!

Sablé de chocolate e sorbet de morango

Sablé de chocolate e sorbet de morango

Sablé de chocolate e sorbet de morango

E para companhia...

... os aromas vegetais do Conceito LBV de 2009…

… que trouxeram à memória a prova comentada de Portos LBV do Douro Superior conduzida por Luís Antunes no Festival do Vinho do Douro Superior de 2015, em Vila Nova de Foz Côa.

Conceito LBV 2009

Conceito LBV 2009

Conceito LBV 2009

(continua)

Ver também:

Nespresso Gourmet Weeks: Heinz Beck recebe Ricardo Costa

 

GUSTO by Heinz Beck | Hotel Conrad Algarve, Estrada da Quinta do Lago, Almancil, Portugal | Chef Heinz Beck

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publicado às 23:29

Prova comentada de Portos… LBV

por Raul Lufinha, em 24.10.15

Luís Antunes

Luís Antunes

Produzidos com uvas de uma só colheita e engarrafados entre o quarto e o sexto ano…

… os Late Bottled Vintage são cada vez mais uma alternativa de qualidade aos Porto Vintage.

José Maria Soares Franco

José Maria Soares Franco (Duorum)

Luciano Madureira

Luciano Madureira (enólogo da Rozès)

Sendo mais acessíveis…

… e estando preparados para o consumo imediato.

Luís Antunes

Luís Antunes e os LBV

Ora, acompanhando o crescente interesse de produtores e consumidores pelos LBV…

… no Festival do Vinho do Douro Superior, em Vila Nova de Foz Coa…

… Luís Antunes, crítico da Revista de Vinhos, conduziu uma prova comentada dedicada em exclusivo…

… aos Portos LBV do Douro Superior!

Os 12 LBV provados e comentados

Da direita para a esquerda, os doze LBV provados:

Rozès Quinta do Grifo LBV 2011

Duorum LBV 2010

Ferreira LBV 2010

Burmester LBV 2009

Cockburn’s LBV 2009

Conceito LBV 2009

Dow’s LBV 2009

Graham’s LBV 2009

Quinta do Crasto LBV 2008

Christie’s Butler Nephew LBV 2007

Warre’s LBV Tradicional 2003

Ramos Pinto LBV 1994

Os 2 LBV mais marcantes da prova

E os dois LBV mais marcantes da prova, precisamente os mais antigos:

Warre’s LBV Tradicional 2003

Ramos Pinto LBV 1994

 

Ver também:

O Douro Superior é um festival

 

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publicado às 19:16

João Paulo Martins… mostrando a diversidade e qualidade dos tintos do Douro Superior

por Raul Lufinha, em 16.06.14

João Paulo Martins

Jornalista, crítico da Revista de Vinhos e autor do guia “Vinhos de Portugal”, cuja 21.ª edição já prepara…

… João Paulo Martins conduziu em Foz Côa uma prova comentada que demonstrou a enorme diversidade e a qualidade dos tintos da sub-região do Douro Superior. 

Diversidade e qualidade que começa desde logo nas castas utilizadas no Douro Superior. João Paulo Martins escolheu quatro, cada uma delas ilustrada com um vinho monovarietal:

1 – Bastardo. De maturação precoce – era usada antigamente para aumentar a quantidade produzida – e quase sem cor, origina tintos desconcertantes, mais pálidos e deslavados do que a maioria dos rosés… mas que depois, na boca, são surpreendentemente poderosos. Aqui foi provado o Conceito Bastardo já de 2013.

2 – Tinto Cão. De maturação tardia e oxidação lenta, é muito usada para fazer os Porto vintage. A solo, pode dar um grande vinho nos anos especiais que permitem vindimas tardias no Douro Superior. Como sucedeu com o Dona Berta Tinto Cão Reserva de 2010.

3 – Tinta Barroca. Casta por excelência dos lotes de vinho do Porto, amadurece muito depressa, dando origem a vinhos gulosos e fáceis de beber. E mais ainda quando trabalhada em altitude no Douro Superior, como acontece no Muxagat Tinta Barroca de 2012.

4 – Touriga Nacional. Por muitos hoje considerada a casta portuguesa mais completa e equilibrada, era desprezada no Douro até aos anos 80 do século passado – só então se percebeu quão bem se adaptava às características específicas do Douro Superior. Cultivada em solo de granito, a casta tem no Monte Meão Touriga Nacional 2009 uma das suas melhores expressões!

Da direita para a esquerda:

Conceito Bastardo tinto 2013

Dona Berta Tinto Cão Reserva tinto 2010

Muxagat Tinta Barroca tinto 2012

A seguir, reforçando a ideia da diversidade na qualidade, João Paulo Martins apresentou dois vinhos produzidos no Douro Superior de acordo com as regras da agricultura biológica, o gastronómico Altano Quinta do Ataíde 2012... e o luxuoso Quinta do Monte Xisto 2011, seguramente um dos melhores vinhos portugueses!

Da direita para a esquerda:

Monte Meão Touriga Nacional tinto 2009

Altano Quinta do Ataíde tinto 2012

Quinta do Monte Xisto tinto 2011

Depois, mais dois vinhos com um denominador comum, desta vez, a componente de vinhas velhas: o Barão de Vilar Grande Reserva e o Quinta de Lubazim Grande Reserva, ambos de 2009.

Da direita para a esquerda:

Barão de Vilar Grande Reserva tinto 2009

Quinta de Lubazim Grande Reserva tinto 2009

Palato do Côa Reserva tinto 2011

Por fim, três exemplos de um dos pontos fortes do Douro Superior, os vinhos de lote: o Palato do Côa Reserva 2011, o Quinta do Vesúvio 2009…

Da direita para a esquerda:

Quinta do Vesúvio tinto 2009

Casa Ferreirinha Reserva Especial tinto 2003

… e, a encerrar a prova, um ‘quase Barca Velha’, o Reserva Especial de 2003, da Casa Ferreirinha.

Casa Ferreirinha Reserva Especial tinto 2003

Uma prova de grande nível, sem dúvida com uma enorme variedade de tintos do Douro Superior e com uma elevadíssima qualidade – precisamente aquilo que João Paulo Martins pretendia demonstrar com esta sessão, que decorreu durante o Festival do Vinho do Douro Superior de 2014 e foi aberta ao público.

Os 11 vinhos da prova comentada dos tintos do Douro Superior

 

Ver também:

Douro Superior, uma sub-região a afirmar a sua  identidade

 

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publicado às 01:25

Nuno Oliveira Garcia… numa viagem pelos brancos do Douro Superior

por Raul Lufinha, em 08.06.14

Nuno Oliveira Garcia

Na prova comentada dos brancos que decorreu no Festival do Vinho do Douro Superior de 2014, o blogger, jornalista e crítico da Revista de Vinhos Nuno Oliveira Garcia começou por apresentar as três principais razões que, no seu entendimento, justificam o facto de a sub-região do Douro Superior ser distinta do resto do resto da Região Demarcada do Douro.

Desde logo, a muito maior disparidade de temperaturas – que permite fazer vinhos mais vibrantes no Douro Superior.

Depois, a circunstância de as castas da região – por exemplo, Viosinho, Rabigato, Códega – adaptarem-se melhor às características do Douro Superior, permitindo, nomeadamente, um maior equilíbrio acidez/açúcar.

E finalmente o factor humano – a maior dificuldade em fazer vinho no Douro Superior obrigou a um maior aperfeiçoamento técnico… que depois acabou necessariamente por provocar um aumento da qualidade dos vinhos aqui produzidos.

… na prova comentada dos vinhos brancos do Douro Superior

Depois Nuno Oliveira Garcia propôs que a sua prova comentada dos brancos do Douro Superior fosse não apenas uma viagem por vários produtores… mas também por vários anos do mesmo produtor – para poder mostrar melhor as características da sub-região.

Tendo começado pelos brancos de 2011, 2012 e 2013 da Quinta da Sequeira – com muito encepamento de Malvasia Fina, que lhes confere um lado meloso e doce – para depois os comparar com os Rabigato 2011 e 2013 do mesmo produtor, já com maior frescura. Quinta da Sequeira aliás cujo Grande Reserva 2011 foi o melhor branco no 2º Concurso de Vinhos do Douro Superior, realizado em 2013… e cuja visita no ano passado está documentada aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

Da direita para a esquerda:

Quinta da Sequeira branco 2011

Quinta da Sequeira branco 2012

Quinta da Sequeira branco 2013

Quinta da Sequeira Rabigato branco 2011

Quinta da Sequeira Rabigato branco 2013

Já da Quinta da Terrincha foi provado apenas o gastronómico branco de 2013.

Tendo-se seguido uma comparação entre dois anos de Mapa – o elegante 2012 e o mais fresco 2013 – a qual contou com os comentários do produtor, porquanto Pedro Garcias também estava na sala a fazer a prova.

E depois dois vinhos Dona Berta produzidos por Hernâni Verdelho na Quinta do Carrenho a partir de Rabigato, uma casta clássica no Douro: o Reserva 2011 e o Garrafeira 2010.

Da direita para a esquerda:

Quinta da Terrincha branco 2013

Mapa branco 2012

Mapa branco 2013

Dona Berta Vinhas Velhas Rabigato Reserva branco 2011

Dona Berta Rabigato Garrafeira branco 2010

Finalmente, três anos de Conceito: o 2008, o quente 2009 e o novamente mais fresco 2010. Tendo aliás este último ano permitido à enóloga e produtora Rita Marques vencer, na categoria dos brancos, a 1ª edição do Concurso de Vinhos do Douro Superior, realizada em 2012.

Da direita para a esquerda:

Conceito branco 2008

Conceito branco 2009

Conceito branco 2010

Pelo que foram 13 os vinhos provados e comentados...

... para mostrar que o Douro Superior também é vinho branco!

Os 13 vinhos da prova comentada dos brancos do Douro Superior

 

Ver também:

Douro Superior, uma sub-região a afirmar a sua  identidade

 

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publicado às 03:31


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22-23 -DÃO CAPITAL Os vinhos e os sabores do Dão à prova em Lisboa
22-24 -FESTA DO ESPUMANTE DE MELGAÇO Grande montra de espumantes à base da casta Alvarinho, diversidade de produtos regionais, sessões de show cooking com chefes Michelin e provas comentadas
23 -TORRE DE PALMA WINE HOTEL Filipe Ramalho celebra 5 anos de BASILII com 5 chefes: João Pinto (BASILII), Gonçalo Queiroz (ORIGENS, Évora), Michele Marques & Rúben Trindade (MERCEARIA GADANHA, Estremoz) e Leopoldo Garcia Calhau (TABERNA DO CALHAU, Lisboa)
23-24 -SABOREA LANZAROTE Festival internacional da cozinha do Atlântico Médio
Até 24 -QUINZENA GASTRONÓMICA DA AGUARDENTE DOC LOURINHÃ Pratos confecionados com Aguardente DOC Lourinhã, visitas à adega e muito mais
27 -CHEFE COZINHEIRO DO ANO Final nacional da 30.ª edição do maior concurso de cozinha para profissionais, em Portugal
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SETEMBRO
12-13 -CHEFS ON FIRE 2020 – FOOD, FIRE & MUSIC Um festival em que os chefs cozinham exclusivamente com fogo durante mais de 24h. Ao fire pit e outras estruturas inéditas junta-se um cartaz de concertos, num projeto de slow cooking que celebra as origens da cozinha, bem como a simplicidade de esperar e de deixar que o tempo e o fogo cuidem dos alimentos


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