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A força das empresas espanholas

por Raul Lufinha, em 25.03.20

Julien Royer, chef do ODETTE, em Singapura, “The Best Restaurant in Asia 2019 & 2020”, e os patrocinadores dos “Asia’s 50 Best Restaurants”

Julien Royer, chef do ODETTE, em Singapura, “The Best Restaurant in Asia 2019 & 2020”... e os patrocinadores dos “Asia’s 50 Best Restaurants”

Um pormenor que salta sempre à vista nestes eventos dos 50 Best – seja na lista dos 50 melhores restaurantes do mundo, seja nos rankings regionais da Ásia e da América Latina – é a força das empresas espanholas.

Por exemplo, atualmente cerca de metade dos “partners” dos 50 Best são espanhóis:

• O banco oficial dos 50 Best é espanhol – o BBVA;

• A cerveja oficial dos 50 Best é espanhola – a Estrella Damm;

• O vinho oficial dos 50 Best é espanhol – o Beronia, da Rioja;

• O gin oficial dos 50 Best é espanhol – o Gin Mare;

• O presunto oficial dos 50 Best é espanhol – o Cinco Jotas;

• E até o fornecedor oficial de “ingredientes para chefs” é espanhol – a Sosa.

Porém, é enganador pensar que essa força das empresas espanholas é apenas financeira. Claro que a vertente financeira conta. Mas há uma outra dimensão que também é necessário existir – e que em Espanha existe. A vontade. É necessário haver uma vontade estratégica de investir na gastronomia.

De facto, os restaurantes espanhóis têm a felicidade de no seu país existirem muitas empresas que apostam fortemente na gastronomia.

Que apostam na gastronomia não para “prestar apoio”, não por caridade, não por mecenato, mas simplesmente porque entendem que – para elas próprias e para o seu próprio negócio – essa é a melhor estratégia!

Tal como há mais de cem anos – para felicidade dos restaurantes franceses (e não só) – houve uma empresa de pneus francesa que resolveu apostar na gastronomia para vender os seus produtos. E começou a fazer guias.

Tal como hoje em dia há empresas, portuguesas e não só, que – para felicidade de desportistas e de músicos – têm antes a estratégia de apoiar eventos desportivos (futebol e não só) ou concertos ao vivo.

Daí que, nestes dias difíceis e de completa imprevisibilidade – em que todos os restaurantes espanhóis estão encerrados e não sabem quando poderão reabrir – alguns deles tenham uma força adicional. A força das empresas espanholas. A força das empresas espanholas que neles investiram. A força das empresas espanholas que fizeram deles seus embaixadores. E que – naturalmente pela ligação emocional, mas também, claro, para não perderem o investimento que já efetuaram – têm um interesse direto (e ativo) em que os chefes e restaurantes seus embaixadores resistam. Resistam e recuperem.

Fotografia: Asia’s 50 Best Restaurants

Ver também:

 

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publicado às 23:52

Espumante & Petiscos

por Raul Lufinha, em 20.01.16

Real Companhia Velha Espumante Chardonnay & Pinot Noir Bruto 2013

Real Companhia Velha Espumante Chardonnay & Pinot Noir Bruto 2013

De aperitivo…

… os petiscos do GAMBRINUS, nomeadamente as generosas torradas com manteiga, os pastéis de bacalhau, o presunto Cinco Jotas e os famosos croquetes sempre fritos na hora!

Petiscos do GAMBRINUS

Petiscos

E espumante!

A nova edição – já é a terceira – do espumante que a Real Companhia Velha um dia experimentou produzir a partir de uvas das castas tradicionais de Champagne, Chardonnay e Pinot Noir, mas cultivadas em altitude e com elevadas amplitudes térmicas, na Quinta de Cidrô.

Com efeito, o enólogo Jorge Moreira, desde que regressou à Real Companhia Velha, está apostado em desfazer mitos e preconceitos – e um deles é o de o Douro ser demasiado quente para fazer brancos e espumantes!

Jorge Moreira no GAMBRINUS

Jorge Moreira

Ora, da colheita de 2013, esta nova edição tem um perfil aromático e de sabor...

... que se confunde com os melhores do mundo!

Mas com a potência e a intensidade de boca típica do Douro!

Sendo absolutamente fantástico como, numa região famosa pela concentração dos seus Vintages...

... é possível fazer espumantes com esta elegância!

 

Ver também:

Novidades da Real Companhia Velha… no GAMBRINUS

 

GAMBRINUS | Rua das Portas de Santo Antão, 23, Lisboa, Portugal

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publicado às 00:42


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Raul Lufinha

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