Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Royal Oporto Colheita 1975
Há 40 anos o verão foi quente.
Mas fez-se vinho.

Olivier Caste e os 3 formatos Optiwine
Como é sabido, o vinho fechado numa garrafa necessita de oxigénio para mostrar todas as suas qualidades.
Contudo, não é menos verdade que o excesso de oxigénio destrói inapelavelmente o precioso néctar.
Ora, nesta busca pela quantidade certa de oxigénio de que um vinho precisa para se exprimir verdadeiramente…
… chegou agora ao mercado português o Optiwine.
Desenvolvido em França pelo enólogo e produtor Michael Paetzold e por Olivier Caste…
… o inovador Optiwine é uma ferramenta e um método que permite fazer um nano-arejamento do vinho...
... reduzindo a quantidade de oxigénio envolvida no método tradicional de abertura das garrafas, de modo a evitar uma oxidação rápida e destrutiva.



Optiwine, uma ferramenta e um método… para a oxigenação lenta do vinho
Mais pormenores aqui.

Hugo Brito trouxe pimentos picantes das férias… e um novo prato
Regressado de férias…
… Hugo Brito trouxe um novo prato para o BOI-CAVALO!
Uma deliciosa caldeirada...
… de fígados, marinados de um dia para o outro numa base de especiarias e pimentos!
Feita com um intenso caldo não de peixe e espinhas…
… mas de ossos…
… com rábano e funcho!
Ou seja, depois do embate do sabor forte do fígado de porco…
… o que fica na boca é um suave e prolongado picante!
Que depois Hugo Brito compensa com o seu habitual jogo de sabores e texturas…
… através de uma gulosa bolacha, feita com massa areada e que se desfaz na boca…
… e ainda de alcachofras fritas!
Muito bom!

'caldeirada de fígados, massa areada, alcachofras fritas'
Mas o segredo da caldeirada…
… está nos pimentos!
Uns pimentos pequenos e picantes…
… que, nas férias, Hugo Brito descobriu a caminho da praia da Esteveira, junto ao Rogil.
Sendo produzidos pela Francelina...
... uma rija senhora de 86 anos!



Os pimentos picantes da Francelina
Hugo Brito gostou tanto dos pimentos…
… que os comprou todos!
E agora resolveu trabalhá-los nesta caldeirada…
… de fígados!
Fotografias: Raul Lufinha / Marta Felino
BOI-CAVALO | Rua do Vigário, 70-B, Alfama, Lisboa, Portugal | Chef Hugo Brito

The Wine House Hotel
Na Quinta da Pacheca, uma das mais conhecidas propriedades do Douro…
… também funciona um hotel vínico, o The Wine House Hotel…
… e o respetivo restaurante!

… com vista para as vinhas
Evocando a tradicional ligação da sardinha com a broa…
… o menu de degustação dos pratos da carta, da autoria de Carlos Pires…
… abre com uma sardinha marinada em citrinos…
… sobre uma torrada de pão de milho…
… e puré de pimentos assados.
Sendo acompanhada de um gaspacho…
… servido à temperatura ambiente.

'Sardinha'
Para entrada quente…
… uma saborosa açorda de bacalhau…
… com pimentos coloridos…
… e um ovo de codorniz.

'Açorda'
Infelizmente, o ter que guiar…
… impede que se faça o correspondente menu de vinhos.
Pelo que estes dois primeiros momentos do almoço foram antes acompanhados…
… por um copo do Riesling da Quinta da Pacheca.

Pacheca Riesling branco 2012
A seguir, para cortar sabores…
… um sorbet de limão…
… mas que, num hotel/restaurante vínico, surpreendentemente vinha…
… com vodka.
Com vinhos tão bons na Quinta da Pacheca…
... que também podem ser trabalhados na cozinha...
… é pena ser necessário recorrer ao vodka para fazer um bom limpa-palato.

'Sorbet'
Para prato de carne…
… novilho marcado no sauté e na grelha…
… com um risotto de salpicão…
… e um cogumelo Portobello.

'Novilho'
Acompanhado de um copo do tinto Pacheca Reserva de 2011…
… um vinho feito a partir de vinhas velhas em que predominam as castas Touriga Franca, Tinta Roriz, Touriga Nacional, Tinto Cão, Tinta Amarela e Sousão.

Pacheca Reserva Vinhas Velhas tinto 2011
Como sobremesa…
… uma degustação de quatro diferentes sobremesas…
… empratadas conjuntamente:
Bolo de chocolate…
Petit gâteau…
Gelado de framboesa… e
Macaron de baunilha.

'Chocolate'
Por fim…
… a acompanhar o café…
… um pastel de nata.

Café & Pastel de Nata

A entrada do restaurante do The Wine House hotel

E a entrada...

... da Quinta da Pacheca
Pacheca – The Wine House Hotel | Quinta da Pacheca, Cambres, Portugal | Chef Carlos Pires

Gueorgui Radkov, chefe de bar no Torel Palace
A versatilidade do café não se fica apenas pela cozinha…
… também chega ao bar!
No jardim de um dos novos hotéis da cidade de Lisboa…
… Gueorgui Radkov, chefe do bar do Torel Palace…
… prepara deliciosos cokctails a partir de café Nespresso.
O preferido foi o de banana verde e manjericão…
... estava excelente!









Cocktails Nespresso: um de framboesa, à esquerda; e dois de banana verde e manjericão
Torel Palace | Rua Câmara Pestana, 23, Lisboa, Portugal

Pascal Meynard e o novo tártaro do mês da TARTAR-IA
A alta cozinha de Pascal Meynard no Ritz Four Seasons Hotel Lisboa…
… agora também está disponível na TARTAR-IA do Mercado da Ribeira!
Criação original do chef francês…
… o novo tártaro do mês é uma saborosa dourada do Atlântico…
… à qual Pascal Meynard, para cortar o sabor forte do peixe…
… junta intensas notas cítricas!


'Dourada | Yuzu | Kumquat'
Trabalhada com yuzu e kumquat…
… a dourada é depois acompanhada de coloridos pickles de pepino, beterraba e cebola roxa…
… de abóbora confitada com sumo de laranja do Algarve e açafrão…
… e ainda de uma leve e muito cítrica espuma de yuzu.
Bem como de duas pequenas bolachinhas crocantes…
… de folhas de aipo…
… e de rebentos de ervilha.
Sendo finalizada com pimenta de Espellete…
… e raspas de lima.

Pascal Meynard na apresentação do seu tártaro de dourada
Um grande tártaro...
... e uma excelente amostra da alta cozinha de base mediterrânica...
... que Pascal Meynard pratica no restaurante VARANDA do Ritz Four Seasons, em Lisboa.





Pascal Meynard & Maria Calheiros Machado, com a equipa da TARTAR-IA
Fresco, intenso, cítrico…
… o novo e complexo tártaro do mês da TARTAR-IA, com a assinatura de Pascal Meynard…
… é um tártaro imperdível!
Fotografias: Marta Felino
TARTAR-IA | Time Out Mercado da Ribeira, Av. 24 de Julho, Lisboa, Portugal

O ponto alto de um dia inteiro dedicado às vindimas foi uma animada lagarada…

… com a pisa a pé…

… em lagares de granito…

… das uvas de Sousão colhidas de manhã!

Para recuperar as forças, depois ainda houve bola de carne…

… e vinho branco trazido pelo enólogo Jorge Moreira!
(fim)
Harvest Experience 2015 na Real Companhia Velha:

Na visita à adega, o enólogo Jorge Moreira deu a provar o mosto, ou seja, o sumo que resulta do esmagamento das uvas…

… o qual, depois de fermentar, transformar-se-á em vinho.
(continua)




Ao chegarem à adega, as uvas são objeto de uma triagem na Mesa de Escolha, de modo a serem retirados os cachos menos sãos, as folhas e os detritos.

Antes de uma máquina chamada ‘desengaçador’…

… separar os bagos…

… do engaço.
(continua)

Depois de uma manhã na vinha, Pedro O. Silva Reis fez questão que o almoço da Harvest Experience da Real Companhia Velha fosse uma autêntica refeição… “de vindima”.

Pelo que a escolha recaiu numa saborosa e substancial… feijoada à transmontana!

Acompanhada por dois vinhos tintos de 2012 da Quinta das Carvalhas, cuja viticultura está a cargo de Álvaro Martinho Lopes, e que são dois topos de gama da Real Companhia Velha, ambos lançados sob a marca Carvalhas: o Tinta Francisca, um varietal diferente do habitual perfil duriense, marcado não pela estrutura mas pela sua grande intensidade; e o sempre elegante e complexo Vinhas Velhas.

Tudo isto, no exterior da Casa Redonda, no topo da Quinta das Carvalhas, e à sombra das olaias… enquanto lá ao fundo corria lento o Rio Douro.
(continua)
A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.