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Os deslumbrantes tintos velhos das Caves São João

por Raul Lufinha, em 10.12.13

Caves São João

Actualmente existe um renovado interesse do público pelos vinhos velhos, vinhos de colheitas antigas com capacidade para evoluir em garrafa e melhorar com o passar dos anos, desafiando a lógica do tempo… e do homem.

Tendo as Caves São João decidido abrir ao mercado o seu valiosíssimo espólio de colheitas antigas da Bairrada e do Dão, colocando à venda um magnífico conjunto de vinhos da segunda metade do século passado.

Os brancos que abriram a prova já foram mostrados aqui. Os tintos seguem abaixo, pela ordem inversa de apresentação.

Caves S. João Reserva Particular 1959, 200€

Caves São João Reserva 1985 Magnum, 40€

Porta dos Cavaleiros Reserva Seleccionada 1975 Magnum, 70€

Frei João Reserva 1966 Magnum, 100€

Frei João Reserva 1990 Magnum, 40€

Quinta do Poço do Lobo 1988, 5€

Quinta do Poço do Lobo Reserva 1995 Magnum, 20€

Vinhos frágeis e delicados mas simultaneamente vivos e frescos, são criações únicas – constituindo um património da vitivinicultura portuguesa que merece ser conhecido.

 

Caves São João | São João da Azenha, Anadia, Portugal

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publicado às 02:54

As peças de cerâmica de Cátia Pessoa e José Avillez

por Raul Lufinha, em 09.12.13

"7 Colinas"

"Calçada Portuguesa", "Pedra da Calçada", "Pedra da Calçada", "Outono"

"Pedra da Calçada", "Folhas Caídas", "Coração de Areia", "Meia Dúzia"

"Rebentação", "Iogurte", "Pedra da Calçada", "Tela"

"Prato de Pano", "Lingueirão", "Osso com Tutano", "Folhas do Largo de S. Carlos"

Para José Avillez, «o mais importante é o sabor».

Mas o chef não descura a forma, dedicando-lhe um dos mandamentos da sua cozinha: «Procuram-se novas “embalagens” e novas formas de servir».

Daí a importância das peças de cerâmica originais, únicas mesmo, que a ceramista Cátia Pessoa e o chef José Avillez têm vindo a desenvolver em conjunto para o BELCANTO.

«Neste projecto não existe fronteira definida entre o trabalho de José Avillez como chef e o de Cátia Pessoa como ceramista. Pensadas como um todo, as formas intervêm na maneira como as pessoas vêem e degustam o prato, quebrando a barreira entre contentor e conteúdo.»

Havendo inclusivamente o caso de criações gastronómicas que já se tornaram indissociáveis da loiça em que são servidas – pense-se na “Rebentação”, com os sabores do mar apresentados numa onda a rebentar.

A grande novidade é Cátia Pessoa e José Avillez reunirem numa exposição os principais trabalhos resultantes da sua parceria, na qual também é possível comprar as peças, algumas só por encomenda.

Chama-se “ALIMENTA-ME”, está integrada na ExperimentaDesign e ainda poderá ser visitada nos dias 13 e 14 de Dezembro, das 14h às 19h, no atelier Caulino Ceramics, Rua de São Mamede ao Caldas, 28, em Lisboa.

Tendo o aliciante adicional de se poder conversar com a artista e assistir ao trabalho de Cátia Pessoa ao vivo.

Cátia Pessoa

… a trabalhar no seu atelier

Work in progress

Fotografias: Marta Felino / Flash Food

Cátia Pessoa

BELCANTO | Largo de São Carlos, 10, Lisboa, Portugal | Chef José Avillez

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publicado às 00:33

Livros #27: As regiões e as castas portuguesas

por Raul Lufinha, em 08.12.13

Editado pela Feitoria dos Livros, “A Minha Garrafeira – My Wine Cellar” é um pequeno livro bilingue de divulgação das regiões vitivinícolas e das principais castas portuguesas.

 

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publicado às 17:23

Visita à Herdade das Servas

por Raul Lufinha, em 07.12.13

Pôr-do-sol na Herdade das Servas

A Herdade das Servas fica em Estremoz, no Alto Alentejo.

Pertencendo aos irmãos Serrano Mira, Carlos e Luís.

Carlos e Luís Serrano Mira

Sendo a família Serrano Mira uma das mais antigas na produção de vinho do Alentejo – pelo menos desde o século XVII que ele é produzido nestas propriedades.

Talha de barro de 1667

Com efeito, ainda hoje a Herdade das Servas conserva talhas de barro datadas de 1667...!

Luís Serrano Mira

Luís Serrano Mira conduziu a visita à adega da empresa, equipada com a mais moderna tecnologia de recepção, vinificação e envelhecimento de vinhos.

A Herdade das Servas produz 1 milhão e 200 mil garrafas por ano, comercializando vinhos brancos, tintos e rosés sob três marcas:

• Vinha das Servas – entrada de gama, para o dia-a-dia;

• Monte das Servas – para o dia-a-dia de um consumidor mais exigente;

• Herdade das Servas – topo de gama, para momentos de consumo especiais.

Tendo um património vinícola de 220 hectares, dividido em quatro vinhas: Azinhal, Judia (a mais antiga), Monte dos Clérigos e Servas.

A idade das vinhas está compreendida entre os 20 e os 60 anos, com excepção da vinha das Servas, plantada em Janeiro de 2007.

Sendo acompanhadas por uma equipa de viticultura liderada por Carlos Serrano Mira.

Já a enologia está a cargo de Luís Serrano Mira e do enólogo Tiago Garcia.

Luís Serrano Mira, Tiago Garcia e Carlos Serrano Mira 

Herdade das Servas, vinhos de qualidade de um "Alentejo de corpo e alma".

 

Herdade das Servas, Estremoz, Alentejo, Portugal

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publicado às 13:45

A primeira carta de Pedro Mendes no NARCISSUS

por Raul Lufinha, em 06.12.13

Pedro Mendes apresentando o projecto gastronómico do Marmòris

A primeira carta com a assinatura de Pedro Mendes no NARCISSUS é a de Outono-Inverno.

Tendo o jantar de apresentação do projecto gastronómico do Alentejo Marmòris começado com uma provocação extra-menu do chef: uma horta, algures entre o Alentejo e o Algarve – num puré de cherovias, nascem cenouras, rabanetes, espargos, beterrabas, nabos, cogumelos…

"A Horta"

A seguir, um dos momentos altos da noite.

Um delicioso prato conceptual que recria o percurso do chef ao mudar-se do Algarve para o Alentejo, para vir para o NARCISSUS:

– Em que o Algarve surge representado por um puré de batata-doce de Aljezur com tinta de choco, polvo e uma fava;

– A serra algarvia que Pedro Mendes teve que transpor está representada pela verdura;

– E o Alentejo é um bolinho frito de farinheira e bolota, com compota de cebola roxa.

Uma composição extremamente feliz, parece uma fotografia da viagem do chef... e muito saborosa!

"Do Algarve para o Alentejo"

Depois chega a primeira entrada da carta: vieiras enroladas em salmão fumado de sabor intenso e ovas do mesmo sobre polenta de algas wakamé.

"Vieiras enroladas em Salmão Fumado e Ovas do mesmo sobre Polenta de Algas Wakamé"

Continuando com a bolota, outro grande momento da noite: um creme de bolota e feijão preto com morcela de porco alentejano frita.

No qual, apesar do sabor intenso do feijão, é perfeitamente identificável o sabor bom e ácido da bolota!

"Creme de Bolota e Feijão Preto com Morcela de Porco Alentejano Frita"

Para prato de peixe, Pedro Mendes preparou cação escalfado em caldo de algas, com um intenso molho de tomate e poejos. E croûtons de pão alentejano.

"Cação escalfado em Caldo de Algas, Molho de Tomate e Poejos e Croûtons de Pão Alentejano"

Já o prato de carne foram plumas de porco alentejano com carnes fumadas da região, nomeadamente paio, paiola e painho.

Batata frita com pickles caseiros e mostarda Dijon, duas amêijoas à Bulhão Pato...

... e uma bolota assada!

"Plumas de Porco Alentejano e Suas Carnes fumadas, Bolota Assada, Batata frita com Pickles caseiros e Amêijoas à Bulhão Pato"

Para pré-sobremesa, uma cheesecake de chocolate. Com framboesa, papaia e kiwi.

"Cheesecake de chocolate, framboesa, papaia e kiwi"

E a sobremesa propriamente dita voltou a incorporar a bolota, demonstrando a sua grande versatilidade gastronómica.

Era uma azevia de bolota e mel, com algodão doce, um crocante de canela e gelado de nata.

"Azevia de Bolota e Mel em Algodão Doce e Crocante de Canela"

Finalmente, as mignardises foram uns deliciosos bombons de bolota (!) e mel, feitos no NARCISSUS com chocolate preto e aguardente vínica Ramos Pinto Velha.

"Bombons de Bolota e Mel"

Um grande jantar, que fez abrir o apetite para conhecer o resto da carta do NARCISSUS.

E em que dá gosto ver a bolota tipicamente alentejana sempre muito presente.

Chef Pedro Mendes e parte da equipa

As maiores felicidades ao chef Pedro Mendes... e a toda a equipa do restaurante NARCISSUS e do Alentejo Marmòris Hotel & Spa!

 

Ver também:

Pedro Mendes, o novo chef do NARCISSUS

Livros #28: Pedro Mendes e o renascer da bolota

O Marmòris e o NARCISSUS

Pedro Mendes e o presunto de porco alentejano

A construção da "Horta" de Pedro Mendes

Pedro Mendes e as vieiras enroladas em salmão

Bolota & Feijão Preto

Pedro Mendes e o empratamento do cação escalfado em caldo de algas

Cheesecake de Chocolate

Pedro Mendes, Gonçalo Carvalho e as azevias de bolota e mel

Bombons de bolota

Antónia Ruivo… a cozinha e a poesia

Que em 2014… o fogo da cozinha portuguesa alastre pelo mundo fora!

 

NARCISSUS | Alentejo Marmòris Hotel & Spa, Largo Gago Coutinho, 11, Vila Viçosa, Portugal | Chef Pedro Mendes

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publicado às 03:59

O Marmòris e o NARCISSUS

por Raul Lufinha, em 05.12.13

O ano de 2013 trouxe duas novas palavras ao universo da gastronomia: Marmòris e NARCISSUS.

Localizado em Vila Viçosa e integrado na cadeia Small Luxury Hotels of the World, o Alentejo Marmòris Hotel & Spa é um cinco estrelas único no mundo, um autêntico museu dedicado ao mármore.

Daí o seu nome, Marmòris – mármore, em latim.

E o restaurante do Marmòris é o NARCISSUS – em homenagem à flor Narcissus Fernandesii, uma espécie endémica existente nas pedreiras de mármore de Vila Viçosa e que se encontra em perigo de extinção.

À frente do NARCISSUS está o chef Pedro Mendes.

Autor do livro “O Renascer da Bolota”, Pedro Mendes pratica em Vila Viçosa uma cozinha de influência alentejana… mas sem esquecer os seus clássicos.

Incluindo vários pratos com… bolota!

Chef Pedro Mendes

Num hotel projectado pelo arquitecto João Paulo e decorado por Miguel Câncio Martins, a luminosa sala do NARCISSUS distingue-se por uma mesa comunal de mármore feita de um monobloco de pedra…

... e por uma enorme janela rasgada para cozinha!

O restaurante NARCISSUS do hotel Marmòris, a novidade gastronómica de 2013 que enche de orgulho os calipolenses.

 

Ver também:

A primeira carta de Pedro Mendes no NARCISSUS

 

NARCISSUS | Alentejo Marmòris Hotel & Spa, Largo Gago Coutinho, 11, Vila Viçosa, Portugal | Chef Pedro Mendes

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publicado às 01:41

É óptimo ir prá CADEIA

por Raul Lufinha, em 04.12.13

Na antiga Cadeia Comarcã de Estremoz, construída no século XVI, funciona actualmente o restaurante A CADEIA QUINHENTISTA, uma das referências da região.

Fica dentro do castelo, junto aos Paços do Concelho medievais, à Igreja Matriz, ao Paço Real e à casa do Alcaide.

E é propriedade de João Simões, antigo director da Pousada Rainha Santa Isabel, ali mesmo ao lado.

N’A CADEIA QUINHENTISTA a cozinha é deliciosamente alentejana... mas com criatividade e não exclusivamente tradicional.

Sendo todos os produtos da mais elevada qualidade – as carnes, os enchidos, os queijos…

"Queijo de ovelha amanteigado, gratinado com orégãos"

Já o prato com maior sucesso é a magnífica perdiz suada em azeite durante 6 ou 7 horas com castanhas e outros produtos da época – nesta altura do ano, com espargos bravos, cogumelos, uvas, romãs…

Chef Alice

À frente da cozinha está a Chef Alice Pola, que João Simões trouxe da Pousada de Estremoz…

… e cujas mãos sabedoras e experientes nos deixam aprisionados!

 

Ver também:

Sobremesa n'A CADEIA QUINHENTISTA

 

A CADEIA QUINHENTISTA | Rua da Rainha Santa Isabel - Castelo, Estremoz, Portugal | Chef Alice Pola

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publicado às 02:45

Harmonização de sobremesas e vinhos… por Nuno Oliveira Garcia

por Raul Lufinha, em 03.12.13

Nuno Oliveira Garcia

A sessão de harmonização de sobremesas e vinhos que decorreu paralelamente ao “Encontro com o Vinho e Sabores 2013” foi conduzida por Nuno Oliveira Garcia, redactor e membro do painel de provas da Revista de Vinhos.

O qual desde logo explicou as duas formas clássicas de harmonizar sobremesas e vinho: por harmonia ou concordância; e por contraste.

Tendo depois proposto no mínimo dois vinhos diferentes para cada uma das cinco sobremesas.

Cinco sobremesas: Pão de Ló Coberto de Vizela (na posição das 12h00), Bolo-Rei da Confeitaria Nacional, tarte de amêndoa da marca “A Tarte”, O Melhor Bolo de Chocolate do Mundo e Pudim Abade de Priscos

Para o Pão de Ló Coberto de Vizela, também conhecido por “Bolinhol”, os dois vinhos sugeridos foram o Colecção Privada Domingos Soares Franco Espumante Moscatel Roxo Rosé 2012, numa linha de harmonia; e o Blandy's Malmsey 10 Years Old, por contraste.

Com o Bolo-Rei da Confeitaria Nacional, a proposta foi confrontar o Porto Ferreira Duque de Bragança Tawny 20 Anos (um Vinho do Porto que “cheira a Bolo-Rei”, pleno de frutos secos e confitados) com o Bacalhôa Moscatel Roxo 2001, que ligou especialmente bem com os sabores de laranja desta sobremesa típica do Natal.

Para a tarde de amêndoa, foram testados três vinhos: o Tawny, o Moscatel Roxo e o Madeira Malvasia.

Com O Melhor Bolo de Chocolate do Mundo, duas harmonizações: o Moscatel Roxo, recriando a tradicional ligação chocolate/laranja; e o Warre's LBV 2002.

Finalmente, com o poderoso Pudim Abade de Priscos da Doçaria da Cruz de Pedra, em Braga, acabaram por ser experimentados os cincos vinhos da prova – mesmo sem consenso, a preferência da sala pareceu ter recaído no Madeira, por ter sido aquele que terá dado mais luta ao denso pudim.

Cinco vinhos: Colecção Privada Domingos Soares Franco Espumante Moscatel Roxo Rosé 2012, Blandy's Malmsey 10 Years Old, Porto Ferreira Duque de Bragança Tawny 20 Anos, Bacalhôa Moscatel Roxo 2001 e Warre's LBV 2002

Aberta ao público, foi uma prova marcada pela elevada qualidade das sobremesas... e dos vinhos.

Fotografias: Marta Felino / Flash Food

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publicado às 02:59

Pedro Mendes, o novo chef do NARCISSUS

por Raul Lufinha, em 02.12.13

Pedro Mendes

Pedro Mendes é o novo chef do NARCISSUS, o restaurante do Alentejo Marmòris Hotel & Spa, em Vila Viçosa.

Com grande gosto pela pesquisa e investigação, Pedro Mendes pratica uma cozinha que tem a marca – e o aliciante adicional – da utilização de ingredientes pouco comuns, improváveis até, como as algas ou mais ainda... as bolotas.

Aliás, já este ano lançou o seu segundo livro de cozinha, intitulado precisamente “O Renascer da Bolota”.

 

Ver também:

A primeira carta de Pedro Mendes no NARCISSUS

 

NARCISSUS | Alentejo Marmòris Hotel & Spa, Largo Gago Coutinho, 11, Vila Viçosa, Portugal | Chef Pedro Mendes

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publicado às 00:01

Osvaldo Amado e a prova dos vinhos da Adega de Cantanhede

por Raul Lufinha, em 01.12.13

Os cinco (vinhos) na Adega de Cantanhede

A visita à Adega de Cantanhede culminou com uma sessão de prova dos vinhos da casa, conduzida igualmente pelo enólogo Osvaldo Amado.

O qual apresentou um branco (Marquês de Marialva Arinto Reserva 2012), um tinto de Baga (Foral de Cantanhede Grande Reserva Baga 2009) e dois espumantes também de Baga (Marquês de Marialva Baga Rosé 2011 e Marquês de Marialva Baga Blanc de Noir 2011).

Tendo depois fechado a prova com um vinho licoroso da colheita de 2011 ainda inédito, que irá ser lançado sob a designação de "Marquês de Marialva Singular".

Foral de Cantanhede Grande Reserva Baga tinto 2009

Espumante Marquês de Marialva Baga Rosé 2011

Espumante Marquês de Marialva Baga Blanc de Noir 2011

Vinho Licoroso Colheita de 2011 “Maturated in Bottle” (rótulo de trabalho do futuro "Marquês de Marialva Singular")

 

Adega de Cantanhede | Rua Eng. Amaro da Costa, 117, Cantanhede, Bairrada, Portugal

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publicado às 03:24

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