Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

Um Riesling seco: 2007 A. Christmann IDIG Riesling Großes Gewächs Königsbacher, Pfalz, Alemanha
O programa de vinhos do NOMA tem como princípio e fim a comida servida no restaurante – que só utiliza ingredientes nórdicos. Daí que o mais óbvio seria que os vinhos também fossem exclusivamente nórdicos. Mas não é assim. Nos vinhos não há um dogmatismo nórdico.
Mas há dois princípios básicos.
Tal como os ingredientes provêm de um clima frio e agreste, com longos períodos de maturação, também os vinhos têm que ser oriundos de regiões frias, de modo a terem uma frescura e uma acidez elevadas, bastante mineralidade e muita elegância.
E do mesmo modo que os ingredientes vêm directamente do produtor para o prato, também os vinhos seguem essa orientação de respeito pelo produto.
Daí que sejam rejeitados os vinhos de regiões quentes – embora sejam utilizados vinhos franceses, bem como alemães, austríacos e do norte de Itália.
E que seja dada preferência aos vinhos naturais, com reduzida manipulação humana – os quais, por isso mesmo, na maioria dos casos, acabam por ser biológicos e biodinâmicos (embora o ser biológico não seja um selo automático de qualidade). Vinhos em que os desvios são virtudes e a ausência de polimento gera complexidade. Vinhos com sentido de terroir. Vinhos puros e autênticos. Vinhos selvagens.
(continua)
Fotografia: Marta Felino / Flash Food
NOMA | Strandgade 93, Copenhaga, Dinamarca | Chef René Redzepi
A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.
1. A categoria das três estrelas é a mais importan...
De verdade que não entendo porque perdem tanto tem...
1. O que é grave é que o que a Michelin anunciou q...
Salvo o devido respeito, no global não creio que t...
E no EL PAÍS Rosa Rivas vai pelo mesmo caminho, fa...
Não, não há o prometido crescimento em 2020 – é um...
Face à notícia largamente antecipada do fecho do r...
1 - A Michelin é uma empresa privada, faz os guias...
Esperemos então que o guia passe a ser apenas de E...