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O nome do NOMA é um acrónimo que resulta da junção das duas primeiras letras das palavras dinamarquesas “nordisk” e “mad”, comida nórdica.
E encerra em si todo um programa ideológico: fazer uma cozinha autêntica, exclusivamente com produtos locais.
Daí que não sejam utilizados os ingredientes típicos das cozinhas mediterrânicas, como o azeite, o tomate, os citrinos ou o foie gras. Nem produtos oriundos de regiões exóticas.
Com efeito, neste momento, para além dos vinhos (que podem acompanhar a refeição) e do café (servido no final) há apenas um ingrediente não-nórdico em uso no restaurante e, ainda assim, de forma muito limitada: chocolate.

A porta do NOMA
(continua)
Fotografias: Marta Felino / Flash Food
NOMA | Strandgade 93, Copenhaga, Dinamarca | Chef René Redzepi
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