Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Vinhos Velhos de João Paulo Martins: Grão Vasco tinto 1975

por Raul Lufinha, em 01.10.16

João Paulo Martins e o Grão Vasco tinto 1975

João Paulo Martins e o Grão Vasco tinto 1975

Não foi fácil!

Só à quarta tentativa é que João Paulo Martins conseguiu apresentar uma garrafa de Grão Vasco tinto da colheita de 1975… que ainda estivesse sã!

O que, contudo, não é de estranhar.

Com efeito, apesar de ser um vinho do Dão e de ser uma marca lançada pela Sogrape em 1958, este Grão Vasco não é um vinho de guarda… nem foi feito para durar tanto tempo em cave!

Daí ainda ser mais fascinante o ter sido possível provar um Grão Vasco… de 1975!

 

Ver também:

As tertúlias de João Paulo Martins... no CHAFARIZ DO VINHO

 

Enoteca CHAFARIZ DO VINHO | Rua da Mãe d'Água à Praça da Alegria, Lisboa, Portugal

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:16

Vinhos Velhos de João Paulo Martins: San Marco, Grande Reserva, 1964

por Raul Lufinha, em 13.08.16

João Paulo Martins

João Paulo Martins

Continuando a viagem pelos vinhos velhos de João Paulo Martins no CHAFARIZ DO VINHO, a paragem seguinte foi um tinto do Douro ainda em forma, o San Marco Grande Reserva de 1964.

O qual era produzido pela S.V.P. Constantino, empresa fundada por Constantino de Almeida cujo conhecido brandy Constantino integra atualmente o portfólio Sogrape.

San Marco, Grande Reserva, tinto, 1964

San Marco, Grande Reserva, tinto, 1964

 

Ver também:

As tertúlias de João Paulo Martins... no CHAFARIZ DO VINHO

 

Enoteca CHAFARIZ DO VINHO | Rua da Mãe d'Água à Praça da Alegria, Lisboa, Portugal

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 16:54

No EMO, viagem pelos sabores da Tailândia

por Raul Lufinha, em 02.08.16

Na varanda do EMO, Adtavorn Charoonpontithi

Na varanda do EMO, Adtavorn Charoonpontithi

Adtavorn Charoonpontithi, chef executivo do Anantara Sathorn Bangkok Hotel, trouxe consigo da Tailândia uma equipa de mais três cozinheiros e esteve uma semana no Tivoli Victoria, em Vilamoura, para apresentar os sabores da autêntica cozinha tailandesa.

Foi no âmbito do Thai Food Festival, que culminava todos os dias com um jantar no restaurante EMO onde era possível escolher à carta ou então apreciar dois menus de degustação, um tradicional e outro contemporâneo com a assinatura do chef tailandês.

Mais interessante ainda, porém, foi ficar nas mãos do chef e deixar ao cuidado de Adtavorn Charoonpontithi a escolha dos pratos... de modo a que o jantar fosse simultaneamente representativo não apenas da sua cozinha moderna mas também dos sabores tradicionais tailandeses!

O resultado foi um jantar absolutamente único, em que Adtavorn Charoonpontithi foi escolhendo pratos... de um e de outro menu de degustação!

Tendo tudo começado com dois snacks que são uma homenagem do chef tailandês à vibrante street food de Bangkok!

Primeiro, o típico frango picante, com ovo e arroz fritos.

Mas que, nesta saborosa versão fine dining, Adtavorn Charoonpontithi faz sem arroz… e com o ovo – a que chama de “perfeito” – cozinhado a baixa temperatura!

Ovo perfeito | Ovo perfeito com frango picante e manjericão

Ovo perfeito | Ovo perfeito com frango picante e manjericão

E depois uma recriação do famoso Phad Thai, com todos os sabores que encontramos nas ruas de Bangkok mas que aqui no EMO Adtavorn Charoonpontithi apresenta sem… noodles!

Atum Phad Thai mas… | Atum cru com aromas Phad Thai

Atum Phad Thai mas… | Atum cru com aromas Phad Thai

O momento seguinte – uma sopa fabulosa – foi a primeira incursão de Adtavorn Charoonpontithi pela cozinha tradicional tailandesa, com um quente mas extremamente refrescante caldo de coco e galinha, com cogumelos.

Cítrica, salgada, doce e suavemente picante, é um excelente exemplo do modo saboroso como se cozinha na Tailândia.

Tom - Kha - Gai | Caldo de coco e galinha

Tom - Kha - Gai | Caldo de coco e galinha

Tom - Kha - Gai | Caldo de coco e galinha

Depois, o regresso à modernidade com um caril maravilhoso!

Mas em que Adtavorn Charoonpontithi trabalha individualmente cada um dos elementos, de modo a que os seus sabores não se percam no todo, abafados precisamente pelo caril.

Sobressaindo igualmente a revigorante frescura das líchias!

Caril vermelho de pato | Peito de pato assado com líchias e caril vermelho Thai

Caril vermelho de pato | Peito de pato assado com líchias e caril vermelho Thai

Caril vermelho de pato | Peito de pato assado com líchias e caril vermelho Thai

Caril vermelho de pato | Peito de pato assado com líchias e caril vermelho Thai

Continuando num registo contemporâneo, Adtavorn Charoonpontithi propôs que se cortassem os sabores com um granizado de gengibre e hibiscos.

Granizado | Gengibre e hibiscos

Granizado | Gengibre e hibiscos

Granizado | Gengibre e hibiscos

A seguir, dois pratos de mar numa linha tradicional e acompanhados por arroz.

Primeiro, sem qualquer picante, lula frita com molho de alho e pimenta.

Pla - Meuk - Tod - Gratiam - Prik Thai | Lula frita com molho de alho e pimenta

Pla - Meuk - Tod - Gratiam - Prik Thai | Lula frita com molho de alho e pimenta

E depois robalo frito, com o típico e saboroso molho agridoce levemente picante, bem como com a frescura das folhas de manjericão crocantes!

Pla - Rhad - Prik | Peixe do dia frito com molho de chili doce

Pla - Rhad - Prik | Peixe do dia frito com molho de chili doce

País sem tradição vínica, na Tailândia as duas bebidas mais populares são a cerveja e o rum locais.

Não sendo fácil o vinho conseguir acompanhar com sucesso uma cozinha que conjuga, em cada prato, sabores tão díspares e intensos, desde o doce ao salgado, passando pelo cítrico e pelo picante.

Daí que uma boa opção seja... um branco com madeira!

Como sucedeu com o sublime Encruzado da Quinta dos Carvalhais de 2011, um varietal da mais emblemática casta branca do Dão que estagiou durante seis meses em barricas de carvalho novo e continuou a evoluir em garrafa, surgindo com notas de fruta fresca, nomeadamente maçã, e também de fruta tropical – que o ligam tão bem com a exótica cozinha tailandesa – e que apresenta uma acidez vibrante e uma excelente estrutura, bem como uma untuosidade que nos enche a boca e renova a vontade de continuarmos a viajar por estes sabores orientais.

Quinta dos Carvalhais Encruzado branco 2011

Quinta dos Carvalhais Encruzado branco 2011

Passando para as sobremesas, Adtavorn Charoonpontithi começou por apresentar dois doces tradicionais que, conforme explicou, só existem devido à passagem dos Portugueses pela Tailândia na época dos Descobrimentos.

Com efeito, até esse momento, os tailandeses não utilizavam ovos nas sobremesas!

Khao - Niao - Nah - Sang - Kha -Ya | Arroz doce em leite de coco com creme de ovo // Tub - Tim - Krob | Castanha de água com pérolas de tapioca e xarope de coco

Khao - Niao - Nah - Sang - Kha -Ya | Arroz doce em leite de coco com creme de ovo // Tub - Tim - Krob | Castanha de água com pérolas de tapioca e xarope de coco

Tendo Adtavorn Charoonpontithi finalizado a visita aos sabores modernos e tradicionais da Tailândia com uma sobremesa contemporânea que inclui o seu famoso 'palm sugar ice cream', denso e saboroso!

Adtavorn Charoonpontithi

Adtavorn Charoonpontithi…

Coco, manga e arroz | Flã de coco com infusão de jasmim, manga e creme de arroz doce

… Coco, manga e arroz | Flã de coco com infusão de jasmim, manga e creme de arroz doce

 

Na deslumbrante varanda do EMO, sobre o campo de golfe e os lagos, foi uma extraordinária viagem pela cozinha de Adtavorn Charoonpontithi!

O qual nos deu a conhecer o quão fascinante a cozinha tailandesa é!

Sabores fortes e intensos!

Mas sempre muito límpidos e equilibrados, conjugando de forma bastante delicada e apelativa o doce, o salgado e o picante!

E com a fascinante característica de ser uma cozinha muito refrescante!

Muito obrigado ao chef Adtavorn Charoonpontithi e também ao chefe de sala Rui Carlos.

Foi mais uma grande experiência no EMO!

 

Fotografias: Raul Lufinha e Marta Felino 

EMO - Thai Food Festival | Tivoli Victoria, Vilamoura, Portugal | Chef Adtavorn Charoonpontithi

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:48

Jogo de harmonizações… no THE SANDEMAN CHIADO

por Raul Lufinha, em 28.07.16

Sandeman White, Tawny e Ruby Porto

White, Tawny, Ruby

No THE SANDEMAN CHIADO o objetivo é utilizar a comida para desafiar os Millennials – a geração que nasceu nos anos 80 e atingiu a idade adulta no início do século XXI – a aventurarem-se no universo do Vinho do Porto.

Daí que a carta criada por Luís Américo e João Pupo Lameiras seja construída em torno de produtos-chaves, para cada um dos quais existem três confeções ou acompanhamentos diferentes... e a correspondente sugestão de Vinho do Porto Sandeman – White, Ruby ou Tawny.

Ou seja, primeiro escolhemos o produto (seja a beringela, o foie gras ou a alheira, por exemplo).

Depois optamos pela confeção ou acompanhamento que pretendemos.

E, por fim, chegamos ao Vinho do Porto que, no entendimento do THE SANDEMAN CHIADO, melhor se conjuga com a escolha que fizémos.

Sandeman White, Tawny e Ruby Porto

White, Tawny, Ruby

Contudo, no THE SANDEMAN CHIADO – como em boa hora sugeriu a Mariana Seabra, gerente do espaço – existe ainda uma outra forma mais lúdica e user friendly de apreciar a ligação do Vinho do Porto à comida!

É pedir desde logo... uma prova dos três Vinhos do Porto Sandeman disponibilizados – Branco, Ruby e Tawny!

Com efeito, o segredo do sucesso da experiência está em fazer uma prova conjunta dos três Vinhos do Porto!

Deste modo, depois podemos escolher os pratos que pretendemos sem qualquer preocupação de seguir as correspondentes sugestões individuais de harmonização vínica propostas pela casa…

... porque vamos testar todos e cada um dos pratos com os três Vinhos do Porto!

Ou seja, em vez de harmonizarmos um prato apenas com um único Vinho do Porto...

... testamos todos os pratos que escolhermos... com três Vinhos do Porto!

O que torna a experiência muito mais enriquecedora!

José Castela

José Castela, o chef executivo

Couvert

Pão e telhas crocantes; queijo creme fumado e paprika; manteiga de alho assado

Beringela com queijo Brie e molho de tomate

Beringela com queijo Brie e molho de tomate

Línguas de bacalhau, com puré de cebola negro e presunto de porco preto

Línguas de bacalhau, com puré de cebola negro e presunto de porco preto

Foie gras e frutos vermelhos com anis

Foie gras e frutos vermelhos com anis

Foie gras, cacau, iogurte e beterraba

Foie gras, cacau, iogurte e beterraba

Rosbife, rábano picante e jus de carne

Rosbife, rábano picante e jus de carne

Pão de ló, queijo Serra da Estrela DOP, doce de ovos, redução de Vinho do Porto e gelado de canela

Pão de ló, queijo Serra da Estrela DOP, doce de ovos, redução de Vinho do Porto e gelado de canela

A caixa da conta

A caixa da conta

 

Ver também:

THE SANDEMAN CHIADO com carta de Luís Américo e João Pupo Lameiras

 

Fotografias: Raul Lufinha e Marta Felino

THE SANDEMAN CHIADO | Largo Raphael Bordallo Pinheiro, 27 e 28, Lisboa, Portugal | Chef executivo José Castela

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 01:13

THE SANDEMAN CHIADO com carta de Luís Américo e João Pupo Lameiras

por Raul Lufinha, em 17.06.16

José Castela, Luís Américo, João Pupo Lameiras

José Castela, Luís Américo, João Pupo Lameiras

A centenária marca de Vinho do Porto Sandeman, fundada em 1790, acaba de abrir um espaço próprio em Lisboa – o THE SANDEMAN CHIADO.

Cujo conceito gastronómico, com a comida pensada em função do Vinho do Porto do princípio ao fim da refeição, tem a assinatura de dois conhecidos nomes da cidade do Porto:

- Luís Américo, o chef do CANTINA 32, de quem não esquecemos um jantar no saudoso MESA com sobremesas de grande nível, no quarto andar de um prédio na Foz;

- e João Pupo Lameiras, cuja recordação de um extraordinário almoço no LSD continua bem viva e que, para além de continuar a assinar a carta de vários espaços, incluindo o LSD e a CASA DE PASTO DA PALMEIRA, tem também o seu próprio restaurante-loja, o BACALHAU.

Já os cocktails são da autoria de Kiko Pericoli do DOUBLE 9.

THE SANDEMAN CHIADO

THE SANDEMAN CHIADO

THE SANDEMAN CHIADO

THE SANDEMAN CHIADO

Fundada em 1790

 

THE SANDEMAN CHIADO | Largo Raphael Bordallo Pinheiro, 27 e 28, Lisboa, Portugal | Chef executivo José Castela

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 02:21

CASA DE CHÁ DA BOA NOVA: feijoada à transmontana

por Raul Lufinha, em 20.03.16

Feijoada à transmontana

O prato, ainda sem molho

Há uma frase de Rui Paula que marca a nossa experiência na CASA DE CHÁ DA BOA NOVA:

“A memória é a minha principal fonte de inspiração.”

Surge-nos assim que chegamos à mesa e abrimos a carta…

… mas, de facto, acompanha-nos ao longo de toda a refeição – a cada novo prato é impossível não relembrar essas palavras iniciais!

E, embora se perceba claramente que as recordações de Rui Paula estão bem presentes em momentos como o snack da feijoada de chocoa enguia ou a caldeirada

… é na extraordinária recriação da feijoada – uma feijoada à transmontana, como as raízes do chef – que atinge todo o seu esplendor a evocação, num registo fine dining, desses sabores de sempre que Rui Paula guarda na lembrança!

Feijoada à transmontana

Feijoada à transmontana

Feijoada à transmontana

O intenso e apurado molho… de feijoada

Juntando Rui Paula todas as carnes…

… e reunindo todos os ingredientes…

… para fazer uma feijoada aparentemente muito sofisticada…

… mas que, na realidade, é um regresso à essência…

… é um voltar aos sabores básicos e intensos das feijoadas à transmontana da infância de Rui Paula!

Feijoada à transmontana

Feijoada à transmontana

Tendo o escanção Carlos Monteiro sugerido por companhia o complexo e elegante Quinta da Leda, um tinto emblemático da Casa Ferreirinha e um dos grandes vinhos do Douro…

… cujo lote final da colheita de 2013 é composto maioritariamente por Touriga Franca (70%), à qual o enólogo Luís Sottomayor acrescenta Touriga Nacional (15%), Tinto Cão (10%) e Tinta Roriz (5%).

Escanção Carlos Monteiro

Escanção Carlos Monteiro

Quinta da Leda tinto 2013

Quinta da Leda tinto 2013

 

(continua)

Ver também:

CASA DE CHÁ DA BOA NOVA: a alta cozinha de Rui Paula... e o traço genial de Siza Vieira

 

CASA DE CHÁ DA BOA NOVA | Av. da Liberdade, Leça da Palmeira, Matosinhos, Portugal | Chef Rui Paula

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 03:21

Prova comentada de Portos… LBV

por Raul Lufinha, em 24.10.15

Luís Antunes

Luís Antunes

Produzidos com uvas de uma só colheita e engarrafados entre o quarto e o sexto ano…

… os Late Bottled Vintage são cada vez mais uma alternativa de qualidade aos Porto Vintage.

José Maria Soares Franco

José Maria Soares Franco (Duorum)

Luciano Madureira

Luciano Madureira (enólogo da Rozès)

Sendo mais acessíveis…

… e estando preparados para o consumo imediato.

Luís Antunes

Luís Antunes e os LBV

Ora, acompanhando o crescente interesse de produtores e consumidores pelos LBV…

… no Festival do Vinho do Douro Superior, em Vila Nova de Foz Coa…

… Luís Antunes, crítico da Revista de Vinhos, conduziu uma prova comentada dedicada em exclusivo…

… aos Portos LBV do Douro Superior!

Os 12 LBV provados e comentados

Da direita para a esquerda, os doze LBV provados:

Rozès Quinta do Grifo LBV 2011

Duorum LBV 2010

Ferreira LBV 2010

Burmester LBV 2009

Cockburn’s LBV 2009

Conceito LBV 2009

Dow’s LBV 2009

Graham’s LBV 2009

Quinta do Crasto LBV 2008

Christie’s Butler Nephew LBV 2007

Warre’s LBV Tradicional 2003

Ramos Pinto LBV 1994

Os 2 LBV mais marcantes da prova

E os dois LBV mais marcantes da prova, precisamente os mais antigos:

Warre’s LBV Tradicional 2003

Ramos Pinto LBV 1994

 

Ver também:

O Douro Superior é um festival

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:16

Pic-Nic… no Douro

por Raul Lufinha, em 26.08.15

... e um barco a descer o Douro

Junto ao Rio Douro…

Um rosé, um branco e um tinto... da Casa Ferreirinha

… um rosé, um branco e um tinto da Casa Ferreirinha…

 ... e no fim um Porto Ferreira

… e ainda um Porto Ferreira…

Sogrape

… todos vinhos da responsabilidade…

Luís Sottomayor

… do enólogo Luís Sottomayor!

Antiga Quinta da Granja

Num pic-nic...

Antiga Quinta da Granja

… na antiga Quinta da Granja...

Rio Douro

... junto ao Rio Douro.

Rio Douro

A qual é atualmente parte integrante da Quinta da Leda

Quinta da Leda

… uma das mais emblemáticas quintas da Sogrape no Douro.

Casa Ferreirinha Vinha Grande Rosé 2014 / Casa Ferreirinha Planalto Branco Reserva 2014 / Casa Ferreirinha Papa Figos Tinto 2013 / Porto Ferreira Duque de Bragança 20 Years Old Tawny Porto

Para a história, ficam os quatros vinhos do pic-nic:

Casa Ferreirinha Vinha Grande Rosé 2014

Casa Ferreirinha Planalto Branco Reserva 2014

Casa Ferreirinha Papa Figos Tinto 2013

Porto Ferreira Duque de Bragança 20 Years Old Tawny Porto

 

Ver também:

O Douro Superior é um festival

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 17:31

Visita à Quinta da Leda

por Raul Lufinha, em 17.08.15

Luís Sottomayor

Conduzida pelo enólogo Luís Sottomayor...

Quinta da Leda

... o responsável pela equipa de enologia das quintas do Douro da Sogrape... 

Quinta da Leda

... a visita à Quinta da Leda...

Quinta da Leda

... começou pela adega...

Quinta da Leda, Vinha da Adega

... construída em 2001.

Quinta da Leda

Sendo possível observar ao longe...

Quinta da Leda

... algumas das vinhas que estão na origem...

Quinta da Leda

... do mítico Barca Velha. 

Quinta da Leda

Já no interior das instalações...

Luís Sottomayor

... o enólogo Luís Sottomayor...

Quinta da Leda

... apresentou a notável obra de engenharia que a adega é...

Quinta da Leda

... desenvolvida na vertical, de modo a utilizar a força da gravidade para movimentar as massas vínicas.

Quinta da Leda

Prosseguindo com a visita...

Quinta da Leda

... foi possível atravessar a Quinta da Leda – são mais de 76 hectares de vinha.

Quinta da Leda

E depois parar junto ao Douro... 

Quinta da Leda

... para Luís Sottomayor mostrar a modernidade da viticultura da Sogrape...

Quinta da Leda, Vinha do Apeadeiro

... usando como exemplo a Vinha do Apeadeiro.

Quinta da Leda

Localizada no Douro Superior...

Quinta da Leda

... a Quinta da Leda é seguramente...

Quinta da Leda

... uma das mais emblemáticas quintas da Ferreira. E da Sogrape.

 

Ver também:

O Douro Superior é um festival

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:29

Gastronómico, o novo Herdade do Peso Colheita Branco

por Raul Lufinha, em 19.07.15

Luís Cabral de Almeida, Diogo Noronha e o Herdade do Peso Colheita Branco

O enólogo Luís Cabral de Almeida, o chef Diogo Noronha… e o Herdade do Peso Colheita Branco

 

A Herdade do Peso acaba de alargar o seu portefólio…

… com o lançamento do Colheita Branco.

 

Luís Cabral de Almeida, o enólogo

Luís Cabral de Almeida e o novo Antão Vaz da Vidigueira

 

É um varietal de Antão Vaz…

… que assume um estimulante caráter experimental.

Com efeito, apesar de ser um monocasta…

…o enólogo Luís Cabral de Almeida trabalhou-o como vinho de lote!

 

Luís Cabral de Almeida e os gráficos

Luís Cabral de Almeida demonstrando graficamente as sensações de intensidade e persistência na boca do novo Herdade do Peso Colheita Branco

 

Pelo que 85% do talhão foi vindimado 15 dias mais cedo...

... para ir buscar os citrinos da casta Antão Vaz e a frescura da Vidigueira.

Já os restantes 15%, foram vindimados somente duas semanas mais tarde e depois fermentaram ainda em barricas de carvalho francês...

... de modo a que o vinho ganhasse estrutura e complexidade.

 

Herdade do Peso Colheita Branco 2014

Herdade do Peso Colheita Branco 2014

Herdade do Peso Colheita Branco 2014

 

Tendo este primeiro Herdade do Peso Colheita Branco, feito por Luís Cabral de Almeida em camadas…

… resultado num vinho muito gastronómico e que funciona bastante bem com comida!

Isto porque, para além da frescura, da acidez e do prolongamento de boca dos brancos da Vidigueira…

… consegue ter também a estrutura, a complexidade e o arredondamento típicos da Herdade do Peso…

… e sem que a madeira se sobreponha!

Como se viu aliás na exuberante ligação do vinho…

… com a finger food de Diogo Noronha, chef da CASA DE PASTO.

 

Diogo Noronha e Luís Cabral de Almeida

Herdade do Peso Colheita Branco 2014

Herdade do Peso Colheita Branco

Finger Food by Diogo Noronha

Sobremesa

O Herdade do Peso Colheita Branco 2014… e a finger food de Diogo Noronha, da CASA DE PASTO

 

Original e sedutor…

… o Herdade do Peso Colheita Branco vai fazer sucesso nos jantares deste Verão!

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 17:57


Partilha de experiências e emoções gastronómicas

Raul Lufinha

Facebook


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

  Pesquisar no Blog


Últimos comentários

  • Raul Lufinha

    Obrigado, Nuno! :-)

  • Raul Lufinha

    Pois Nini, o René Redzepi não tem nenhum casaco de...

  • Nuno Pombo

    Relato maravilhoso. Já inscrevi essa experiência n...

  • NINI

    O CASACO DE PELES DO MAGNUS " , abriu-me o " OLHO ...

  • Raul Lufinha

    Sim Nini, ir ao FÄVIKEN é uma peregrinação que fic...

  • Raul Lufinha

    Obrigado, Ana! É fascinante como num lugar tão rem...

  • Marta Felino

    Sem dúvida, Nini! Absolutamente memorável e emocio...

  • Marta Felino

    Ana, fico contente por estar a gostar! :)Foi, de f...

  • NINI

    MARAVILHA de CENÁRIO !!!! É DAQUELAS EXPERÊNCIAS ,...

  • Ana Dias

    "Esqueçam" o DiverXO, "esqueçam" o Faviken. Para "...


Posts mais comentados


Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D




subscrever feeds