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21 de março, 'Goût de France' em Portugal: 35 restaurantes, Antoine Westermann e Re-Food

por Raul Lufinha, em 08.02.16

Embaixador de França em Portugal, Jean-François Blarel… e Hunter Halder, fundador da associação Re-Food

Embaixador de França em Portugal, Jean-François Blarel… e Hunter Halder, fundador da associação Re-Food

Este ano, a celebração mundial da excelência da cozinha francesa, já reconhecida pela UNESCO como património da humanidade, decorrerá no dia 21 de março.

Sendo 35 os restaurantes portugueses que nessa noite se irão juntar ao evento Goût de France / Good France e servirão a sua própria interpretação do que é um jantar “à francesa”:

– Ponta Delgada:

  • ANFITEATRO (Chef Pedro Oliveira)

– Funchal:

  • ARMAZÉM DO SAL (Chef Roberto Barros)
  • IL GALLO D’ORO (Chef Benoît Sinthon)

– Albufeira:

– Portimão:

  • VISTA (Chef João Oliveira)

– Vilamoura:

  • LE RENDEZ-VOUS (Chef José Niza)

– Leiria:

  • FIO D’AZEITE (Chef Pascal Lecoq)

– Coimbra:

  • CASAS DO BRAGAL (Chef Maria Manuela Cerca)

– Porto:

  • LADO B CAFÉ (Chef Artur Ribeiro)
  • MARIA BÔLA COFFEE BAKERY (Chef Maria Martins)
  • POIVRON ROUGE (Chef Jorge Sousa)

– Leça da Palmeira:

  • CASA DE CHÁ BOA NOVA (Chef Rui Paula)

– Matosinhos:

  • CHEDDAR GRILL & FONDUE (Chef Pedro Pereira)

– Cascais:

– Paço de Arcos:

– Lisboa:

Tendo Jean-François Blarel, o Embaixador de França em Portugal, enriquecido ainda mais a edição portuguesa do evento de 2016 com dois convites muito especiais:

– Um, a Antoine Westermann. O famoso chef francês, durante 15 anos chef consultor da FORTALEZA DO GUINCHO, regressará a Portugal para apadrinhar o Goût de France português e as iniciativas paralelas que serão desenvolvidas pela embaixada francesa;

– Outro, em linha com as conclusões da Cimeira do Clima realizada em Paris, ao movimento Re-Food. Fundado em Lisboa pelo norte-americano Hunter Halder, o Re-Food envolve as comunidades locais no combate ao desperdício alimentar e à fome, distribuindo por famílias carenciadas a comida que recolhe das sobras dos restaurantes. E irá receber igualmente 5% da receita de cada um dos 35 restaurantes com o jantar Goût de France de 21 de março. 

 

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publicado às 01:45

Re-food, aproveitar o que sobra

por Raul Lufinha, em 12.05.13

É sabido que nos restaurantes sobra sempre muita comida.

Daí que tenha surgido a ideia de aproveitar estes excedentes para os fazer chegar a quem deles necessita.

Ora o Re-food é precisamente esse projecto – sem fins lucrativos, pretende criar uma “ponte humana” que ligue directamente quem tem uma “sobra diária” com quem tem uma “necessidade diária”.

Indo recolher a sobra onde ela existe, para a entregar onde ela é necessária – sempre a nível local, funcionando numa lógica de bairro e de proximidade, para assegurar a máxima eficácia.

Sendo então crucial para o seu sucesso a participação de três elementos da comunidade local:

1) Primeiro, é necessário que os sobreprodutores de comida – nomeadamente restaurantes mas também cafés, pastelarias, padarias, supermercados, hotéis – doem os seus excedentes, em vez de os deitarem para o lixo.

2) Depois, é preciso que sejam identificados aqueles que necessitam dessa comida.

3) E finalmente é imprescindível que haja voluntários que façam a ligação entre ambos. Ou seja, que se desloquem aos estabelecimentos doadores para recolher as sobras (as quais muitas vezes terão ainda que ser separadas e embaladas) e que depois as entreguem onde fazem falta. Além de cederem o seu tempo e integrarem algumas destas equipas (de recolha, tratamento, entrega) as pessoas e as empresas também podem ajudar o Re-food desenvolvendo actividades pro-bono (por exemplo, assegurando a manutenção do site ou, no caso dos advogados, prestando apoio jurídico) e contribuindo com donativos, nomeadamente financeiros. Mas o essencial é o trabalho voluntário de recolha e entrega.

Actualmente o projecto-piloto de Lisboa (na freguesia de Nossa Senhora de Fátima) e o segundo núcleo (nascido em Telheiras em Janeiro de 2013) já estão produzindo cerca de 10.000 refeições por mês – mas só cobrem uma ínfima parte do território da cidade.

Pelo que está em curso o plano “Lisboa 100%”, para alargar o Re-food a todas as freguesias da cidade e tornar Lisboa na primeira cidade do mundo sem desperdício alimentar.

Porém, para o criador do Re-food, o norte-americano Hunter Halder, «o projecto “Lisboa 100%” estará concluído apenas quando todos os restaurantes tiverem uma alternativa a deitar fora os seus excedentes alimentares e quando não existir uma pessoa que viva em insuficiência alimentar».

P.S.: Um abraço amigo ao Tomás Caldeira Cabral, pelo alerta para o projecto Re-food e para a reunião de criação dos núcleos Re-food nos bairros da Estrela, Lapa, Prazeres e Santos, a realizar esta segunda-feira, 13 de Maio, às 21h15, em frente à Basílica da Estrela, com a presença do fundador do Re-food, Hunter Halder – mais um passo rumo ao “Lisboa 100%”.

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publicado às 21:14


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