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A Quinta do Síbio… da Real Companhia Velha

por Raul Lufinha, em 05.04.15

Quinta do Síbio

Quinta do Síbio

Quinta do Síbio

Encaixada no famoso Vale do Roncão e de acesso extremamente difícil – apenas veículos todo-o-terreno lá conseguem chegar…

… a lindíssima Quinta do Síbio é um museu vivo do Alto Douro Vinhateiro elevado pela UNESCO a Património Mundial, estendendo-se por 10 hectares de socalcos suportados pelos tradicionais muros de xisto.

A uma altitude que varia entre os 120 e os 300 metros, exposta essencialmente a sul e com um clima quente e seco que favorece as boas maturações…

… na Quinta do Síbio são cultivadas somente as castas tintas típicas do Douro: Touriga Nacional, Touriga Franca, Sousão, Tinto Cão, Tinta Amarela e Tinta Francisca.

Actualmente em conversão para o modo de produção biológico, a vindima de 2015 será a primeira que poderá ser certificada.

Sendo o objectivo da Real Companhia Velha criar… um vinho tinto biológico topo de gama!

Quinta do Síbio

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Ver também:

Viagem à Real Companhia Velha

 

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publicado às 13:35

Viagem à Real Companhia Velha

por Raul Lufinha, em 28.03.15

Pedro Silva Reis, Pai e Filho

Pedro Silva Reis, Presidente da Real Companhia Velha… e o filho Pedro O. Silva Reis, Trade Marketing Manager

Ir ao Douro visitar a Real Companhia Velha é uma viagem ao passado… e ao futuro.

Permitindo conhecer os grandes vinhos que a Companhia produz… e deixando perceber que os que estão agora a ser preparados serão clássicos das próximas décadas.

Com efeito, para além de ser uma das mais antigas empresas portuguesas, fundada em 1756 por D. José I sob os auspícios do Marquês de Pombal, a Real Companhia Velha é também um exemplo de inovação, de experimentação e de utilização das mais modernas tecnologias – incluindo drones (aeronaves não tripuladas) para monitorizar as vinhas…

E sempre com uma mentalidade muito aberta. A Real Companhia Velha tem mais de 540 hectares de vinhas próprias no Douro, espalhadas por cinco quintas (Carvalhas, Aciprestes, Cidrô, Casal da Granja e Síbio) mas recusa focar-se num único perfil de vinhos, apostando antes na diversidade – diversidade de estilos, de castas, de tipos de vinho… de tudo!

Daí ser tão interessante ir ao terreno ver o exacto local onde nascem as concretas uvas de cada um dos diferentes vinhos que a Real Companhia Velha produz…

… e compreender como essa específica conjugação de solo, altitude, exposição solar, microclima, casta, idade da videira, etc., origina vinhos cujas características, quando os bebemos, conseguimos perceber serem precisamente uma consequência directa e uma manifestação expressa desses vários factores que vimos na visita.

Sim, porque, para percebermos verdadeiramente um vinho, não basta bebê-lo. Há que conhecer onde é feito, como é feito e por quem é feito – ora, foi tão-só isto o que a notável viagem à Real Companhia Velha permitiu.

Vida longa à Real Companhia Velha!

 

Ver também:

A Quinta das Carvalhas

A Quinta dos Aciprestes

A Quinta de Cidrô

A Quinta do Casal da Granja

A Quinta do Síbio

O Centro de Vinificação

As Caves

1867, Royal Oporto

A casta... Samarrinho

Almoço nas Caves... da Real Companhia Velha

Jantar no Palácio... de Cidrô

Arinto... mas no Douro

Almoço na piscina... da Quinta das Carvalhas

Jantar na Casa Redonda... da Quinta das Carvalhas: (I) A Casa Redonda

Jantar na Casa Redonda... da Quinta das Carvalhas: (II) O Jantar

No CÊPA TORTA, em Alijó

 

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publicado às 18:40


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