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No CLUBE DE JORNALISTAS, Ivan Fernandes… e o berbigão ‘endògeno’

por Raul Lufinha, em 29.03.15

Ivan Fernandes

Ivan Fernandes

Dedicada ao berbigão, a 10.ª edição do projecto 'Endògenos' decorreu em Lisboa, no restaurante CLUBE DE JORNALISTAS.

Tendo Ivan Fernandes preparado um delicioso menu de degustação…

… com berbigão do princípio ao fim!

menu

Menu

Cerveja & Tequila

Depois da cava, um segundo aperitivo: cerveja com tequila

Berbigão...

... à Bulhão Pato

'Berbigão à Bulhão Pato'

Puré

'Puré de tinta de choco, berbigão, mexilhão, ovas de salmão e vinagrete de ponzu'

Oficina do Vinho

Harmonização vínica a cargo da Oficina do Vinho 

Risotto

Berbigão & Batata

'Risotto de lentilhas, berbigão, leite de coco e pimentada'… e 'Berbigão com batata'

Porco

'Porco da carta, colocando berbigão na guarnição, molho demiglacê de berbigão'

Pré-sobremesa

'Abafado da Alorna, Licor Beirão e berbigão'

Chocolate

'Bolo de chocolate, crumble de berbigão e gelado de eucalipto'

Equipa

A equipa de cozinha de Ivan Fernandes no CLUBE DE JORNALISTAS

Endógenos

Ivan Fernandes rodeado pela dupla do projecto 'Endògenos', Nuno Nobre e o chef António Alexandre

 

CLUBE DE JORNALISTAS – RESTAURANTE | Rua das Trinas, 129, Lisboa, Portugal | Chef Ivan Fernandes

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publicado às 23:32

Frederico Guerreiro e a sua tarte merengue de limão

por Raul Lufinha, em 05.02.14

Chef Frederico Guerreiro

… e a sua desconstruída tarte merengue de limão

A tarte merengue de limão é a sobremesa do PEDRO E O LOBO em que mais se nota a marca de Frederico Guerreiro.

De forma lúdica e inesperada, surge numa versão desconstruída…

… permitindo a degustação individual dos seus três elementos: a massa da tarte, o merengue e o creme de limão.

"Tarte Merengue de Limão"

Tendo sido acompanhada – por sugestão de Ricardo Meyrelles – pelo Abafado da Alorna, um vinho licoroso que estagiou cinco anos em barricas de carvalho usadas e harmoniza muito bem com sobremesas pois, apesar de produzido exclusivamente com Fernão Pires, é bastante fresco, não sendo excessivamente doce.

Alorna Abafado 5 Years

 

Ver também:

Ostras, Gin & Algas

A finalização do atum-patudo

Frederico Guerreiro, o cordeiro e as ervas picantes

Frederico Guerreiro e a sobremesa de chocolate do PEDRO E O LOBO

A equipa de Frederico Guerreiro no PEDRO E O LOBO

 

Fotografias: Marta Felino / Flash Food

PEDRO E O LOBO | Rua do Salitre, 169, Lisboa, Portugal | Chef Frederico Guerreiro

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publicado às 00:01

Harmonização de conservas e vinhos… por Fernando Melo

por Raul Lufinha, em 27.11.13

Fernando Melo

O crítico gastronómico e especialista em vinhos Fernando Melo conduziu a sessão de harmonização de conservas e vinhos que decorreu paralelamente ao “Encontro com o Vinho e Sabores 2013” e foi aberta ao público...

... tendo optado por utilizar uma única marca de conservas, de modo a assegurar a coerência da prova.

A eleita foi a Pinhais – fundada em 1920 mas pouco conhecida em Portugal, é uma fábrica de conservas de elevada qualidade em Matosinhos que continua a seguir os métodos tradicionais e exporta a quase totalidade da produção.

Em termos de vinhos, a ideia de Fernando Melo foi propor dois caminhos para cada iguaria – mas sempre com o conselho de nos familiarizarmos primeiro com o vinho antes de avançarmos para o peixe.

 

Sardinha em azeite

A prova começou com uma sardinha em azeite, conjugada com dois vinhos brancos com acidez para cortar a gordura da proteína e do azeite: um Alvarinho e um Arinto, este último mais fresco e incisivo.

 

Filete de cavala

Depois, um filete de cavala com duas harmonizações diferentes e pouco comuns mas extremamente interessantes para dar luta à gordura do peixe: um Colheita Tardia doce e um Porto Seco.

 

Sardinha com tomate

A terceira conserva já tinha tomate.

Pelo que a sugestão foi fazer a harmonização com um Sauvignon Blanc pleno de notas vegetais, sem prejuízo da comparação com os vinhos já propostos até aqui.

 

Petinga picante

A seguir apareceu o picante.

Tendo Fernando Melo proposto duas formas de reação a este intensificador de sabor: ou aumentando a estrutura (através de um branco com madeira) ou aumentando o álcool (com um Madeira).

Mas neste prova não se foi lá só com estrutura. O Madeira ganhou claramente o combate – e, mais notável ainda, sempre sem destruir os sabores do peixe e do picante.

 

Sardinha picante com picles

Finalmente, chegou uma sardinha picante com picles.

Para a qual Fernando Melo sugeriu um vinho branco complexo e rico – tendo proposto o Quinta da Alorna Arinto & Chardonnay Reserva 2012, em que, a par da elegância da madeira e da fruta madura do Chardonnay, brilhava a frescura do Arinto, de modo a neutralizar a sardinha.

 

Alvarinho Portal do Fidalgo branco 2012

Prova Régia Premium Arinto branco 2012

Monte da Ravasqueira Late Harvest Viognier 2012

Burmester Extra Dry White Porto

Mar da Palha Sauvignon Blanc 2011

Barbeito Verdelho Reserva Velha 10 Anos (Meio Seco)

Quinta do Boição Arinto Reserva branco (Ano?)

Quinta da Alorna Arinto & Chardonnay Reserva branco 2012

 

Ora, de tudo isto, se há uma ideia capaz de resumir a muito interessante e prolongada sessão de Fernando Melo...

... para além da grande qualidade das conservas Pinhais...

...essa ideia é a de que a escolha do vinho pode tornar memorável a degustação de algo aparentemente tão simples quanto uma conserva de peixe.

 

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publicado às 01:41

Colheita Tardia… tinto!

por Raul Lufinha, em 15.03.13

Cada vez mais procurados, os vinhos de Colheita Tardia continuam a ser pouco comuns. Naturalmente doces, são produzidos a partir de uvas sobremaduras intencionalmente deixadas na vinha várias semanas após a data ideal de colheita – quando não há chuvas nem humidade excessiva que as ameace – de modo a gerar a desidratação das uvas e a provocar uma grande concentração de açúcar.

Sendo habitualmente utilizadas castas brancas para a sua produção – por exemplo, Fernão Pires, Moscatel, Encruzado, Arinto ou Sémillon.

Mas se os Colheita Tardia brancos são poucos comuns, então os tintos são uma autêntica raridade…

Pois a Quinta da Alorna resolveu inovar e, depois do sucesso do branco, lançou este ano a primeira versão tinta do seu Colheita Tardia. Produzido a partir de uvas da casta Tinta Miúda e com um estágio de 4 meses em barricas de carvalho francês usadas, o Quinta da Alorna Colheita Tardia Tinto 2010 é, tal como os brancos, um vinho doce, para ser bebido fresco; mas tem um nariz e uma boca diferentes, com menos citrinos, menos frutos tropicais e mais frutos vermelhos. E, à semelhança da versão branca, harmoniza muito bem com patés, foie gras, queijo ou chocolate.

Limitado a 2.500 garrafas, já está à venda na Loja da Quinta, em Almeirim.

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publicado às 03:12


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