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Os 10 vinhos portugueses que mais marcaram Jancis Robinson

por Raul Lufinha, em 23.10.17

Jancis Robinson

Jancis Robinson

Para celebrar os 10 anos de colaboração de Jancis Robinson com a Essência do Vinho, a “Revista de Vinhos” desafiou a mais influente jornalista e “Master of Wine” do mundo a vir a Portugal apresentar os 10 vinhos e produtores portugueses que mais a marcaram na última década.

Aqui ficando a lista que Jancis Robinson apresentou ao vivo, numa estimulante conferência que hoje decorreu em Lisboa:

Soalheiro Primeiras Vinhas Alvarinho 2016

Soalheiro Primeiras Vinhas Alvarinho 2016 – Branco, Vinhos Verdes

Quinta dos Roques Encruzado 2007

Quinta dos Roques Encruzado 2007 – Branco, Dão

Luís Pato Vinha Barrosa 2005

Luís Pato Vinha Barrosa 2005 – Tinto, Bairrada

Barca-Velha 1999

Barca-Velha 1999 – Casa Ferreirinha, Tinto, Douro

Quinta do Crasto Vinha Maria Teresa 2005

Quinta do Crasto Vinha Maria Teresa 2005 – Tinto, Douro

Batuta 2007

Batuta 2007 – Niepoort, Tinto, Douro

Poeira 2011

Poeira 2011 – Jorge Moreira, Tinto, Douro

Bojador Vinho de Talha 2015

Bojador Vinho de Talha 2015 – Espaço Rural, Tinto, Alentejo

Barbeito Ribeiro Real Tinta Negra Lote 1 20 Years

Barbeito Ribeiro Real Tinta Negra Lote 1 20 Years – Vinho Madeira

Graham’s Single Harvest Tawny Port 1972

Graham’s Single Harvest Tawny Port 1972 – Vinho do Porto

10 grandes vinhos portugueses

Os 10 grandes vinhos portugueses... que mais marcaram Jancis Robinson

 

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publicado às 23:24

Heinz Beck… também é escanção

por Raul Lufinha, em 15.12.16

Sérgio Antunes, Ricardo Morais, Teresa Barbosa, Miguel Martins, Heinz Beck 3***, João Chambel, António Lopes, Nuno Jorge

Sérgio Antunes, Ricardo Morais, Teresa Barbosa, Miguel Martins, Heinz Beck 3***, João Chambel, António Lopes, Nuno Jorge

Um dos méritos dos festivais gastronómicos do Conrad Algarve é – muito justamente – o destaque dado aos escanções.

Mas tal não sucede por acaso.

Na verdade, poucas pessoas sabem mas o próprio Heinz Beck, para além da enorme sensibilidade que tem para os vinhos, é efetivamente um sommelier certificado!

Heinz Beck também é escanção!

Com efeito, o chef alemão chegou ao LA PERGOLA do Rome Cavalieri Waldorf Astoria em 1994.

E no ano em que recebeu a primeira estrela Michelin – 1996 – iniciou em Roma um curso de escanção de dois anos na Associazione Italiana Sommelier, que concluiu com sucesso em 1998…!

Entretanto receberia pela primeira vez a segunda estrela Michelin em 2001 e a terceira em 2005 – continuando ainda hoje a ser o único três estrelas da capital italiana.

Mas manteve sempre, em paralelo, a paixão pelo vinho!

E o carinho pela nobre arte de ser escanção!

Antes do jantar, os escanções fizeram a prova dos pratos e dos vinhos… e testaram as harmonizações

Antes do jantar e nos bastidores, os escanções fizeram a prova dos pratos e dos vinhos… e testaram as harmonizações

Pelo que, nos festivais gastronómicos que decorrem no Conrad Algarve, o GUSTO by Heinz Beck é sempre um palco privilegiado para os sommeliers mostrarem o seu saber e a grande mais-valia que acrescentam a uma refeição.

Aqui ficando uma recordação dos sete escanções que participaram no jantar ‘Beck, Bosi & Casagrande’ de encerramento do Gourmet Culinary Extravaganza de 2016, pela ordem de entrada em cena.

 

António Lopes

António Lopes | Champagne Janisson Baradon Brut, para as boas-vindas e também para acompanhar o tártaro de lírio com gaspacho verde que Heinz Beck serviu como amuse-bouche

 

António Lopes

António Lopes | Villa Oeiras Carcavelos, vinho generoso de uma região histórica, para acompanhar o foie gras de Heinz Beck

 

IMG_5906.JPG

Nuno Jorge | Quinta de Santiago Reserva Alvarinho branco 2014, com o atum de Heinz Beck

 

Miguel Martins

Miguel Martins | Royal Palmeira Loureiro branco 2012, com o lagostim de Paolo Casagrande

 

Teresa Barbosa

Teresa Barbosa | Pato Rebel branco 2011, com o risotto de beterraba de Paolo Casagrande

 

Ricardo Morais

Ricardo Morais | Manz Rosé 2015, com a lagosta de Claude Bosi

 

João Chambel

João Chambel | Duvalley Grande Reserva Tinto 2011, com o veado, os cogumelos, as castanhas e as trufas de Heinz Beck

 

Sérgio Antunes

Sérgio Antunes | Vieira de Sousa 10 Years Tawny Port, com a tarte de cogumelos que Claude Bosi apresentou como sobremesa

 

Ver também:

Heinz Beck extravagante no Conrad Algarve 

 

GUSTO by Heinz Beck

Hotel Conrad Algarve, Estrada da Quinta do Lago, Portugal

Chef Heinz Beck, Chef Residente Daniele Pirillo

 

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publicado às 00:36

A criativa cozinha de Ana Moura no CAVE 23

por Raul Lufinha, em 11.09.16

Ana Moura

Ana Moura

A criativa cozinha de Ana Moura, escondida numa discreta cave do Torel Palace, continua a ser um dos segredos mais bem guardados da cidade de Lisboa.

Mas certamente por pouco tempo!

Com a forte personalidade de Ana Moura, que não tem medo de arriscar soluções e conjugações altamente improváveis e inusitadas mas que depois resultam maravilhosamente, o CAVE 23 tem tudo para se tornar uma referência... da cozinha de autor da capital!

CAVE 23… na cave do Torel Palace

CAVE 23… na cave do Torel Palace

Para começar, Ana Moura faz chegar à mesa um aperitivo que é uma síntese perfeita da sua cozinha.

O ponto de partida são sempre os produtos e os sabores portugueses – neste caso, o Cozido à Portuguesa – mas depois trabalhados por Ana Moura de forma criativa e não-convencional, a fim de apresentar criações verdadeiramente originais!

Como sucedeu com esta maravilhosa ‘Sopa do Cozido’, um saboroso e apurado caldo que Ana Moura faz como se fosse dashi, realçando o seu intenso sabor umami!

E em que se sente também o sabor da hortelã!

Tendo ainda o pormenor de, sobre uma estaladiça tempura de cebola roxa que atravessa o prato, a chef apresentar três purés cujos sabores estão bem presentes no nosso Cozido à Portuguesa – cebola, cenoura e couve!

A sopa do cozido

A sopa do cozido

A sopa do cozido

A seguir, uma ótima seleção de pães: um de caril e nozes, outro de chouriço e ainda uma gulosa e untuosa focaccia com alecrim, tudo feito no CAVE 23; e ainda um pão rústico de trigo.

Bem como uma seleção de manteigas de grande qualidade: uma clássica, com sal marinho negro; outra de coentros; outra ainda de chouriço; e por fim a surpresa de uma excelente brandade de bacalhau!

Pães

Pães…

Manteigas

… e manteigas

Muito bem também o modo como Ana Moura dá a volta ao sabor forte e agressivo da sardinha.

Junta-lhe a textura aveludada do foie gras!

Bem como uma refrescante água de tomate!

Com rebentos de agrião!

E, ainda, com toque ácido e floral da espuma de flor de sabugueiro!

Tendo também Ana Moura a coragem de acrescentar ao conjunto… a cabeça da sardinha!

Completamente limpa, a estaladiça cabeça vem frita em óleo… sendo para comer inteira e de uma só vez!

Sardinha

Sardinha

'SARDINHA, tomate, foie gras, sabugueiro, agrião'

A seguir, em versão de degustação, um saboroso conjunto que, na verdade, é… carne de porco à alentejana!

Sobre um ‘carpaccio de porco’... pó de coentros, redução de limão, azeite de paprica, amêijoas por cima de molho beurre blanc… e papel de batata vitelotte!

Muito bom!

Amêijoa

Amêijoa

'AMÊIJOA, porco, batata vitelotte, vinho branco, limão, coentros, pimenta'

Outro grande momento foi o carabineiro, ao qual Ana Moura arriscou juntar… tutano!

Com efeito, no prato o marisco vinha servido num saboroso caldo de cerveja preta fumada, com gotas de queijo, arroz crocante e rúcula.

Tendo ainda a frescura do manjericão, que estava igualmente presente no generoso osso fazendo a ponte entre os dois elementos do conjunto e cortando a gordura do sabor intenso do tutano!

Excelente!

Carabineiro & Tutano

'CARABINEIRO, tutano, manjericão, queijo da ilha, arroz vietnamita, levedura de cerveja, rúcula'

Tutano

Tutano

Carabineiro

Carabineiro

Depois, bacalhau… e chocolate picante!

O bacalhau, confitado em azeite, vem escondido sob uma capa de gelatina de milho, polvilhada com pó de pipoca e pó de folha de abacate!

De lado, o crumble de broa... que traz um toque crocante!

E também o fabuloso ‘mole’ (molho) mexicano picante, que Ana Moura faz com chipotle, ancho e guajillo… e ao qual depois junta chocolate!

Extraordinário!

Bacalhau & Chocolate Picante

'BACALHAU, chipotle, ancho, guajillo, chocolate, amendoim, milho, pipoca, broa'

A seguir, o prato de pombo que é uma homenagem de Ana Moura... ao multiculturalismo do bairro de Arroios!

Conforme já contámos aqui.

Ana Moura e o Pombo de Arroios

Ana Moura e o Pombo de Arroios

Pombo

'POMBO, bulgur, zumat, espinafres, sancho, beterraba, nabo, cenoura, fígado, lúcia-lima'

Na transição dos sabores, Ana Moura faz chegar à mesa… fruta!

Melão, com Gimlet – o clássico cocktail de gin e sumo de lima!

E melancia, com o cocktail Tequila Sunrise e maracujá!

É para comer à mão!

E é extremamente refrescante!

Pré-sobremesa

Pré-sobremesa

Para sobremesa, um regresso à infância!

Com Ana Moura a revisitar... os sabores do gelado Perna de Pau!

Tal como já falámos aqui.

Ana Moura e o ‘Perna de Pau’

Ana Moura e o ‘Perna de Pau’

Muito mais do que apenas uma sobremesa de morango...

'MORANGO, baunilha de bourbon, chocolate, sésamo, gema, pimenta preta'

Por fim, umas guloseimas.

Com Ana Moura a servir financiers, bolachas de chá, sonhos de anis e... trufas de chocolate!

Mignardises

Mignardises

Ao longo do jantar, bebeu-se primeiro o espumante Blanc de Blancs de Luís Pato, feito com Maria Gomes – casta conhecida fora da Bairrada por Fernão Pires.

E depois o tinto h’OUR de 2011, lote de Vinhas Velhas com Sousão e Touriga Nacional, que João Nápoles e Joana Pratas produzem no Douro, com um estágio de 12 meses em madeira.

Luís Pato e h'OUR

Os vinhos do jantar

Foi um grande jantar!

Esperemos que Ana Moura continue sempre com esta garra... e com esta ousadia!

CAVE 23, o restaurante de Ana Moura

O restaurante de Ana Moura

 

Fotografias: Raul Lufinha e Marta Felino

CAVE 23 | Torel Palace, Rua Câmara Pestana, 23, Lisboa, Portugal | Chef Ana Moura

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publicado às 17:44

Wine & Food celebra os grandes vinhos portugueses

por Raul Lufinha, em 29.04.16

Barca-Velha tinto 1966

Barca-Velha tinto 1966

Organizado pela Cofina, com o apoio do BPI…

… o Wine & Food é um evento de celebração dos vinhos e da gastronomia de Portugal…

… que decorre desde o dia de hoje, 29 de abril, até 1 de maio, no Pátio da Galé, em Lisboa.

No Salão Nobre da Pousada de Lisboa, Fernando Melo conduzindo uma prova comentada de grandes vinhos portugueses

No Salão Nobre da Pousada de Lisboa, Fernando Melo conduzindo uma prova comentada de grandes vinhos portugueses

Cujo jantar de lançamento, na Pousada de Lisboa...

... com uma prova conduzida e comentada por Fernando Melo, crítico de vinhos e comida...

... foi um momento de celebração...

... dos grandes vinhos portugueses!

Dona Paterna branco 1998 / Frei João branco 1974

Dona Paterna branco 1998, um vinho evoluído já provado no Alvarinho Wine Fest

Frei João branco 1974 (€65), já provado nas Caves São João, continua vibrante e com uma acidez muito viva

Quinta do Mouro tinto 1995 / Quinta das Bágeiras Garrafeira tinto 1995

Quinta do Mouro tinto 1995 (€45)

Quinta das Bágeiras Garrafeira tinto 1995, a Baga elegante de Mário Sérgio

Quinta do Ribeirinho Pé Franco tinto 1996 / Barca-Velha tinto 1966 1,5L / Mouchão tinto 1963

Quinta do Ribeirinho Pé Franco tinto 1996, um Baga feito por Luís Pato ao modo pré-filoxera e com aromas a folha de eucalipto, dado a vinha estar dentro de um eucaliptal e ser muito batida pelo vento

Barca-Velha tinto 1966 1,5L (€995), um vinho único e arrebatador, não apenas multi-castas mas também multi-vinhas e multi-terroirs, feito na Quinta da Leda e que, 50 anos depois, continua com uma frescura incrivelmente vibrante

Mouchão tinto 1963 (€195), um ícone do Alentejo e de Portugal

Fonseca Porto Vintage 1994 / D’Oliveira Boal 1908

Fonseca Porto Vintage 1994 (€208), distinguido com 100 pontos (!) na Wine Spectator

D’Oliveira Boal 1908 (€495), um Madeira ainda do tempo da monarquia

 

BPI Wine & Food | Pátio da Galé, Terreiro do Paço, Lisboa, Portugal | 29 abril – 1 maio 2016

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publicado às 04:06

Vinhos Velhos de João Paulo Martins: Luís Pato Vinhas Velhas, branco, 2004

por Raul Lufinha, em 09.01.16

João Paulo Martins

João Paulo Martins e o Vinhas Velhas branco de Luís Pato de 2004

Continuando na Bairrada…

… seguiu-se o Vinhas Velhas de Luís Pato do ano de 2004.

Feito a partir maioritariamente de Bical, com estágio em madeira...

... era não apenas mais jovem do que o anterior...

... mas também mais gordo!

E com fruta mais doce!

 

Ver também:

As tertúlias de João Paulo Martins... no CHAFARIZ DO VINHO

 

Enoteca CHAFARIZ DO VINHO | Rua da Mãe d'Água à Praça da Alegria, Lisboa, Portugal

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publicado às 05:50

Rebelde com causa

por Raul Lufinha, em 25.11.13

Pato Rebelde

Inconformista e pioneiro, Luís Pato revolucionou a Bairrada.

Sendo um dos responsáveis pela modernização vitivinícola da região, contrariando práticas ancestrais da Bairrada.

Um defensor da causa da Baga

Contudo – e de certa forma paradoxalmente – resistiu sempre à utilização das castas internacionais.

Gosta aliás de dizer em tom de brincadeira que as únicas variedades “estrangeiras” que cultiva são a Touriga Nacional (do Dão) e a Tinto Cão (do Douro)…!

Mr. Baga

Ora, foi precisamente essa fidelidade às castas tradicionais da região – e em especial à Baga – que o ajudou a transformar-se na figura mais emblemática da Bairrada…

… tendo Luís Pato um enorme orgulho em ser conhecido em Portugal e no estrangeiro como o “Mr. Baga”.

 

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publicado às 00:01

Visita à Adega de Luís Pato

por Raul Lufinha, em 24.11.13

A ligação da família Pato ao mundo do vinho é muito antiga – pelo menos desde o século XVIII que os Pato produzem vinho na Quinta do Ribeirinho.

Tendo o Eng. Químico Luís Pato criado o seu primeiro vinho em 1980 – não por acaso, um monocasta de Baga…!

Luís Pato

E depois... assumido a liderança do projecto familiar em 1984.

Actualmente Luís Pato possui mais de 60 hectares de vinha, distribuídos por várias quintas.

Nas quais faz questão de plantar somente castas portuguesas: Baga, Touriga Nacional e Tinto Cão nas variedades tintas; e Maria Gomes, Bical, Cercial da Bairrada e Sercialinho nas variedades brancas.

Amoreira da Gândara, no concelho da Anadia, é onde se localiza a adega da empresa, bem como a sua garrafeira pessoal e a cave.

E é também onde Luís Pato recebe os seus convidados.

Como sucedeu com o grupo de jornalistas e bloggers que acompanhou o “Encontro com o Vinho e Sabores – Bairrada 2013”.

 

Adega Luís Pato | Rua da Quinta Nova, Amoreira da Gândara, Anadia, Portugal

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publicado às 00:47

Prova dos tintos de excelência da Bairrada… comentada por Nuno Oliveira Garcia

por Raul Lufinha, em 29.09.13

Nuno Oliveira Garcia

No terceiro dia do “Encontro com o Vinho e Sabores – Bairrada 2013” decorreu a última prova comentada do evento.

Dedicada aos vinhos tintos de excelência da Bairrada, foi conduzida por Nuno Oliveira Garcia, redactor e membro do painel de provas da Revista de Vinhos, bem como autor do blog Saca a Rolha.

Os dez tintos da Bairrada provados e comentados – vinhos muito gastronómicos

Relativamente aos vinhos provados, sejam 100% Baga ou incorporando castas de fora da região (nacionais, como a Touriga Nacional, e internacionais) e apesar dos mais diversos estilos, todos estes grandes tintos da Bairrada, para além de necessitarem de tempo – há que esperar por eles, não sendo por acaso que a maioria é da colheita de 2009 –, têm igualmente em comum serem vinhos com uma personalidade bem vincada, possuindo uma forte estrutura e elevada frescura.

De tal forma que a principal sensação que ficou desta excepcional prova de tintos da Bairrada é a de que são vinhos muito gastronómicos – pedem comida!

Prova-se um vinho destes… e o que dá vontade é de comer!

Sendo, também por isso, vinhos cuja acidez merece que, à mesa, sejam servidos à temperatura correcta – regra geral, abaixo da temperatura ambiente.

Foram então estes os dez vinhos apresentados:

Regateiro 2011

Quinta da Dôna 2009

Caves São João 92 Anos de História 2009

Nelson Neves Reserva Merlot 2009

Calda Bordaleza 2009

Principal Grande Reserva 2009

Aequinoctium Autumnus Grande Reserva 2009

Kompassus Private Collection 2009

Quinta das Bágeiras Garrafeira 2008

Luís Pato Vinha Barrosa 2009

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publicado às 00:03

Prova dos brancos de excelência da Bairrada… comentada por Luís Antunes

por Raul Lufinha, em 28.09.13

Luís Antunes

No segundo dia do “Encontro com o Vinho e Sabores – Bairrada 2013” decorreu a prova comentada dos brancos de excelência da Bairrada, dirigida por Luís Antunes, redactor e membro do painel de provas da Revista de Vinhos.

Os dez vinhos brancos da Bairrada provados e comentados

Numa sessão muito interactiva, Luís Antunes promoveu a intervenção da assistência para votar comparativamente os vinhos e para os comentar – num deles, o escanção Manuel Moreira até partilhou ter identificado notas de ervilha semelhantes às de um vinho sul-africano que bebeu em tempos…

Tendo a prova sido bastante interessante por ter permitido confirmar que a Bairrada não é uma região só de espumantes e de tintos – tem igualmente vinhos brancos de elevadíssima qualidade, muitos deles produzidos a partir de castas portuguesas, em especial Bical e Maria Gomes mas também Arinto.

Os dez vinhos brancos de excelência da Bairrada provados e comentados foram, por esta ordem:

Rama Sauvignon Blanc 2012

Quinta do Ortigão Sauvignon Blanc 2012

Volúpia (São Domingos) 2012

Quinta do Valdoeiro Chardonnay 2012

Frei João Reserva 2011

Ante Aequinoctium Veranum Grande Reserva 2011

Encontro 1 2012

Quinta dos Abibes Sublime 2010

Filipa Pato Nossa Calcário 2011

Luís Pato Vinha Formal 2010

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publicado às 00:53

Natal no CLARO!: (IV) “Bacalhau à Conde da Guarda”

por Raul Lufinha, em 15.12.12

"Bacalhau à Conde da Guarda"

 

O bacalhau é presença assídua nos menus de Vítor Claro e neste Natal o chef serviu-o a dois tempos.

 

O primeiro a chegar foi o muito cremoso Bacalhau à Conde da Guarda – em versão de degustação, com o tamanho e a forma de um pastel de bacalhau, sobre uma base de tomate.

 

Tendo sido acompanhado pelo Luís Pato Vinhas Velhas 2010, um branco sem madeira que é um misto de uvas de três castas – Bical (50%), Cerceal (25%) e Sercialinho (25%). Com efeito, Vítor Claro não gosta de ser dogmático nos vinhos, pelo que, a seguir a um tinto, o chef voltou a sugerir um branco. Cuja acidez e frescura conjugaram muito bem com o bacalhau e o tomate.

 

Fotografias: Marta Felino / Flash Food

 

(continua)

 

CLARO! | Hotel Solar Palmeiras, Avenida Marginal, Curva dos Pinheiros, Paço d’Arcos, Portugal | Chef Vítor Claro

 

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publicado às 00:11


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