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São já 3 os vinhos ‘Chef Leonel Pereira’

por Raul Lufinha, em 19.07.17

Leonel Pereira e os seus 3 vinhos

Na nova garrafeira do SÃO GABRIEL, Leonel Pereira e os seus 3 vinhos

São já três os vinhos com a assinatura do ‘Chef Leonel Pereira’.

Todos eles produzidos pela casa José Maria da Fonseca.

Sempre sob o olhar atento do enólogo Domingos Soares Franco.

Tendo tudo começado por um já esgotado branco de 2014.

A que se seguiu o de 2015, um fresco e equilibrado lote de Viosinho, Antão Vaz e Arinto da Península de Setúbal, parcialmente fermentado em barrica.

Depois, chegou o tinto.

Cuja primeira edição, da vindima de 2014, era o extraordinário blend alentejano de Trincadeira, Grand Noir, Alicante Bouschet e Syrah, com estágio de nove meses em barrica, de que já falámos aqui.

E agora – grande novidade de 2017 – surge então... um rosé ‘Chef Leonel Pereira’!

É já da colheita de 2016...!

E é para descobrir nas noites quentes do Algarve!

Mas apenas – e em exclusivo – nos dois restaurantes de Leonel Pereira na Quinta do Lago.

Naturalmente o SÃO GABRIEL, distinguido com uma estrela Michelin.

E também o vizinho THAI GARDEN.

Gama ‘Chef Leonel Pereira’: Rosé, Branco e Tinto

Gama ‘Chef Leonel Pereira’: Rosé, Branco e Tinto

 

Ver também:

 

Fotografias: Marta Felino e Raul Lufinha

 

SÃO GABRIEL

Estrada Vale do Lobo, Quinta do Lago, Portugal

Chefe Leonel Pereira

 

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publicado às 18:12

Victor d’Avó e o tinto ‘Chef Leonel Pereira’

por Raul Lufinha, em 16.07.17

Escanção Victor d’Avó tem literalmente nas mãos o ‘Chef Leonel Pereira’

Escanção Victor d’Avó tem literalmente nas mãos o ‘Chef Leonel Pereira’

Na carta de vinhos do SÃO GABRIEL, há um tinto que é obrigatório conhecer.

E que é exclusivo do restaurante – só se encontra lá.

Dando, aliás, imenso gozo ao escanção Victor d’Avó apresentá-lo e servi-lo.

Também há um branco e um rosé.

Mas o tinto é absolutamente extraordinário!

Chama-se, muito apropriadamente, ‘Chef Leonel Pereira’.

E é um elegante, complexo e multifacetado tinto – não algarvio como o chefe, mas alentejano – que tem o dedo do enólogo Domingos Soares Franco.

Sendo produzido pela José Maria da Fonseca.

A primeira edição foi da colheita de 2014.

Um lote especial e único, composto por Trincadeira, Grand Noir, Alicante Bouschet e Syrah, que depois estagiou nove meses em barrica.

E somente 600 garrafas – lançadas em 2016 apenas para consumo do restaurante, em junho deste ano já muito poucas restavam na garrafeira do SÃO GABRIEL.

Estando, aliás, iminente a chegada do de 2015, dado o sucesso do lançamento inicial.

Com efeito, marcado por notas de frutos pretos e de especiarias, tem taninos persistentes mas suaves, que o tornam pronto e apto para o consumo imediato, embora denote uma enorme capacidade de evolução.

Ou seja, elegante e poderoso, é um vinho tinto alentejano extremamente gastronómico, funcionando muito bem à mesa.

Ligando na perfeição com pratos de carne intensos e complexos, especialmente com aqueles em que brilham... os jus profundos de Leonel Pereira!

Victor d’Avó

Victor d’Avó, servindo no SÃO GABRIEL ao ar livre e a uma excelente temperatura, num copo Riedel…

Chef Leonel Pereira tinto 2014

… o Chef Leonel Pereira tinto 2014

 

Ver também:

 

Fotografias: Marta Felino e Raul Lufinha

 

SÃO GABRIEL

Estrada Vale do Lobo, Quinta do Lago, Portugal

Chefe Leonel Pereira

 

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publicado às 13:18

Vinhos Velhos de João Paulo Martins: Dão Terras Altas, tinto, sem data e 1975

por Raul Lufinha, em 11.10.16

João Paulo Martins

João Paulo Martins

João Paulo Martins

Na tertúlia dedicada aos vinhos velhos, depois de um espumante, oito brancos e seis tintos, João Paulo Martins mudou de estratégia.

Pela primeira vez neste final de tarde, apresentou dois vinhos em simultâneo, numa mini prova vertical do Dão Terras Altas, da José Maria da Fonseca.

Um não tinha data e indiciava ser o mais antigo; o outro era de 1975.

Sendo ambos do tempo em que a empresa ainda fazia esse engarrafamento na própria região do Dão – e não em Vila Nogueira de Azeitão, como sucede atualmente.

Porém, apesar de estarem os dois já debilitados, dada a idade tão avançada... ainda estavam vivos!

Dão Terras Altas, tinto, sem data e 1975

Dão Terras Altas, tinto, sem data e 1975

 

Ver também:

As tertúlias de João Paulo Martins... no CHAFARIZ DO VINHO

 

Enoteca CHAFARIZ DO VINHO | Rua da Mãe d'Água à Praça da Alegria, Lisboa, Portugal

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publicado às 01:19

Ricardo Costa no Atelier Nespresso: Vinhos

por Raul Lufinha, em 08.10.16

Ricardo Costa no Atelier Nespresso & 3 vinhos: Quinta de Camarate Branco Seco 2015 / Quinta de Camarate Tinto 2014 / Alambre Moscatel Roxo de Setúbal 2010

Atelier Nespresso: Quinta de Camarate Branco Seco 2015 / Quinta de Camarate Tinto 2014 / Alambre Moscatel Roxo de Setúbal 2010

Para acompanhar os pratos do THE YEATMAN, que Ricardo Costa trouxe ao primeiro Atelier Nespresso realizado em Portugal, foram escolhidos três vinhos da José Maria da Fonseca.

Primeiro, o Quinta de Camarate Branco Seco, da colheita de 2015, produzido com Verdelho (60%) e Arinto (40%). Que fez companhia aos snacks, ao carabineiro e ao salmonete.

Depois, o Quinta de Camarate Tinto, de 2014, um lote em que predomina a Touriga Nacional (55%) e que é ainda composto por Aragonês (20%), Cabernet Sauvignon (16%) e Castelão (9%). O qual foi harmonizado com a vitela de leite.

E, por fim, o generoso Alambre Moscatel Roxo de Setúbal, da vindima de 2010. Que acompanhou a sobremesa.

 

Ver também:

Ricardo Costa traz o THE YEATMAN ao Atelier Nespresso

 

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publicado às 00:02

Ricardo Costa no Atelier Nespresso: Sobremesa

por Raul Lufinha, em 07.10.16

Sobremesa do THE YEATMAN no Atelier Nespresso

Sobremesa do THE YEATMAN no Atelier Nespresso

Sobremesa do THE YEATMAN no Atelier Nespresso

Para sobremesa, Ricardo Costa apresentou no Atelier Nespresso uma deliciosa composição em que sobressaíam os sabores do chocolate, do caramelo e do café.

E que foi acompanhada do Alambre Moscatel Roxo de Setúbal de 2010, da José Maria da Fonseca, e do Grand Cru Nespresso Exclusive Selection Kilimanjaro Peaberry.

Creme de café Grand Cru Nespresso Exclusive Selection Kilimanjaro Peaberry / Toffee / Gelado de caramelo

Creme de café Grand Cru Nespresso Exclusive Selection Kilimanjaro Peaberry / Toffee / Gelado de caramelo

Creme de café Grand Cru Nespresso Exclusive Selection Kilimanjaro Peaberry / Toffee / Gelado de caramelo

 

Ver também:

Ricardo Costa traz o THE YEATMAN ao Atelier Nespresso

 

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publicado às 19:10

Provar café… como se prova vinho

por Raul Lufinha, em 13.04.16

Marta Mimoso (Coffee Ambassador Nespresso) e Domingos Soares Franco (José Maria da Fonseca)

Marta Mimoso (Coffee Ambassador Nespresso) e Domingos Soares Franco (José Maria da Fonseca)

Um dos segredos para se desfrutar de um bom café…

… é conseguir apreciá-lo...

... como se aprecia o vinho!

Sendo, desde logo, uma grande ajuda…

… servi-lo num dos dois modelos de copos de café do fabricante Riedel.

Masterclass ‘Taste Coffee Like Wine’

Masterclass ‘Taste Coffee Like Wine’

Depois, tal como no vinho…

… a primeira análise é visual.

Mas o que devemos analisar…

… é a cor do creme!

A qual nos dá pistas muito seguras sobre que café vamos beber.

Isto porque a cor do creme – clara, média ou escura…

… indica-nos a intensidade da torrefação.

Ou seja, quanto mais torrado o café for (e consequentemente mais escuro seja o creme)…

… maior será o seu amargor!

A roda dos aromas

As rodas dos aromas

O segundo momento da prova, como no vinho…

… é análise olfativa.

O café também deve ser cheirado!

Sendo os aromas do café divididos em três grandes categorias: os delicados (floral, cítrico, bagas, frutado ou herbáceo), os equilibrados (mel, cereal, tostado, baunilha ou nozes) e os intensos (cacau, madeira, especiarias, torrado ou tabaco).

Resultando numa experiência muito enriquecedora o sentirmos previamente…

… os aromas do café que estamos prestes a beber!

Vinho & Café: olhar, cheirar, beber

Vinho & Café: olhar, cheirar, beber

Por fim, à semelhança do que sucede no vinho…

… chegamos à análise sensitiva que resulta…

… da prova de boca.

Sendo então possível identificar a intensidade do amargor, da acidez e da doçura do café…

… bem como o seu corpo – se é mais fluído ou mais denso.

Quinta de Camarate tinto 2012 e Hexagon tinto 2008

Quinta de Camarate tinto 2012 e Hexagon tinto 2008

Igualmente importante...

... é a temperatura de serviço!

Sendo um erro beber o café demasiado quente!

Para melhor o saborearmos…

… devemos esperar um pouco, de modo a que a temperatura desça dos cerca de 85 ⁰C a que sai da máquina para perto dos 65 ⁰C.

Ristretto Origin India e Espresso Origin Brazil

Ristretto Origin India e Espresso Origin Brazil

Deste modo…

… ao provarmos o café utilizando as mesmas técnicas que aplicamos para a degustação do vinho…

… conseguimos ter uma experiência de café…

… muito mais rica e proveitosa!

 

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publicado às 02:12

Peixe em Lisboa 2016

por Raul Lufinha, em 03.04.16

Peixe em Lisboa 2016

Dirigido por Duarte Calvão, começa esta quinta-feira a edição de 2016 do mais importante festival gastronómico português.

Todas as informações em www.peixemlisboa.com.

 

Ver também:

Provar café... como se prova vinho

Pascal Meynard

Hélder Chagas

José Avillez

Pedro Almeida

André Magalhães

João Pedro Pedrosa

Kiko Martins

Bertílio Gomes

Justa Nobre

Vítor Sobral

Rui Silvestre... e 2 pratos do BON BON

Recriar o LOCO... numa sessão de showcooking

Tiago Feio, da ausência de fogão às algas como os novos legumes

Tomoaki Kanazawa: «O peixe fresco não tem sabor!»

Henrique Sá Pessoa cria menu 'Costa a Costa'

O Areias Gordas Colheita Tardia de 2012 

O salame de chocolate Taste Quinta

Emulsionar... com sprays

Peixe em Lisboa terminou com pão... e com um desafio aos chefes

Este post não é uma 'Saída', é um até 2017

 

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publicado às 05:55

Vinhos Velhos de João Paulo Martins: Dão Terras Altas, branco, 1969

por Raul Lufinha, em 17.12.15

João Paulo Martins

João Paulo Martins

João Paulo Martins

Notas de pólvora!

No austero e gastronómico Dão Terras Altas branco do já longínquo ano de 1969…

… que a José Maria da Fonseca então ainda engarrafava na própria região, na adega de Alcafache…

… o grande destaque foram as notas de pólvora...

... tão típicas dos bons vinhos velhos!

Dão Terras Altas, branco, 1969

Dão Terras Altas, branco, 1969

 

Ver também:

As tertúlias de João Paulo Martins... no CHAFARIZ DO VINHO

 

Enoteca CHAFARIZ DO VINHO | Rua da Mãe d'Água à Praça da Alegria, Lisboa, Portugal

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publicado às 01:09

Moscatéis de Setúbal… numa masterclass de Manuel Moreira

por Raul Lufinha, em 13.12.15

Manuel Moreira

Manuel Moreira

Na 2.ª edição do “Vinhos no Pátio”, evento produzido pela Essência do Vinho que decorreu em Lisboa no Pátio da Galé, ao Terreiro do Paço…

… o escanção Manuel Moreira conduziu uma prova comentada dedicada ao Moscatel de Setúbal.

Não apenas um dos grandes vinhos generosos portugueses...

... a par de Portos, Madeiras e, em tempos que talvez já não voltem, Carcavelos…

… mas também do mundo!

Manuel Moreira e o Excellent Superior Moscatel Roxo

Manuel Moreira e o Excellent Superior Moscatel Roxo

Aberta ao público mediante inscrição prévia…

… foi num ambiente didático e de conversa informal que Manuel Moreira apresentou a região, as duas principais castas (Moscatel de Setúbal e Moscatel Roxo), o método de vinificação, as diversas designações permitidas pela legislação em vigor e o estilo, jovem ou clássico, do Moscatel de Setúbal.

Tendo-se depois passado à prova de seis vinhos, todos eles extraordinários mas muito distintos entre si, o que, só por si, justifica o quão notável e enriquecedor é este exercício de comparação.

Primeiro, o jovem Moscatel de Setúbal de Paulo Malo, da colheita de 2009.

A seguir, com um perfil completamente diferente, mais potente e volumoso mas com uma boca leve e delicada, o Moscatel de Setúbal da Casa Agrícola Horácio Simões, de 2012.

Ao terceiro vinho, o primeiro Moscatel Roxo. O Bacalhôa Moscatel Roxo Superior do ano de 2002, em que se destacam os aromas fumados, resultantes de um estágio de 8 anos em barricas de whisky, bem como uma acidez vigorosa e uma boa estrutura, para o que terão contribuído as enormes amplitudes térmicas a que o vinho foi sujeito em estufa, as quais terão acelerado todo o processo.

Depois, o Alambre 20 anos da José Maria da Fonseca, um lote 100% Moscatel de Setúbal, feito com 19 colheitas, em que a colheita mais recente tem no mínimo 20 anos e a mais antiga quase 80, resultando num vinho sedutor e complexo, com notas de madeira velha no nariz e uma boca muito poderosa.

O penúltimo vinho foi o Moscatel de Setúbal 30 anos "Edição Especial do Centenário" da adega Venâncio da Costa Lima, da qual foram produzidas 2700 garrafas – muito aveludado e com uma frescura incrível.

Tendo Manuel Moreira escolhido, para encerrar a prova comentada dos Moscatéis de Setúbal, o absolutamente extraordinário Excellent Superior Moscatel Roxo da Casa Agrícola Horácio Simões. Com uma potência, uma intensidade e uma cremosidade inigualáveis, é um vinho feito exclusivamente com a variedade Moscatel Roxo, após estagiar 10 anos em barricas de carvalho francês e a partir somente das melhores barricas dos melhores anos da década de 2000. O nome diz tudo, Excellent mesmo!

Moscatéis de Setúbal

Malo Moscatel de Setúbal 2009

Família Horácio Simões Moscatel de Setúbal 2012

Bacalhôa Moscatel Roxo Superior 2002

Alambre 20 anos

Venâncio da Costa Lima Moscatel de Setúbal 30 anos "Edição Especial do Centenário"

Excellent Superior Moscatel Roxo Década 2000

 

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publicado às 23:59

O mar de Sesimbra… nos 65 anos do RIBAMAR

por Raul Lufinha, em 10.05.15

Hélder e Rita Chagas

Hélder e Rita Chagas

É notável um restaurante fazer 65 anos!

Mas, no caso do emblemático restaurante de peixe e marisco de Sesimbra, é ainda mais extraordinário…

… uma vez que, na verdade, o que se celebra é o futuro do RIBAMAR!

O que se celebra é o RIBAMAR… ter o seu futuro assegurado!

Não apenas porque neste momento já é a Rita – neta do fundador e filha de Hélder Chagas – a tomar conta da cozinha, sendo, como referiu o seu Pai, “o presente do RIBAMAR”…

… mas também, e principalmente, porque a Rita Chagas – mantendo a essência de um restaurante focado na excelência do que o mar de Sesimbra dá – está a fazer o que o seu Pai já tinha feito…

… ou seja, está a renovar a oferta do RIBAMAR, criando o seu próprio estilo.

E com uma qualidade incrível!

Como se viu na épica degustação das preciosidades marinhas das águas de Sesimbra…

… comemorativa dos 65 anos do RIBAMAR. 

RIBAMAR

RIBAMAR – 1950-2015 – 65 anos

Trio maravilha

Pé-de-Burro… do areal de Tróia / Ostra… do estuário do Sado / Amêijoa… da Lagoa de Albufeira

Ouriço

Ouriço-do-Mar… apanhado na Praia da Foz

Trio maravilha

Carabineiro… das águas do Cabo Espichel / Navalha… de Tróia / Mexilhão… da Lagoa de Albufeira

Bem bonito

Perceves e Caramujos… apanhados no Calhau da Cova

Grande par

Navalheira e Lagostim da Pedra… da Praia das Lagosteiras

O tártaro era translúcido!

Tártaro de Lagostim… das águas do Cabo Espichel

Tudo para comer!

Caranguejo de Casca-Mole… de Tróia… com molho de abacate e lima

Hélder e Rita Chagas

Hélder e Rita Chagas… num brinde ao RIBAMAR

Anémona

Anémona frita… da Praia da Foz

Ova de choco

Ova de Choco… do estuário do Sado

Duas saladinhas

Saladinhas... de Polvo, das águas do Cabo Espichel… e de Chocos, do estuário do Sado

... o creme é maravilhoso

Abrótea… das profundezas do Espichel… com creme de Ouriços

Salmonete

Salmonete… do Portinho da Arrábida… com manteiga dos fígados

Fez sucesso no Peixe em Lisboa!

Preguinho de Espada… do Cabo Espichel

Robalo

Robalo… do Cabo Espichel… com creme de Lagostins

Quinta de Camarate

Para o último prato, já não foi um branco: Quinta de Camarate tinto 2009… em magnum

Sopa Rica

Sopa Rica de Peixes e Mariscos… apanhados ao largo do Cabo Espichel

A cozinha

A cozinha

Na cozinha do RIBAMAR… a preparação da sobremesa

Pêra e Tomate

Pêras, Manjericão e Compota de Tomate (feita no RIBAMAR)

Moscatel de Setúbal

Moscatel de Setúbal 1999

Marginal

RIBAMAR… na marginal de Sesimbra

 

Como referiu Vítor Sevilhano no seu discurso...

... vida longa ao RIBAMAR!

 

RIBAMAR | Avenida dos Náufragos, 29, Sesimbra, Portugal |Chefs Hélder e Rita Chagas

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publicado às 23:59


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