Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Os gastronómicos brancos de altitude da Quinta de Cidrô

por Raul Lufinha, em 04.07.16

Pedro O. Silva Reis e André Magalhães

Pedro O. Silva Reis e André Magalhães

A busca da frescura e da acidez que tão bem funciona à mesa tem levado à crescente valorização dos vinhos das terras mais altas.

Como sucede no Douro com a coleção de varietais produzidos a partir de castas nacionais e estrangeiras na Quinta de Cidrô, da Real Companhia Velha, a mais de 600 metros de altitude.

 

Brancos da Quinta de Cidrô

Brancos da Quinta de Cidrô, obras de arte vínicas apresentadas na Galeria Bessa Pereira, em Lisboa

 

Miguel Ângelo Rocha, “Tilted Loop”, 2016, e as novidades de verão da Quinta de Cidrô

Miguel Ângelo Rocha, “Tilted Loop”, 2016, e as novidades de verão da Quinta de Cidrô

 

As novidades de verão da Quinta de Cidrô

5 brancos varietais e 1 rosé

 

Pedro O. Silva Reis

Numa prova conduzida por Pedro O. Silva Reis, a terceira geração da família na Real Companhia Velha

 

Jorge Moreira

E comentada pelo enólogo Jorge Moreira

 

André Magalhães

Depois, chegou o confronto do vinho com a comida, servida por André Magalhães, d’A TABERNA DA RUA DAS FLORES

 

Texturas crocantes e sabores salgados

Para abrir o apetite, texturas crocantes e sabores salgados

 

Kinilaw de camarão

A seguir, sabores ácidos e picantes num delicioso kinilaw (ceviche filipino) de camarão que André Magalhães apresentou com ajo blanco na base… acompanhado pelo aromático e cítrico Alvarinho da Quinta de Cidrô de 2015, claramente um Alvarinho do Douro, mais denso e com maior estrutura

 

Ostra

Para acompanhar o novo e intenso Sauvignon Blanc, uma variedade que se dá muito bem em Cidrô, originando vinhos frescos e minerais, plenos de sabor a fruta mas com um perfil “velho mundo”… a escolha óbvia de uma ostra, à qual André Magalhães juntou “trufa de verão” e ainda os sabores salinos das algas e da salicórnia

 

Ervilhas

Ervilhas – não com presunto mas com muxama – e clara de ovo frita, simbolizando o tradicional ovo escalfado. Para comer à colher… acompanhado do fascinante Boal – nome dado no Douro à casta Sémillion – da Quinta de Cidrô mas da colheita de 2014, pois, devido ao benefício da complexidade terciária, o vinho estagia 8 meses em barrica e é lançado mais tarde no mercado. Fino, elegante, complexo, seco, com uma excelente acidez – e nada doce, ao contrário do que acontece com a versão botrytisada desta casta que a Real Companhia Velha faz do outro lado do Rio Douro no planalto de Alijó, o Grandjó Late Harvest

 

“À Brás”

“À Brás”

Brincando com a moda dos “à Brás”, André Magalhães serve batata frita palha com um ovo de codorniz, salsa, citrinos e butarga (ovas secas de peixe, neste caso corvina) ralada… acompanhada do varietal da Quinta de Cidrô mais bem-sucedido comercialmente, o Chardonnay – denso, concentrado, poderoso, complexo, com boa fruta, mas cujo perfil tem estado a evoluir, com o enólogo Jorge Moreira a reduzir a presença da madeira, tornando mais subtis as notas amanteigadas

 

Caril massaman

Caril massaman

O tailandês caril massaman, suave e complexo, com a frescura cítrica das folhas da combava, também conhecida como lima kaffir, e a surpresa do arroz tufado frito… conjugado com dois vinhos diferentes da Quinta de Cidrô da colheita de 2015: o branco monovarietal Gewurztraminer, muito intenso aromaticamente mas depois seco e austero na boca, mostrando bem o terroir de Cidrô; e o rosé, feito a partir de Touriga Nacional e Touriga Franca, com aromas a frutos vermelhos e sabores frutados, que, por enquanto, continua a ser o único rosé do vastíssimo portefólio da Real Companhia Velha

 

Queijo de cabra

Por fim, um clássico d’A TABERNA DA RUA DAS FLORES, o queijo de cabra artesanal Granja dos Moinhos, produzido por Adolfo Henriques na Maçussa, que André Magalhães serve panado, com mel trufado... e ainda uma flor de hibisco cristalizada!

 

Real Vinícola Porto Extra Dry White

Para acompanhar o queijo e o doce (ou seja, a flor cristalizada), bem como para digestivo de um almoço dedicado aos brancos da Quinta de Cidrô, Pedro O. Silva Reis resolveu surpreender com um inesperado Vinho do Porto branco… de Cidrô! Complexo e com uma acidez incrível, foi produzido na década de 70 do século passado a partir de uvas da vinha velha de castas brancas da Quinta de Cidrô e estagiou dois ou três anos em balseiro antes de ser engarrafado. Tendo agora Pedro O. Silva Reis descoberto algumas dessas garrafas na garrafeira pessoal do Avô na Casa Redonda da Quinta das Carvalhas! Um vinho absolutamente incomum, até porque Cidrô não é uma quinta de Portos!

 

Quinta de Cidrô

Os vinhos do almoço dedicado à frescura de Cidrô:

Quinta de Cidrô Alvarinho branco 2015

Quinta de Cidrô Sauvignon Blanc branco 2015

Quinta de Cidrô Boal branco 2014

Quinta de Cidrô Chardonnay branco 2015

Quinta de Cidrô Gewurztraminer branco 2015

Quinta de Cidrô Rosé 2015

Real Vinícola Porto Extra Dry White (anos 70)

 

Pedro O. Silva Reis e André Magalhães

Pedro O. Silva Reis e André Magalhães

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 01:31

Soufflé de Baunilha & Grandjó Late Harvest

por Raul Lufinha, em 25.01.16

Octávio Ferreira preparando a redução de Grandjó Late Harvest, Licor Cointreau e brandy Constantino

Octávio Ferreira preparando a redução de Grandjó Late Harvest, licor Cointreau e brandy Constantino

Octávio Ferreira e o Grandjó Late Harvest

Octávio Ferreira e o Grandjó Late Harvest

A cozinha-espetáculo, o entreter do cliente e o cozinhar-se na sala não são apenas modas atuais – há já muito anos que existe quem faça assim!

Por exemplo, no GAMBRINUS.

Onde uma das suas melhores sobremesas, o Soufflé de Baunilha...

… é finalizado à frente de todos!

E desta vez, como o Soufflé iria ser harmonizado com o Grandjó Late Harvest…

… o chefe de sala Octávio Ferreira até utilizou igualmente o próprio colheita tardia para macerar a fruta…

… e para fazer parte da redução do licor de laranja!

Fruta macerada no Grandjó Late Harvest…

Fruta macerada no Grandjó Late Harvest…

Octávio Ferreira junta a fruta macerada à redução do licor de laranja

… e adicionada à redução do licor de laranja, incluía ainda um pouco do Grandjó e de brandy 

Octávio Ferreira

Octávio Ferreira…

Octávio Ferreira

… na sala do GAMBRINUS…

Octávio Ferreira finalizando o empratamento

… finalizando o empratamento

Soufflé de Baunilha

Soufflé de Baunilha

Ora, para acompanhar o Soufflé de Baunilha...

… o famoso colheita tardia da Real Companhia Velha!

Um vinho doce e untuoso...

... mas com uma acidez excelente, bem viva!

Sendo feito a partir de uvas Semillon afetadas pela podridão nobre...

... num conjunto muito reduzido de talhões da Quinta do Casal da Granja, no planalto de Alijó!

Grandjó Late Harvest branco 2012

Grandjó Late Harvest branco 2012

 

Ver também:

Novidades da Real Companhia Velha… no GAMBRINUS

 

GAMBRINUS | Rua das Portas de Santo Antão, 23, Lisboa, Portugal

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:07

Lombo de Vaca & Quinta de Cidrô Marquis

por Raul Lufinha, em 22.01.16

Lombo de vaca com duas pimentas, no GAMBRINUS

Lombo de vaca com duas pimentas

Para harmonizar com o novo vinho da Real Companhia Velha que homenageia o Marquês de Soveral, nascido na Quinta de Cidrô em 1851…

… Octávio Ferreira, chefe de sala do GAMBRINUS, sugeriu um suculento lombo de vaca – cujas notas caramelizadas ligam muito bem com vinhos que estagiaram em madeira…

… trabalhado com duas pimentas, que casam na perfeição com os aromas apimentados do vinho e com a sua excelente acidez!

Sendo o Quinta de Cidrô Marquis, da colheita de 2012, um vinho com o qual o enólogo Jorge Moreira desmonta mais um mito do Douro – o de que nas cotas mais altas só devem ser plantadas uvas brancas!

Tinto de altitude, é um lote de Touriga Nacional (60%)…

… e Cabernet Sauvignon (40%), casta que se dá bem em sítios frescos – como a Quinta de Cidrô, em São João da Pesqueira, entre os 450 e os 600 metros de altitude – e permite fazer vinhos com uma grande longevidade.

Muito elegante e equilibrado, é intenso e complexo, com uma boa estrutura, mas igualmente bastante fresco – e com um enorme potencial para evoluir em garrafa!

Sendo o topo de gama dos vinhos produzidos em Cidrô…

… e um dos nove da Real Companhia Velha!

Quinta de Cidrô Marquis tinto 2012

Quinta de Cidrô Marquis tinto 2012

 

Ver também:

Novidades da Real Companhia Velha… no GAMBRINUS

 

GAMBRINUS | Rua das Portas de Santo Antão, 23, Lisboa, Portugal

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 20:15

Empadão de Perdiz & Evel XXI Grande Reserva

por Raul Lufinha, em 21.01.16

Octávio Ferreira e o  Empadão de Perdiz do GAMBRINUS

Octávio Ferreira

Se há pratos que, pelo menos uma vez na vida, todos devíamos experimentar…

… um deles é seguramente o Empadão de Perdiz do GAMBRINUS.

Denso. Intenso. Generoso. Delicado. Envolvente.

Feito com massa folhada.

E acompanhado de esparregado.

Um prato perfeito…

… para deixar brilhar grandes tintos!

Empadão de Perdiz

Empadão de Perdiz

Como é o caso do novo Evel XXI Grande Reserva, pouco mais de 3000 garrafas de um lote de Vinhas Velhas, Touriga Nacional e Touriga Franca da colheita de 2012.

Contudo, o objetivo de Jorge Moreira não foi fazer um blend de castas…

… mas de quintas – juntar o melhor de duas das mais emblemáticas quintas da Real Companhia Velha!

Concretamente, a potência e concentração da Quinta do Síbio, um museu vivo do Douro, no vale do Roncão…

… com a complexidade e a frescura da Quinta das Carvalhas, em frente ao Pinhão!

Um vinho elegante, poderoso e com excelente acidez…

… que é, assim, o melhor de dois mundos!

Celebrando a diversidade da Real Companhia Velha!

E sendo um dos nove topos de gama da empresa…!

Evel XXI Grande Reserva tinto 2012

Evel XXI Grande Reserva tinto 2012

 

Ver também:

Novidades da Real Companhia Velha… no GAMBRINUS

 

GAMBRINUS | Rua das Portas de Santo Antão, 23, Lisboa, Portugal

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 01:16

Moscatel Ottonel & Gambas

por Raul Lufinha, em 20.01.16

Real Companhia Velha Séries Moscatel Ottonel branco 2014

Real Companhia Velha Séries Moscatel Ottonel branco 2014

Para harmonizar com o caráter floral do novo Moscatel Ottonel, já apresentado aqui

… Octávio Ferreira, chefe de sala do GAMBRINUS, sugeriu a delicadeza das gambas…

… num delicioso e levemente especiado fundo de marisco em que, na sua preparação, foi utilizado...

... o próprio Moscatel Ottonel!

Gambas

Gambas

 

Ver também:

Novidades da Real Companhia Velha… no GAMBRINUS

 

GAMBRINUS | Rua das Portas de Santo Antão, 23, Lisboa, Portugal

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:46

Espumante & Petiscos

por Raul Lufinha, em 20.01.16

Real Companhia Velha Espumante Chardonnay & Pinot Noir Bruto 2013

Real Companhia Velha Espumante Chardonnay & Pinot Noir Bruto 2013

De aperitivo…

… os petiscos do GAMBRINUS, nomeadamente as generosas torradas com manteiga, os pastéis de bacalhau, o presunto Cinco Jotas e os famosos croquetes sempre fritos na hora!

Petiscos do GAMBRINUS

Petiscos

E espumante!

A nova edição – já é a terceira – do espumante que a Real Companhia Velha um dia experimentou produzir a partir de uvas das castas tradicionais de Champagne, Chardonnay e Pinot Noir, mas cultivadas em altitude e com elevadas amplitudes térmicas, na Quinta de Cidrô.

Com efeito, o enólogo Jorge Moreira, desde que regressou à Real Companhia Velha, está apostado em desfazer mitos e preconceitos – e um deles é o de o Douro ser demasiado quente para fazer brancos e espumantes!

Jorge Moreira no GAMBRINUS

Jorge Moreira

Ora, da colheita de 2013, esta nova edição tem um perfil aromático e de sabor...

... que se confunde com os melhores do mundo!

Mas com a potência e a intensidade de boca típica do Douro!

Sendo absolutamente fantástico como, numa região famosa pela concentração dos seus Vintages...

... é possível fazer espumantes com esta elegância!

 

Ver também:

Novidades da Real Companhia Velha… no GAMBRINUS

 

GAMBRINUS | Rua das Portas de Santo Antão, 23, Lisboa, Portugal

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:42

Novidades da Real Companhia Velha… no GAMBRINUS

por Raul Lufinha, em 19.01.16

Pedro O. Silva Reis (marketing), Rui Soares (viticultura), Jorge Moreira (enologia)

Pedro O. Silva Reis (marketing), Rui Soares (viticultura), Jorge Moreira (enologia)

É notável o ritmo a que se sucede o lançamento de novidades…

… na Real Companhia Velha!

Não apenas novas colheitas…

… mas também novidades absolutas!

Incluindo agora mais dois novos topos de gama, o Evel XXI Grande Reserva e o Quinta de Cidrô Marquis, ambos da colheita de 2012…

… que se juntam aos já existentes Carvalhas Vinhas Velhas tinto, Carvalhas Tinta Francisca tinto, Carvalhas branco, Quinta dos Aciprestes Grande Reserva, Quinta dos Aciprestes Sousão Grande Reserva, Grandjó Late Harvest e Real Companhia Velha Espumante Chardonnay & Pinot Noir Bruto…

… alargando para nove (!) o número de topos de gama da Real Companhia Velha!

A partir das cinco quintas da empresa no Douro, é um trabalho de grande fôlego…

… liderado por Pedro O. Silva Reis, no marketing…

… com Rui Soares na viticultura…

… e o regressado Jorge Moreira na enologia!

Sempre em busca da inovação…

… da experimentação…

… e da diversidade!

Pedro O. Silva Reis (marketing), Rui Soares (viticultura), Jorge Moreira (enologia)

Pedro O. Silva Reis (marketing), Rui Soares (viticultura), Jorge Moreira (enologia)

Ora, para permitir que estes vinhos excecionais mostrem todo o seu esplendor…

… não há nada como os intemporais clássicos do GAMBRINUS…

… num menu em que cada prato é escolhido – e trabalhado – em função do vinho que o vai acompanhar!

Uma viagem fascinante, que aqui vai ser contada prato-a-prato. Ou vinho-a-vinho…!

 

  1. Espumante & Petiscos
  2. Moscatel Ottonel & Gambas
  3. Empadão de Perdiz & Evel XXI Grande Reserva
  4. Lombo de Vaca & Quinta de Cidrô Marquis
  5. Soufflé de Baunilha & Grandjó Late Harvest

 

GAMBRINUS | Rua das Portas de Santo Antão, 23, Lisboa, Portugal

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 00:36

Vindimas… na Real Companhia Velha: 5) A lagarada

por Raul Lufinha, em 09.09.15

Lagarada

O ponto alto de um dia inteiro dedicado às vindimas foi uma animada lagarada…

Pisa a pé

… com a pisa a pé…

Uvas da casta Sousão... colhidas na própria manhã

… em lagares de granito…

Lagares de granito

… das uvas de Sousão colhidas de manhã!

Bola de carne

Para recuperar as forças, depois ainda houve bola de carne…

Jorge Moreira

… e vinho branco trazido pelo enólogo Jorge Moreira!

(fim)

Harvest Experience 2015 na Real Companhia Velha:

  1. Apanha da uva
  2. Feijoada à transmontana
  3. Mesa de escolha
  4. Prova do mosto
  5. Lagarada

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 21:52

Vindimas… na Real Companhia Velha: 4) A prova do mosto

por Raul Lufinha, em 08.09.15

Jorge Moreira

Na visita à adega, o enólogo Jorge Moreira deu a provar o mosto, ou seja, o sumo que resulta do esmagamento das uvas…

Jorge Moreira

… o qual, depois de fermentar, transformar-se-á em vinho.

 

(continua)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 19:01

Almoço nas Caves… da Real Companhia Velha

por Raul Lufinha, em 20.05.15

Pedro Silva Reis... e o Vintage 2012

Pedro O. Silva Reis, Pedro Silva Reis, Jorge Moreira

As caves da Real Companhia Velha em Gaia foram o ponto de partida para a viagem pela modernidade de uma empresa cujo início da história remonta ao século XVIII.

Ora, nem de propósito, o almoço começou com umas ostras…

… e com o vinho que melhor representa a aplicação das novas tecnologias às vinhas da Real Companhia Velha, drones incluídos – o fresco e mineral Sauvignon Blanc da Quinta de Cidrô, feito em altitude e com um perfil de ‘velho mundo’.

ostras

Ostras

Sauvignon Blanc

Quinta de Cidrô Sauvignon Blanc 2014

Depois, com os aperitivos – queijo Serra da Estrela e várias especialidades de fumeiro…

… o excelente espumante da Real Companhia Velha, feito a partir da clássica junção de Chardonnay e Pinot Noir.

Pela primeira vez em versão comercial depois do sucesso da edição experimental na linha Séries…

… é extremamente equilibrado, com uma acidez marcante mas suave.

O queijo Serra da Estrela era maravilhoso!

Aperitivos

Um grande espumante!

Real Companhia Velha Espumante Chardonnay & Pinot Noir 2012

A acompanhar os clássicos filetes de pescada com salada russa da Real Companhia Velha…

… um branco do Douro clássico, o Evel XXI de 2013 – sendo a prova de que é possível fazer grandes brancos no Douro sem madeira.

Filetes...

... excelentes!

Filetes de Pescada com Salada Russa

Evel XXI, um novo segmento qualitativo!

Evel XXI branco 2013

Depois, com o rosbife...

... o contraponto entre dois vinhos tintos radicalmente diferentes.

O Evel XXI Centenário de 2011, um típico tinto do Douro, feito na Quinta do Síbio.

E o Celebration de 2010 feito na altitude da Quinta de Cidrô, com um perfil mais austero e maior acidez.

rosbife

batata palha

rosbife com batata palha

Rosbife com Batata Palha

Evel XXI Centenário

Evel XXI Centenário tinto 2011

Quinta de Cidrô Celebration

Quinta de Cidrô Celebration tinto 2010

Com o bolo de chocolate...

... dois Portos extraordinários, em registos completamente diferentes.

O novíssimo Vintage de 2012 – feito a partir das Vinhas Velhas da Real Companhia Velha, são três mil garrafas de um Porto já tão bem ligado e equilibrado que não parece ser tão novo.

E o potente tawny de 1900 que o enólogo trouxe da pipa aquando da visita às caves – depois de provados os de 1867, 1900 e 1937, Jorge Moreira escolheu o de 1900 para fechar o almoço… por ser dos três aquele que estava mais fechado, sendo consequentemente o que mais iria evoluir entre a prova inicial na pipa e o final do almoço. E, de facto, assim foi!

chocolate

Bolo de Chocolate

Vintage 2012

Real Companhia Velha Porto Vintage 2012

1900

Porto Tawny Velho da Pipa… do ano de 1900

Tendo sido um almoço excelente...

... com vinhos memoráveis!

Real Companhia Velha

Os vinhos do almoço:

Quinta de Cidrô Sauvignon Blanc 2014

Real Companhia Velha Espumante Chardonnay & Pinot Noir 2012

Evel XXI branco 2013

Evel XXI Centenário tinto 2011

Quinta de Cidrô Celebration tinto 2010

Real Companhia Velha Porto Vintage 2012

Porto Tawny Velho da Pipa… do ano de 1900

 

Ver também:

Viagem à Real Companhia Velha

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 03:35


Partilha de experiências e emoções gastronómicas

Raul Lufinha

Facebook


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

  Pesquisar no Blog


Últimos comentários

  • Raul Lufinha

    Obrigado, Nuno! :-)

  • Raul Lufinha

    Pois Nini, o René Redzepi não tem nenhum casaco de...

  • Nuno Pombo

    Relato maravilhoso. Já inscrevi essa experiência n...

  • NINI

    O CASACO DE PELES DO MAGNUS " , abriu-me o " OLHO ...

  • Raul Lufinha

    Sim Nini, ir ao FÄVIKEN é uma peregrinação que fic...

  • Raul Lufinha

    Obrigado, Ana! É fascinante como num lugar tão rem...

  • Marta Felino

    Sem dúvida, Nini! Absolutamente memorável e emocio...

  • Marta Felino

    Ana, fico contente por estar a gostar! :)Foi, de f...

  • NINI

    MARAVILHA de CENÁRIO !!!! É DAQUELAS EXPERÊNCIAS ,...

  • Ana Dias

    "Esqueçam" o DiverXO, "esqueçam" o Faviken. Para "...



Arquivo

  1. 2017
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2016
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2015
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2014
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2013
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2012
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D