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René Redzepi, a figura central do universo gastronómico

por Raul Lufinha, em 10.11.13

O guia Michelin pode continuar sem lhe dar a terceira estrela…

... e a revista Restaurant até pode descê-lo para número dois do mundo.

Mas René Redzepi continua no centro do universo gastronómico.

Agora foi a revista Time a considerá-lo... o chef mais influente da actualidade (!), conjuntamente com David Chang e Alex Atala.

 

NOMA | Strandgade 93, Copenhaga, Dinamarca | Chef René Redzepi

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publicado às 00:20

Alex Atala e o pirarucu

por Raul Lufinha, em 20.08.13

O chef brasileiro Alex Atala esteve na Amazónia, surgindo na capa da edição de Agosto do Observer Food Monthly com um pirarucu – iguaria amazónica, é o maior peixe de água doce do planeta, atingindo 2 a 3 metros de comprimento e 100 a 200 kg de peso.

 

D.O.M. | Rua Barão de Capanema, 549, Jardins, São Paulo, Brasil | Chef Alex Atala 

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publicado às 23:59

Tendências gastronómicas 2013

por Raul Lufinha, em 23.01.13
Há tendências no mundo da gastronomia que sairão reforçadas em Portugal no ano de 2013.

Doses mais pequenas. É uma das formas de ajustamento à nova realidade – e mais simpática do que o aumento dos preços.

Encerramentos. O agravamento da crise vai acelerar a implacável selecção natural dos melhores projectos – “melhores” não em termos qualitativos mas no sentido de serem os que melhor se conseguem adaptar aos tempos actuais.

Novos projectos. Continuarão a abrir novos restaurantes. É na crise que surgem as grandes oportunidades.

Pop-up. Espaços temporários. Cada vez mais os restaurantes irão atrás das pessoas, acompanhando as suas sucessivas mudanças. Restaurantes de Lisboa no Algarve no Verão; restaurantes do Algarve em Lisboa no Inverno; edições especiais de restaurantes apenas enquanto durem determinados eventos, sejam de moda, música ou desporto. Nestes tempos de incerteza, é o triunfo da mobilidade do restaurante (e já não apenas do chef).

Pão. As sandes são a nova comfort food – de tal forma que já saltaram para o prato dos restaurantes. Sejam de hamburger ou de atum, de lombo de vaca ou de creme de marisco, o pão vai bem com tudo, pelo que, mais ou menos elaboradas, as sandes estão para ficar no menu dos restaurantes. Mas o pão por si só está a ganhar igualmente protagonismo – com padarias a abrir um pouco por todo o lado, também nos restaurantes está a aumentar a oferta de pães únicos e diferentes. E ser padeiro é uma profissão de futuro: um bom restaurante já não precisa só de um bom pasteleiro, cada vez mais precisará também de um bom padeiro.

Vinagre. É um dos produtos do futuro. Sendo crescentemente utilizado em escabeches e em pickles, não apenas de legumes mas também de frutas, permitindo conjugar o doce e o ácido. Para além de que é um facilitador da digestão, o que leva a que seja particularmente útil nos menus de degustação. Não é por acaso que a fermentação de alimentos é um dos campos que está a ser mais investigado pelos laboratórios do NOMA de René Redzepi e do MOMOFUKU de David Chang.

Parcerias exclusivas. A procura de experiências únicas vai continuar a levar os restaurantes a fazer parcerias com os fornecedores para disponibilizarem aos clientes produtos exclusivos, que só podem ser consumidos nesse restaurante – seja um lote de vinho, uma cerveja, um pão, um sal, um chocolate…

Influências asiáticas. Continuará a busca do umami e a incorporação de ingredientes e sabores asiáticos.

Influências latino-americanas. Também a incorporação de ingredientes do Novo Mundo será uma constante, com destaque para os cereais, as frutas, as bagas e as sementes dos Andes e da Amazónia.

Biológicos. Devido à autenticidade e intensidade do seu sabor, os produtos de produção biológica serão cada vez mais utilizados nas cozinhas profissionais. E também nas adegas, permitindo fazer vinhos únicos.

Baixa de Lisboa e Porto. Com o aumento do turismo de curta duração, a oferta gastronómica nos centros históricos das cidades continuará a ganhar projecção.

Brasil. Continuará a aumentar o crescente protagonismo da cozinha brasileira a nível mundial – o D.O.M. do mediático chef Alex Atala foi o 4º melhor do mundo em 2012 para a revista Restaurant e já esta semana o Brasil e Minas Gerais são o grande destaque do Madrid Fusión 2013.

Exportação. A necessidade de internacionalização das empresas portuguesas também existe no negócio da restauração. Apesar da tendência mundial de expansão para a Ásia, o Brasil e Angola continuarão a ser os mercados mais óbvios para os restaurantes portugueses.

Solidariedade. Fruto da crise, haverá cada vez mais eventos solidários, para ajudar quem necessita e também para reduzir o desperdício de alimentos.

 

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publicado às 00:06

O chef não come #1: iogurte (Alex Atala)

por Raul Lufinha, em 21.01.13

 

O que Alex Atala não come de jeito nenhum?

Não gosto de iogurte natural. Até faço uso dele como ingrediente. Mas, se botarem um potinho daqueles de supermercado na minha frente, posso comer, mas com um arrepio, até de falar nele fico ruim. É a única coisa que rejeito. Já usei, uso e usarei, é claro. Prefiro coalhada. Mas uso iogurte quando preciso.

Alex Atala, em entrevista a Cláudio Fragata, revista Gosto

 

D.O.M. | Rua Barão de Capanema, 549, Jardins, São Paulo, Brasil | Chef Alex Atala

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publicado às 00:47

Chef brasileiro Alex Atala, “símbolo máximo de uma manifestação cultural tão marcante do (seu) país”

por Raul Lufinha, em 16.11.12

Alex Atala: "A minha missão, na cozinha, é ser brasileiro"

 

Cada vez mais os chefs de cozinha são reconhecidos como símbolos nacionais e representantes da cultura de um povo.

No Brasil, a FIFA considerou o mais prestigiado chef brasileiro Alex Atala como “símbolo máximo de uma manifestação cultural tão marcante do país” e convidou-o para, conjuntamente com a top model Adriana Lima, representar a nação anfitriã e ser assistente do sorteio da Taça das Confederações que irá ser disputada em 2013, um ano antes do Campeonato do Mundo de Futebol.

Em entrevista ao site oficial da FIFA, Alex Atala desenvolve a ideia de representar o seu país:

“A minha missão, na cozinha, é ser brasileiro.

Eu descarto um monte de receitas quando olho, no final, e concluo: não tem nada do Brasil. Não serve. Não entrega meu primeiro compromisso, que é que a pessoa esteja num restaurante, coma e diga: 'Uau, estou no Brasil. Este sabor eu não conhecia em outro lugar'”.

 

Fotografia: FIFA.com

D.O.M. | Rua Barão de Capanema, 549, Jardins, São Paulo, Brasil | Chef Alex Atala

 

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publicado às 03:20


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