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Dorayakis de Anna Lins… na antestreia de Uma Pastelaria em Tóquio

por Raul Lufinha, em 27.07.16

Dorayaki feito por Anna Lins no MISS JAPPA... e oferecido no cinema Medeia Monumental

Dorayaki feito por Anna Lins no MISS JAPPA... e oferecido no cinema Medeia Monumental

Nos cinemas da Medeia – felizmente – não se pode comer!

Mas esta segunda-feira foi diferente!

A antestreia do filme Uma Pastelaria em Tóquio, da realizadora Naomi Kawase, foi aberta ao público, com os bilhetes a serem vendidos precisamente a preço de segunda-feira.

E a apresentação da obra ficou a cargo de…. Anna Lins!

Tendo a chef do MISS JAPPA oferecido, a todos os espectadores, um delicioso e fresquíssimo dorayaki – especialidade japonesa que consiste em duas panquecas recheadas com doce de feijão azuki, o “an” que é também o título original do filme.

Anna Lins apresentando o filme Uma Pastelaria em Tóquio

Anna Lins apresentando o filme Uma Pastelaria em Tóquio

Selecionado para a abertura da secção Un Certain Regard do Festival de Cannes de 2015, Uma Pastelaria em Tóquio estreia nas salas portuguesas no dia 28 de julho.

Embora não seja propriamente um filme sobre comida.

Os dorayakis (e as cerejeiras) são apenas o pretexto para um retrato mais profundo da sociedade japonesa e da natureza humana.

Uma Pastelaria em Tóquio, de Naomi Kawase

Uma Pastelaria em Tóquio,  de Naomi Kawase

Contudo, as surpresas ainda não tinham acabado!

Após os créditos finais do filme, as luzes continuam desligadas e surge logo de seguida no ecrã um inesperado vídeo de Anna Lins no MISS JAPPA ensinando a fazer… dorayakis!

Os tais que estão no centro do enredo… e que Anna Lins tinha oferecido no início da sessão!

Anna Lins no MISS JAPPA ensinando a fazer Dorayakis

Anna Lins no MISS JAPPA ensinando a fazer Dorayakis

Anna Lins no MISS JAPPA ensinando a fazer Dorayakis

Anna Lins no MISS JAPPA ensinando a fazer Dorayakis

A seguir ao filme, um vídeo de Anna Lins no MISS JAPPA ensinando a fazer Dorayakis

 

Ver também:

Anna Lins, a MISS JAPPA

 

MISS JAPPA | Praça do Príncipe Real, 5-A, Lisboa, Portugal | Chef Anna Lins

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publicado às 00:55

TRIO, o verdadeiro estilo Manel Lino

por Raul Lufinha, em 26.07.16

Manel Lino

Manel Lino

Finalmente Manel Lino concretizou o sonho de ter o seu próprio espaço permanente – chama-se TRIO, é um projeto pensado em conjunto com a sua mulher Joana Borié e abriu este mês em Lisboa.

Claro que Manel Lino vai manter – e até aumentar – as suas colaborações e consultorias, incluindo a do TABIK.

Mas a verdadeira cozinha de Manel Lino – mais criativa e arrojada – essa só a vamos ter aqui no TRIO.

Atualmente podemos jantar à carta, existindo igualmente dois menus de degustação – o “Clássico” de 3 pratos e o “Trio” de 5, os quais incluem ainda snacks e couvert.

Este foi o nosso Menu Trio.

Para começar, brioche de alheira... vaporizado com maçã verde!

Brioche de alheira

Primeiro snack

 

Depois, massa rendilhada a desfazer-se na boca... e o sabor intenso do alho assado!

Alho assado

Segundo snack

 

Com o pão, azeite e… uma ótima manteiga fumada no TRIO com ervas!

Manteiga fumada

Couvert

 

Para além da gema de ovo curada e ralada... um brilhante diálogo de texturas entre o crocante da tempura togarashi (tempero japonês levemente picante que inclui piripíri) e a delicadamente fibrosa beringela que se desfazia na boca!

Beringela

'Beringela assada, gema curada e salada de ervas'

 

A seguir, o prato mais emblemático deste jantar no TRIO: iscas sem elas!

Só batata, cebola em pickle, puré de alho…

E depois, com um ligeiro toque de citronela, apenas o molho das iscas de vitela!

Fabuloso!

Iscas sem elas

'Batata salteada, essência de iscas e pickle de cebola'

 

Corvina.

Duas qualidades de couve – lombarda, a embrulhar o peixe; e galega, crocante.

E, por fim, plena de sabor, uma maravilhosa mousse de sardinha!

Excelente!

Corvina & Sardinha

'Corvina com couve e mousse de sardinha'

 

Para prato de carne, um saboroso raviolo de pintada!

Acompanhado de imenso aipo!

E com funcho no topo.

Muito bom!

Aipo

'Raviolo de pintada, creme aveludado de aipo e funcho'

 

A sobremesa é feita com da fruta da época: um saboroso pêssego, assado em mel!

E ainda crumble de amêndoa, merengue italiano e a frescura das folhas de hortelã!

Pêssego assado

'Pêssego assado, merengue de flor de laranjeira e crumble de amêndoa'

 

Extra Menu Trio e para fechar o jantar com chocolate, a sobremesa do Menu Clássico!

Toffee, croûtons de cacau, bolo de azeite, ganache de chocolate branco e trufa de chocolate! 

Chocolate

'Chocolate, toffee e bolo de azeite'

 

Finalmente, com o Pastel de Nata bite size… uma forma original de servir o açúcar e canela!

Pastel de Nata

Petits fours

 

Tendo havido ainda tempo para tirar uma fotografia ao verdadeiro TRIO: o Manel, a Joana… e a Caetana, que chega lá mais para o fim do ano!

O trio

O verdadeiro TRIO

 

Foi o fim da primeira visita ao prometedor TRIO, restaurante com o qual Manel Lino arriscou criar um novo espaço de cozinha de autor em Lisboa!

TRIO

Restaurante TRIO

 

Obrigado ao Ricardo Cordeiro, sempre bem na sala.

E muitos parabéns ao Manel e à Joana!

É o arrancar de um projeto de grande qualidade, que merece ser conhecido e visitado!

 

Fotografias: Raul Lufinha e Marta Felino

TRIO | Rua Dom Francisco Manuel de Melo, 36-A, Lisboa, Portugal | Chef Manel Lino

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publicado às 02:41

Também no Facebook

por Raul Lufinha, em 23.07.16

O blog Mesa do Chef agora também no Facebook

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A partir de hoje, o Mesa do Chef também pode ser acompanhado no Facebook.

 

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publicado às 10:42

Cachaça… de Jambu

por Raul Lufinha, em 21.07.16

Anderson Sousa e a Cachaça de Jambu

Anderson Sousa e a Cachaça de Jambu

Da garrafeira pessoal de Anderson Sousa no EMPÓRIO Tuttapanna, em Vilamoura, uma intensa e inesquecível recordação da sua Amazónia natal.

Cachaça… de jambu!

Ou seja, cachaça artesanal...

... temperada com folhas de jambu, planta amazónica com fama de afrodisíaco feminino que provoca na boca uma sensação anestesiante e de dormência, bem como o tremelicar dos lábios!

Anderson Sousa

Muito pouco de cada vez

Tendo sido também um regresso ao jantar dos irmãos Castanho no BELCANTO de José Avillez, em 2012.

Com efeito, Tiago Castanho finalizou essa refeição de cozinha amazónica precisamente com um cálice de... cachaça de jambu!

Cachaça de Jambu

Cachaça de Jambu

Muito obrigado, Anderson!

 

Ver também:

EMPÓRIO, a sala do chef Anderson

 

EMPÓRIO Tuttapanna | Av. Tivoli, Ed. Mourapraia, Loja 2, Vilamoura, Portugal | Chef Anderson Sousa

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publicado às 01:07

Um jantar só com tártaros de Bruno Rocha

por Raul Lufinha, em 19.07.16

Bruno Rocha e o tomate do seu mais famoso tártaro

Bruno Rocha e o tomate do seu mais famoso tártaro

Celebrando o mais emblemático prato da sua primeira carta no FLORES DO BAIRRO do Bairro Alto Hotel – o tártaro de tomate – Bruno Rocha criou um jantar único e irrepetível, composto exclusivamente por tártaros do princípio ao fim da refeição!

E com o correspondente menu vínico, numa estimulante harmonização da responsabilidade de Catarina Stella.

 

I – Na mesa

Soalheiro Espumante Bruto Alvarinho 2014

Para começar, o elegante Soalheiro Espumante Bruto Alvarinho de 2014, que serviu de aperitivo e acompanhou igualmente o pão de centeio e limão, o pão de trigo e ainda a baguete rústica, bem como a manteiga de ovelha e o dip de tremoço.

 

II – Para abrir as hostilidades 

Tártaro de atum vira corneto, com ervilhas e wasabi

Tendo o desfile de tártaros começado com um excelente corneto de sésamo com atum, que trazia escondido um gelado de ervilhas e ainda uma maionese de wasabi…

3B Espumante Rosé Filipa Pato

… acompanhado pelo 3B Rosé de Filipa Pato, um espumante extra-bruto de Baga e Bical da Bairrada – daí os três “bês” – embora seja um Beira Atlântico.

 

III – Vegetal 

Tártaro de tomate e orégãos

A seguir, o célebre tártaro vegetal que à vista desarmada parece ser de carne e que esteve na origem deste jantar temático no FLORES DO BAIRRO, com Bruno Rocha a apresentar o tomate de quatro formas diferentes – fresco, seco, confitado e ainda num granizado feito com a água do tomate – mas depois utilizando os temperos típicos dos tártaros de novilho…

Marsanne Reserva de 2014 da Quinta do Lagar Novo

… acompanhado de um varietal branco raro em Portugal, o Marsanne Reserva de 2014 da Quinta do Lagar Novo, em Alenquer, com 11 meses de estágio em barrica e mais 9 em garrafa, antes de sair para o mercado. Exuberante no nariz, com muita maçã verde, mas depois contido na boca, com uma excelente acidez e untuosidade. Denotando embora um grande potencial de envelhecimento, foi desde já uma ótima companhia para o tártaro de tomate e orégãos.

 

IV – Mar

Tártaro de carapau, escabeche e batata-doce roxa

Original, delicioso e bastante colorido estava também o bonito tártaro de carapau dos Açores com cebola roxa e, ainda, com um escabeche de pimentos... amarelos, encarnados e verdes! Um grande momento de mar, em que o salgado contrastava com o sabor intenso da batata-doce roxa, em puré e igualmente num crocante…

Ninfa Escolha Sauvignon Blanc 2014

… e que foi acompanhado por um Sauvignon Blanc fresco e mineral com 5 meses de barrica, cujas as notas de pimentos também remetiam para o prato – o Ninfa Escolha Sauvignon Blanc de 2014.

 

V – Terra 

Bruno Rocha e as suas famosas cerejas bêbadas

Bruno Rocha e as suas famosas cerejas bêbadas

Tártaro de novilho e cerejas bêbadas

… que, tal como as intensas flores de aipo, fizeram parte do excelente tártaro de novilho, acompanhado de uma tosta de pão alentejano e de batata frita, sendo finalizado já na mesa com pimenta preta moída…

Grainha Reserva tinto de 2013 da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo

… e que teve por companhia o Grainha Reserva tinto de 2013 da Quinta Nova de Nossa Senhora do Carmo, cujo lote é composto por Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Barroca, Touriga Franca e Tinto Cão, com um estágio de 18 meses em barrica.

 

VI – Doce

Bruno Rocha e a melancia embalada a vácuo

No final da noite Bruno Rocha trouxe à sala um dos segredos do seu tártaro de sobremesa: a melancia, com xarope de hortelã, tinha sido previamente… embalada a vácuo!

Tártaro de melancia, chili e morangos

Tártaro de melancia, chili e morangos

Tártaro de melancia, chili e morangos

Com efeito, o menu de Bruno Rocha dedicado aos tártaros terminou em alta com uma sobremesa extraordinária: um complexo e extremamente refrescante tártaro de melancia! Reminiscência dos seus primeiros tempos no EMO do Tivoli Victoria em Vilamoura, Bruno Rocha trabalhou a suculenta melancia… com chili! Finalizando o prato já na mesa com um guloso caldo de morangos!...

Moscatel de Setúbal Família Horácio Simões de 2013

… tendo a sobremesa sido acompanhada pelo Moscatel de Setúbal Família Horácio Simões de 2013.

 

Foi, pois, um grande jantar de Bruno Rocha! 

Dando muito gosto ver um chef sair do seu dia-a-dia… e ter a ousadia de criar menus especiais únicos e irrepetíveis!

Que venham os próximos temáticos!

 

Fotografias: Raul Lufinha e Marta Felino

FLORES DO BAIRRO | Bairro Alto Hotel, Praça Luís de Camões, 2, Lisboa, Portugal | Chef Bruno Rocha

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publicado às 22:42

O Foxtrot de Vítor Claro

por Raul Lufinha, em 18.07.16

Vítor Claro

Vítor Claro

Depois do Dominó branco e tinto, Vítor Claro lançou entretanto uma segunda marca, proveniente igualmente do Alentejo de altitude da Serra de São Mamede, em Portalegre.

Chama-se Foxtrot e é um tinto feito com as uvas brancas e tintas que precisamente… não entram nos vinhos Dominó!

Tendo, nomeadamente e entre outras…

… as uvas brancas da vinha velha que dá origem ao Dominó tinto mas que acabam por não ser usadas – incluindo Malvasia, Fonte Cal e Síria…

… e também as uvas tintas da vinha velha que dá origem ao Dominó branco mas que contudo não são utilizadas – nomeadamente Alicante Bouschet.

O resultado é um vinho leve e rústico, com elevada acidez e baixo teor alcoólico, somente 12%...

… que, à semelhança aliás do que já sucedia com o Dominó, tem igualmente uma enorme aptidão gastronómica!

Foxtrot tinto 2014

Foxtrot Dominó tinto 2014

 

CLARO | Hotel Solar Palmeiras, Avenida Marginal, Curva dos Pinheiros, Paço d’Arcos, Portugal | Chef Vítor Claro

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publicado às 19:09

BAGOS CHIADO, o reencontro com os sabores da cozinha de Henrique Mouro

por Raul Lufinha, em 17.07.16

Henrique Mouro

Henrique Mouro

Na véspera da abertura oficial do BAGOS CHIADO, já deu para perceber muito do que será o novo projeto.

Cozinha aberta, com Henrique Mouro a empratar de frente para a sala…

… e os bagos de arroz presentes em todos os pratos, mas apenas como mero pretexto para o feliz regresso aos sabores de sempre da cozinha de Henrique Mouro!

 

Nigiri de bacalhau

Para começar, a goma inconfundível dos arrozes de Henrique Mouro, bem como os sabores do saté e dos rebentos de coentros… num nigiri de bacalhau deliciosamente salgado e com o toque final da pele assada nas brasas!

 

Arroz de tamboril

Depois, o reencontro com os saudosos arrozes caldosos de Henrique Mouro… num muito saboroso arroz de tamboril com tomate, manjericão e azeitonas!

 

Arroz de cabidela

Para prato de carne, um extraordinário arroz de cabidela – simultaneamente bastante intenso de sabor mas muito delicado – que por si só já seria um prato magnífico… e ao qual Henrique Mouro ainda junta perna de frango recheada de farinheira, com a pele estaladiça!

 

Arroz doce

Dos doces da carta, Henrique Mouro escolheu pera cozida em vinho branco, servida com um creme de arroz doce!

 

Henrique Mouro e João Magro

Henrique Mouro e João Magro

Na cozinha, o braço direito de Henrique Mouro no BAGOS CHIADO é João Magro

 

Henrique Mouro e João Jorge

Já a carta de vinhos, foi desenhada por João Jorge...

 

Os vinhos escolhidos por João Jorge

... ficando aqui um exemplo das suas sugestões para esta noite: o espumante Aliança Baga Bairrada Reserva Bruto de 2014; um Sauvignon Blanc de 2014, o Vicentino, feito por Bernardo Cabral; o Touriga Nacional da Casa Américo de 2012; e o Moscatel de Setúbal de Joaquim Arnaud de 2012

 

Ver também:

Abre hoje o BAGOS CHIADO de Henrique Mouro

 

Fotografias: Raul Lufinha e Marta Felino 

BAGOS CHIADO | Rua António Maria Cardoso, 15-B, Lisboa, Portugal | Chef Henrique Mouro

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publicado às 16:08

Fernão Gonçalves e o Whisky Sour… com Vinho do Porto

por Raul Lufinha, em 16.07.16

Fernão Gonçalves

Sumo de limão, xarope de açúcar, clara de ovo

Fernão Gonçalves

Whisky

Fernão Gonçalves

Agitar

Fernão Gonçalves

Servir

Fernão Gonçalves

E finalizar... com Vinho do Porto

Claro que os puristas preferem apreciá-lo sem misturas.

Mas é indiscutível que o Vinho do Porto está a ser cada vez mais utilizado em cocktails.

Nem que seja só para dar um toque final diferente!

Como sucedeu com o clássico Whisky Sour preparado por Fernão Gonçalves com o whisky escocês Chivas Regal 12 anos, servido já na nova garrafa, lançada o ano passado…

… que depois o chefe de bar da CASA DE PASTO e do RIO MARAVILHA finalizou com Vinho do Porto – neste caso, o Sandeman Late Bottled Vintage de 2010.

Fernão Gonçalves

Já está: Whisky Sour com Vinho do Porto

 

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publicado às 15:35

Jean-François Blarel, amigo de Portugal… e da gastronomia

por Raul Lufinha, em 15.07.16

Embaixador Jean-François Blarel

Palais de Santos, 14 juillet 2016, Ambassadeur Jean-François Blarel

De partida para novas funções, o Embaixador de França Jean-François Blarel será sempre recordado como um amigo de Portugal… e da gastronomia!

Tendo sido uma pessoa que soube valorizar a gastronomia – não apenas a francesa mas também a portuguesa – como elemento cultural e identitário de cada um dos povos e, bem assim, de ligação e criação de laços entre eles, para além naturalmente de ser um poderoso instrumento do seu mútuo desenvolvimento socioeconómico.

Até sempre, Senhor Embaixador!

 

Ver também:

 

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publicado às 00:37

O primeiro rosé… dos Parceiros Na Criação

por Raul Lufinha, em 14.07.16

Joana Pratas e João Nápoles de Carvalho

Joana Pratas e João Nápoles de Carvalho

Um rosé até nem estava nas prioridades de João Nápoles.

Mas os pedidos do distribuidor algarvio para que este verão a Parceiros Na Criação acrescentasse um vinho rosado ao portefólio h’OUR levaram-no a aceitar o desafio de criar um rosé do Douro – mas sempre com a condição de ser um rosado seco e gastronómico!

E assim foi!

Da colheita de 2015 nasceu o primeiro rosé h’OUR, apenas 757 garrafas de um lote de “Vinhas Velhas” (50%) e Touriga Nacional (50%), sem madeira, que surpreende pela sua estrutura, pelo volume de boca e pela complexidade, tendo uma marcada vocação gastronómica!

Com efeito, é um vinho que pede comida, não é um rosé de piscina!

Sendo claramente uma aposta ganha, que irá ter continuidade nos próximos anos!

h’OUR Rosé 2015

h’OUR Rosé 2015

 

Ver também:

h’OUR, o vinho e o azeite de Joana Pratas e João Nápoles (2013)

Chegou a hora... do h'OUR branco 2013 (2014)

Touriga Nacional, o novo h’OUR dos Parceiros na Criação (2014)

 

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publicado às 01:37


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